Notícias sobre segurança rodoviária

Simulacro “Túnel Seguro – LIVEX 2014”

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Decorreu no passado dia 16 de dezembro um simulacro de um acidente rodoviário, o qual teve lugar no Túnel da Gardunha, localizado na Autoestrada A23, no concelho do Fundão.

O simulacro, organizado pela “Scutvias”, concessionária da via e pelo Comando Distrital de Operações e Socorro do distrito da Guarda, contou com a participação da Guarda Nacional Republicana, do Instituto Nacional de Emergência Médica e de diversas corporações de bombeiros do distrito da Guarda, e teve como principal objetivo avaliar a capacidade de resposta perante a ocorrência de um acidente rodoviário num túnel.

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A ANSR participou no simulacro, na qualidade de observador, tendo o seu Presidente, Eng.º Jorge Jacob, enaltecido a importância desta iniciativa no sentido de garantir a articulação e coordenação entre as diversas entidades intervenientes num cenário de catástrofe.     

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Seminário sobre Segurança dos Utentes Vulneráveis

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O IDMEC em parceria com a ANSR, organizou um seminário sobre a segurança dos utentes vulneráveis, a qual teve lugar no Instituto Superior Técnico, em Lisboa, no passado dia 11 de dezembro. Os números da sinistralidade com este tipo de utentes da via são preocupantes, tendo em 2012 representado 49% das vítimas mortais e 47,7% dos feridos graves.

O principal desafio deste seminário foi o de reunir diversos intervenientes em segurança rodoviária para discutir, analisar e promover estratégias para a redução da sinistralidade com este tipo de utentes, contando também com a participação de vários dirigentes e técnicos da ANSR. Neste seminário foram também apresentados os resultados da investigação dos acidentes com este tipo de utentes no âmbito do projeto “A segurança dos utentes vulneráveis”.

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Natal em Segurança- Conselhos da DGC

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Conselhos e recomendações de segurança rodoviária para quem pretende viajar

A  Direção-Geral do Consumidor (DGC) preparou uma brochura com o intuito de proteger os consumidores aquando da época de festas que se avizinha, nomeadamente com conselhos e recomendações de segurança rodoviária para quem pretende viajar.

Poderá consultá-la aqui ou no Portal do Consumidor  e na página do Facebook da DGC.

Boas Festas, em segurança!​

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Sinistralidade em 2013 – Vítimas a 30 dias

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária apresentou, dia 5 de agosto, o Relatório da Sinistralidade 2013 - Vítimas a 30 dias.

Do documento resulta que em 2013 registaram-se 30.339 acidentes com vítimas, de que resultaram 637 mortes que ocorreram nos 30 dias subsequentes à ocorrência do acidente e 1.946 feridos graves.

Em relação a 2012, observou-se um aumento de 1.6% (+472) acidentes com vítimas e uma redução de 11.3% (-81) vítimas mortais e 0.3% (-5) feridos graves.

A colisão foi o tipo de acidente mais frequente, representando cerca de metade dos acidentes com vítimas ocorridos em 2013 (51%/15.369), 40% (256) do total de mortos e 44% (856) dos feridos graves. Os despistes constituíram 32% (9.821) dos acidentes, 38% (240) dos mortos e 34% (660) dos feridos graves e os atropelamentos 17% (5.149) acidentes, 22% (141) mortos e 22% (430) feridos graves. Em comparação com o ano anterior, assinala-se um decréscimo substancial no número de mortos resultantes de despistes (-70/-22,6%). Inversamente, verificou-se um acréscimo no número de colisões (+247/+1.6%) e respetivas vítimas: +5/+2% mortos e +66/7.7% feridos graves.

A maioria dos acidentes (22.946/76%), feridos graves (1.244/63,9%) e vítimas mortais (352/55,3%) registaram-se dentro das localidades.

Face a 2012, o número de vítimas mortais dentro das localidades diminuiu (-45/-11,3%), o que é um sinal positivo, tendo em conta o facto da evolução dos índices de sinistralidade nas zonas urbanas nos últimos anos ser sempre menos favorável do que fora das localidades.

Em 2013, 60,8% (387) do total de vítimas mortais foram condutores, 16,6% (106) passageiros e 22,6% (144) peões.

