Notícias sobre segurança rodoviária

ANSR em Conferência Global sobre Segurança Rodoviária

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​O Presidente da ANSR, Rui Ribeiro, participa, nos dias 19 e 20 de fevereiro, na terceira conferência ministerial global sobre Segurança Rodoviária, a decorrer em Estocolmo. No evento, que assinala o final da Década de Ação para a Segurança Rodoviária 2011-2020, será feito um balanço dos objetivos já traçados, assim como delineadas estratégias futuras.

A conferência, na qual irão participar delegações de mais de 80 países, é de grande importância para o desenvolvimento das políticas de Segurança Rodoviária em Portugal, e nela serão abordadas propostas que permitam aos estados membros da EU reduzir em pelo menos 50% as vítimas mortais resultantes de acidentes rodoviários entre 2020 e 2030.

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ANSR em Workshops sobre Segurança Rodoviária

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​A Vice-Presidente da ANSR, Ana Tomaz, está a participar nos Workshops de Segurança Rodoviária que antecedem a Terceira Conferência Ministerial Global sobre Segurança Rodoviária, a decorrer nos dias 19 e 20 de fevereiro em Estocolmo.

Nos Workshops de preparação para o evento serão abordadas propostas e soluções ao nível da Segurança Rodoviária, que permitam alcançar a Visão Zero, o único número aceitável de vítimas mortais na estrada.

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Lançamento da Campanha “Cinto-me Vivo”

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​A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam amanhã, dia 10 de setembro, a Campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me vivo”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024.

A decorrer entre os dias 10 e 16 de setembro, a campanha tem como objetivo alertar condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre, e de forma correta, os dispositivos de segurança.

Numa colisão, um veículo para numa fração de segundo. Mas os ocupantes, caso não usem cinto de segurança, continuam a seguir na direção do movimento com uma velocidade igual à que seguia o veículo no instante inicial do acidente. Numa colisão frontal a 50 km/h, um condutor com 70kg, sem cinto de segurança, sofre um impacto equivalente a uma queda livre de um terceiro andar.

O uso do capacete de modelo aprovado, devidamente apertado e ajustado, reduz em 40% o risco de morte em caso de acidente.

Está igualmente comprovado que a utilização correta de cadeirinha homologada e adaptada ao peso da criança reduz em 50% o risco de morte. Em crianças até aos 18Kg, a utilização de uma cadeirinha voltada para a retaguarda, combinada com a utilização de cinto de segurança, reduz até 90% o risco de lesões graves ou morte.

A campanha “Cinto-me Vivo” integrará:

  • Ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira;
  • Operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o PNF 2024, por forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que diz respeito à correta utilização dos dispositivos de segurança.

As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:

  • Dia 10 de setembro, às 10h00: EN-114 Km 181, Évora (38 35.0959 -7 59.4586).
  • Dia 11 de setembro, às 8h00: Rua Tenente Sanches Miranda, n.º 68, junto ao Jardim Infantil do Centro Social e Paroquial do Salvador, Beja (38.01276, -7.85499).
  • Dia 12 de setembro, às 8h00: EN 101, Vila Verde, Braga (41.632500, -8.433778).
  • Dia 13 de setembro, às 10h00: Rua Cidade D’Agen, junto à Escola EB 2/3 D. João II, Santarém (39.252059, -8.683796).
  • Dia 16 de setembro, às 7h30: EN 10, Km 25,8, Azeitão (38.525725,-9.01806).

A ANSR, a GNR e a PSP relembram que a utilização dos dispositivos de segurança é fundamental e apelam a todos para que os utilizem de forma correta:

  • Utilize sempre uma cadeirinha homologada, devidamente instalada, e adaptada ao tamanho e peso da criança;
  • Utilize sempre o cinto de segurança, enquanto condutor ou passageiro e em todos os percursos, mesmo nos de curta distância;
  • Utilize o capacete de modelo homologado, devidamente apertado e ajustado.

Esta é a nona das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas para este ano no âmbito do PNF de 2024. Até ao final do ano serão realizadas mais três campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

O PNF de 2023 consagrou como prioritários os temas: Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança e Telemóvel.

Relativamente a 2024, para além dos quatro temas acima referidos, foi ainda adicionado um novo capítulo sobre a fiscalização dos veículos de duas rodas a motor.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Consulte aqui o comunicado da campanha.

Consulte aqui o flyer da campanha.