Em relação às vítimas mortais, observou-se um decréscimo em todas as categorias de utentes, comparativamente com o ano anterior: -55/-12,4% condutores, -11/-9,4% passageiros e -15/-9,4% peões. Já no caso dos feridos graves, os condutores foram os únicos a apresentar uma redução (-37/-3,2%), verificando-se um agravamento entre os passageiros (+8/+2%) e os peões (+34/+7,9%).

No que respeita à categoria de veículos, observaram-se 276 (43,3%) mortos e 871 (44,8%) feridos graves entre os utentes (condutores e passageiros) de veículos ligeiros, 129 (20,3%) mortos e 457 (23,5%) feridos graves nos de duas rodas a motor, e 29 (4,6%) mortos e 40 (2,1%) feridos graves relativamente aos veículos pesados. Em comparação com 2012, evidencia-se uma diminuição bastante acima da média nacional no número de utentes de veículos de “2 rodas com motor” mortos (-32/-19,9%) e, pelo contrário, um aumento no número de mortos (+8/+27,6%) e de feridos graves (+10/+25%) registado entre os condutores e passageiros de veículos pesados.

O grupo etário dos maiores de 60 anos foram os mais representativos, em termos de vítimas mortais e de feridos graves (38,1% e 23,9%, respetivamente).

Consulte aqui o relatório.​

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Relatório Anual da Sinistralidade Rodoviária 2013

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Sinistralidade em 2013

​Em 2013 registaram-se 30.339 acidentes com vítimas, de que resultaram 518 mortes que ocorreram no local do acidente ou durante o transporte até à unidade de saúde e 2.054 feridos graves.

Em relação a 2012, observou-se um aumento de 1.6% (+472) acidentes com vítimas e uma redução de 9.6% (-55) vítimas mortais e 0.3% (-6) feridos graves.

A colisão foi o tipo de acidente mais frequente, representando cerca de metade dos acidentes com vítimas ocorridos em 2013 (51%/15.369), 42% (215) do total de mortos e 43% (893) dos feridos graves. Os despistes constituíram 32% (9.821) dos acidentes, 40% (208) dos mortos e 33% (688) dos feridos graves e os atropelamentos 17% (5.149) acidentes, 18% (95) mortos e 23% (473) feridos graves. Em comparação com o ano anterior, assinala-se um decréscimo substancial no número de mortos resultantes de despistes (-53/-20%). Inversamente, verificou-se um acréscimo no número de colisões (+247/+1.6%) e respetivas vítimas: +9/+4.4% mortos e +65/7.3% feridos graves.

A maioria dos acidentes (22.946/76%) e feridos graves (1.329/65%) registou-se dentro das localidades, enquanto o número de vítimas mortais foi igual dentro e fora das localidades: 259 mortos. A melhoria apresentada por estas vítimas, face a 2012, não apresentou diferenças em termos de localização, o que pode ser um sinal positivo, tendo em conta o facto da evolução dos índices de sinistralidade nas zonas urbanas nos últimos anos ser sempre menos favorável do que fora das localidades. Contudo, ainda é prematuro interpretar a mudança referida como uma inversão desta tendência.

Em 2013, 62.7% (325) do total de vítimas mortais foram condutores, 18.5% (96) passageiros e 18.7% (97) peões.

Em relação às vítimas mortais, observou-se um decréscimo em todas as categorias de utentes, comparativamente com o ano anterior: -40/-11% condutores, -5/-5% passageiros e -10/-9% peões. Já no caso dos feridos graves, os condutores foram os únicos a apresentar uma redução (-45/-4%), verificando-se um agravamento entre os passageiros (+4/+1%) e os peões (+35/+8%).

No que respeita à categoria de veículos, observaram-se 252 (49%) mortos e 890 (43%) feridos graves entre os utentes (condutores e passageiros) de automóveis ligeiros, 103 (20%) mortos e 480 (23%) feridos graves nos de duas rodas a motor, e 28 (5%) mortos e 41 (2%) feridos graves relativamente aos automóveis pesados. Em comparação com 2012, evidencia-se uma diminuição bastante acima da média nacional no número de utentes de veículos de “2 rodas com motor” mortos (-22/-18%) e, pelo contrário, um aumento no número de mortos (+8/+40%) e de feridos graves (+10/+32%) registado entre os condutores e passageiros de automóveis pesados.