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Campanha “A conduzir, não uses o telemóvel”

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​A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) lança a Campanha de Segurança Rodoviária “A conduzir, não uses o telemóvel”, que irá decorrer entre 11 e 17 de fevereiro, tendo como objetivo alertar os condutores para o risco de utilizarem o telemóvel enquanto circulam.

Paralelamente a esta campanha de sensibilização, a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) vão realizar operações de fiscalização, inseridas no Plano Nacional de Fiscalização desenvolvido pela ANSR para 2020. Este Plano define um conjunto de orientações e prioridades para a fiscalização, nomeadamente nos locais onde ocorrem mais acidentes.  

Clique aqui para ver o vídeo da Campanha: ANSR – Telemóvel

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ANSR em destaque na revista Dependências

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​Consulte aqui a nova edição da revista Dependências.

Entre os vários artigos desta revista mensal, salientamos o lançamento da campanha “Segure as Férias”, a participação do Presidente da ANSR na SAVG WAVE TALKS, a apresentação do Relatório de Sinistralidade a 24H e Fiscalização Rodoviária de abril de 2024, a participação da Ministra da Administração Interna em ação da campanha “Taxa zero ao Volante” e a campanha de segurança rodoviária “Sécur’Été - Verão em Portugal”.

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Relatório de Sinistralidade a 24h e fiscalização rodoviária de maio de 2024

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Primeiros cinco meses de 2024: Menos vítimas mortais e feridos leves e mais acidentes e feridos graves face a 2019.

De janeiro a maio de 2024, foram registados 14.658 acidentes com vítimas, 182
vítimas mortais, 1.020 feridos graves
e 17.006 feridos leves no Continente e nas Regiões Autónomas.

​

Em relação a 2019[1] – ano de referência para monitorização das metas de redução do número
de mortos e de feridos graves até 2030[2] fixadas pela Comissão
Europeia e por Portugal – registaram-se menos 45 vítimas mortais (-19,8%)
e menos 335 feridos leves (-1,9%), mas mais 227 acidentes
(+1,6%) e mais 83 feridos graves (+8,9%).

No Continente, registaram-se 14.045
acidentes com vítimas, dos quais resultaram 179 vítimas mortais, 954
feridos graves e 16.332 feridos leves, durante o período em análise.

· Comparando com o período homólogo de 2014, à exceção do índice de gravidade que baixou 13,8%, de 1,48 para 1,27, todos os outros indicadores subiram: mais oito vítimas mortais (+4,7%); mais 161 feridos graves (+20,3%); mais 2.552 feridos leves (+18,5%) e mais 2.474 acidentes (+21,4%).​

· Comparativamente ao período homólogo de 2019,
registaram-se menos 15 vítimas mortais (-7,7%) e menos 318 feridos leves (-1,9%).
Em contrapartida, houve mais 110 feridos graves (+13,0%) e mais 217 acidentes
(+1,6%). O índice de gravidade registou uma diminuição de 9,2%, de 1,40 para
1,27.

· Face aos primeiros cinco meses de 2023,
registaram-se menos 9 vítimas mortais (-4,8%), mas mais 514 acidentes (+3,8%),
mais 56 feridos graves (+6,2%) e mais 589 feridos leves (+3,7%). Contudo, o
índice de gravidade diminuiu 8,3%, de 1,39 para 1,27. De salientar-se que, em
comparação com 2023, houve em 2024 um aumento na circulação rodoviária, o que
corresponde a um acréscimo no risco de acidentes, muito embora se tenha
registado uma diminuição de 3,4% no consumo de combustível rodoviário, segundo
dados da Direção-Geral de Energia e Geologia[3].

· A colisão representou a natureza de acidente
mais frequente nos primeiros cinco meses de 2024, correspondendo a 52,8% dos
acidentes, 41,3% das vítimas mortais e 45,2% dos feridos graves. Os despistes,
que representaram 33,0% do total de acidentes, foram responsáveis por 44,1% das
vítimas mortais.

· No período em análise, o número de vítimas
mortais dentro das localidades (100) foi superior ao apurado fora
das localidades
(79). Comparativamente a 2019 e a 2023, houve um aumento
das vítimas mortais dentro das localidades (+8,7% e +7,5%, respetivamente). No
entanto, a tendência foi decrescente fora das localidades (-22,5% face a
2019 e -16,8% face a 2023). O índice de gravidade dos acidentes fora das
localidades ascendeu a 2,74 em 2024 (comparado a 3,62 e 3,35 em 2019 e 2023,
respetivamente), enquanto dentro das localidades este índice situou-se em 0,90.