Os grupos etários situados entre os 25 e os 44 anos foram os mais representativos, em termos de vítimas mortais e de feridos graves (28% e 33%, respetivamente) sendo de referir, igualmente, no caso das vítimas mortais, os utentes com idades iguais ou superiores a 65 anos (27% do total de mortos).

Consulte aqui o relatório. â€‹

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Dia Europeu da Segurança Rodoviária (DESR)

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À semelhança de anos anteriores o “Dia Europeu de Segurança Rodoviária”, celebra-se no dia 09 de Maio, sendo que no presente ano, o tema é subordinado às «Infraestruturas seguras e inteligentes».

​O “Dia Europeu da Segurança Rodoviária” (DESR), é um evento organizado pela Comissão Europeia em colaboração com os Estados membros. Este ano, sob a égide da Presidência Grega da União Europeia, esta efeméride está subordinada ao tema “Safe and Smart Infraestructure”, sendo esta data assinalada no dia 9 de maio com a realização em Atenas de uma conferência sobre esta temática.

Mais informações disponíveis em:

http://ec.europa.eu/transport/road_safety/events-archive/2014_05_09_ersd_en.htm

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Autoridades espanholas distinguem projeto português – Campanha “Condutor Designado 100% Cool”

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Este evento teve como principal objetivo o debate sobre o consumo de álcool e a prevenção e segurança rodoviária.

No passado dia 25 de março, em Madrid, realizou-se um evento que teve como principal objetivo promover ao mais alto nível institucional o debate sobre o consumo de álcool e a prevenção e segurança rodoviária e, bem assim, o reconhecimento pelas autoridades espanholas da parceria institicional entre as autoridades portuguesas (Ministério da Administração Interna, Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública) e a ANEBE, em matéria de segurança rodoviária.

Por conseguinte, esta distinção destacou a redução significativa da sinistralidade rodoviária nos últimos dez anos em Portugal, sobretudo ao nível dos condutores mais jovens, e o papel da Campanha “Condutor Designado 100% Cool” na articulação com as políticas de âmbito local, nacional e transfronteiriços para a promoção do consumo moderado e responsável de álcool.

O evento contou com a presença de representantes do Governo Espanhol, do Senhor Secretário de Estado da Administração Interna, Dr. João Almeida, bem como do Sr. Eng. Jorge Jacob, presidente da ANSR. No referido evento, as autoridades de Espanha destacaram o papel da campanha da ANEBE na redução da sinistralidade rodoviária em Portugal nos últimos 10 anos, especialmente entre os jovens, considerando-a “um excelente exemplo de articulação entre a Sociedade Civil, Empresarial e as políticas nacionais de prevenção rodoviária”.

Na circunstância, o Sr. Presidente da ANSR fez uma intervenção alusiva aos riscos da condução sobre o efeito do álcool e apresentou as estatísticas de sinistralidade rodoviária e a redução da taxa de alcoolemia, em Portugal.​

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Segurança rodoviária: após dois anos positivos, a Europa está no bom caminho para atingir a meta.

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2013 é o segundo ano consecutivo em que se registou uma impressionante diminuição do número de mortos nas estradas europeias. De acordo com os dados preliminares, o número de vítimas mortais em acidentes de viação diminuiu 8 % em relação a 2012, na sequência da diminuição de 9 % entre 2011 e 2012. Isto significa que a UE está em boa posição para atingir o objetivo estratégico de reduzir para metade o número de mortos nas estradas entre 2010 e 2020.

A segurança rodoviária é uma das grandes histórias de sucesso da Europa. Com a diminuição de 17 % desde 2010, foram salvas cerca de 9 000 vidas.

Siim Kallas, Vice-Presidente da Comissão e Comissário europeu responsável pela mobilidade e os transportes, afirmou: «A segurança dos transportes é um estandarte da Europa. Por isso, é extremamente importante que os bons resultados de 2012 não sejam um caso único. Sinto-me orgulhoso ao ver a UE no bom caminho para atingir a meta em termos de segurança rodoviária para 2020. No entanto, ainda morrem todos os dias 70 pessoas nas estradas europeias, pelo que não podemos ser complacentes. Temos que prosseguir os nossos esforços conjuntos a todos os níveis, a fim de continuar a melhorar a segurança nas estradas europeias.»

As estatísticas por país (ver quadro abaixo) indicam que o número de mortes nas estradas é ainda muito variável em toda a UE. Em média, ocorreram 52 mortes na estrada por milhão de habitantes na UE. Os países com o menor número de vítimas mortais de acidentes rodoviários continuam a ser o Reino Unido, a Suécia, os Países Baixos e a Dinamarca, que registam cerca de 30 mortes por milhão de habitantes. A Espanha, a Alemanha e a Eslováquia melhoraram as suas posições na lista, juntando-se aos países que tradicionalmente apresentam os melhores resultados.

Apenas há alguns anos, em 2011, os progressos na redução da mortalidade rodoviária baixaram para uns dececionantes 2 %. No entanto, a redução de 9 % em 2012 e de 8%em 2013 mostra que os Estados-Membros estão no bom caminho para atingirem o objetivo estratégico.

Os Estados-Membros que registaram progressos, mas cujos números da segurança rodoviária continuam a ser muito superiores à média da UE (Polónia, Bulgária, Croácia, Letónia, Lituânia e Grécia), são encorajados a intensificar os seus esforços. A situação na Letónia, onde infelizmente a situação da segurança rodoviária não melhorou durante o último ano, merece uma atenção muito particular; o número de vítimas mortais de acidentes rodoviários também aumentou em Malta e no Luxemburgo, mas os números totais destes países são tão pequenos que as grandes flutuações de um ano para o outro não são estatisticamente significativas.

Outra característica preocupante das estatísticas é a situação dos utentes vulneráveis da via pública: o número de peões mortos está a diminuir em menor grau do que o esperado e, recentemente, o número de ciclistas mortos tem mesmo vindo a aumentar. Isto deve-se em parte ao facto de cada vez mais pessoas se deslocarem de bicicleta; o desafio para os Estados-Membros é encorajarem as pessoas a usarem mais a bicicleta em vez do carro, mas assegurarem que essa mudança não penaliza a segurança.

http://ec.europa.eu/transport/road_safety/pdf/observatory/trends_figures.pdf​

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Anuário de Segurança Rodoviária 2012

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Anuário de Segurança Rodoviária 2012

Com a publicação do anuário, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária pretende colocar à disposição de todos os profissionais com responsabilidades em matéria de segurança rodoviária, mas também ao público em geral, um conjunto de informações e de análises que permitam uma melhor compreensão da sinistralidade rodoviária no nosso País.​​

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Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária participa no 11º Congresso do Centro Rodoferroviário Português

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​A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) esteve presente no 11º Congresso do Centro Rodoferroviário Português (CRP), que aconteceu nos dias 13 a 15 de maio de 2025, em Lisboa, um evento que reúne especialistas, académicos e profissionais dos setores rodoviários e ferroviários para debater os desafios da mobilidade em Portugal.

A ANSR integrou a Sessão dos Grupos de Trabalho do CRP, uma iniciativa que promove a partilha de conhecimento técnico e a construção de soluções colaborativas para um sistema de transportes mais seguro e eficiente.

Pedro Ladeira, Diretor da Unidade de Prevenção e Segurança Rodoviária, apresentou o Grupo de Trabalho para a Rodoviária, liderado pela ANSR, destacando os seus objetivos, áreas de intervenção e contribuição para o desenvolvimento de medidas de Segurança Rodoviária, no âmbito do Sistema Seguro e da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária – Visão Zero.

A sessão contou ainda com a participação de Rui Felgueiras, em representação do CRP, e foi moderadamente por José Neves, do Instituto Superior Técnico, promovendo um momento de diálogo técnico entre entidades públicas, meio académico e profissionais do setor.

A participação da ANSR neste congresso reforça o seu compromisso com a promoção de uma cultura de segurança rodoviária, através do trabalho em rede, da troca de boas práticas e da colaboração interinstitucional — essenciais para alcançar a meta de eliminar as vítimas mortais e os feridos graves nas estradas até 2050 .

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Parágrafo (sem heading)
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