· Quanto ao tipo de via, nos primeiros cinco
meses deste ano, 62,8% dos acidentes ocorreram em arruamentos, representando 34,1%
das vítimas mortais (-1,6% e -10,3%, em relação aos períodos homólogos de 2019
e 2023, respetivamente) e 48,2% dos feridos graves. Nas estradas nacionais
ocorreram 19,7% dos acidentes, com 35,8% das vítimas mortais (+12,3% e +25,5%
face a 2019 e 2023, respetivamente) e 28,9% dos feridos graves. Nas autoestradas
registaram-se menos 9 vítimas mortais e menos 13 feridos graves em comparação
com 2019. Em relação a 2023, houve mais 1 vítima mortal, mas menos 16 feridos
graves.

· Relativamente à categoria de utente, e
considerando as vítimas mortais, 72,6% do total correspondiam a condutores,
enquanto 15,1% eram peões e 12,3% passageiros. Em termos de variações
homólogas, nas vítimas mortais, verificaram-se diminuições face a 2019 e 2023 nos passageiros e peões, destacando-se
-31,3% e -21,4% de vítimas mortais passageiros em comparação com 2019 e 2023,
respetivamente.

· Em relação à categoria de veículo
interveniente
nos acidentes, os automóveis ligeiros corresponderam a 72,1%
do total. Registou-se uma diminuição de 4,4% face aos primeiros cinco meses de
2019, mas um aumento de 4,1% relativamente a igual período de 2023. De
salientar que se verificaram subidas significativas nos velocípedes (+46,2% face a 2019 e +3,0% comparando
com 2023) e nos motociclos (+32,2% e +1,9% perante os mesmos anos). Destaca-se ainda a redução face aos períodos homólogos de 2019 e 2023
nos ciclomotores, com menos 35,0% e 6,8%, respetivamente.

· Considerando as vítimas totais por categoria
de veículo
, verificou-se que, no período em análise, 53,9% do total de
vítimas deslocava-se num veículo ligeiro (-8,6% e +4,8% face a 2019 e 2023, respetivamente), enquanto 20,9% circulava em motociclos (+33,0% e +2,2% face a 2019 e 2023,
respetivamente) e 7,2% em velocípedes (+52,1% e +3,9% comparando com os mesmos
anos). Salienta-se a descida de 8,9% nos peões vítimas
face a 2019, apesar da subida de 7,5% face a 2023.

· Nos cinco primeiros meses do ano, 57,0% do número
de vítimas mortais registou-se na rede rodoviária sob a responsabilidade das
seguintes entidades gestoras de via: Infraestruturas de Portugal (37,4%),
Ascendi e Brisa (3,4% cada), Municípios de Lisboa e Viseu (2,2% cada) e
Concessão Oeste e Municípios de Barcelos, Caldas da Rainha, Castelo Branco e
Paços de Ferreira (1,7%, cada). Verificou-se que 47,5% das vítimas mortais
resultaram de acidentes nas vias da rede rodoviária nacional (10,1% na rede
concessionada para além da IP), cabendo às vias sob gestão municipal a
proporção de 52,5%.

Relativamente à fiscalização de veículos e condutores, bem como
processos contraordenacionais, salienta-se:

· Nos primeiros cinco meses de 2024 foram fiscalizados 96,3 milhões de veículos, quer presencialmente, quer
através de meios de fiscalização automática, tendo-se verificado um aumento de 70,7% em relação a 2023. O Sistema Nacional de Controlo de Velocidade
(SINCRO) da ANSR registou subidas de 79,6%. Em contrapartida, a PSP registou uma diminuição de 25,6% e a GNR de 19,6%.

· As infrações baixaram para 366,2
mil, ou seja, menos 1,9% face ao período homólogo do ano anterior.

· A taxa de infração (n.º de infrações/n.º
de veículos fiscalizados) foi de 0,38%, uma diminuição de 42,5% face à taxa de
0,66% registada em iguais meses de 2023.

· Relativamente à tipologia de infrações,
70,9% do total registado nos cinco primeiros meses de 2024 foi referente a
excesso de velocidade, que registou um aumento de 11,6%. Nas restantes
tipologias de infrações verificaram-se decréscimos, destacando-se, para além
das relativas ao cinto de segurança e da utilização do telemóvel l (-47,5% e -34,4%, respetivamente), as relativas à condução sob efeito do álcool (-25,9%).

· Quanto ao excesso de velocidade, a taxa de infração
(n.º de infrações de velocidade/ n.º de veículos fiscalizados) diminuiu 35,3%,
de 0,42% nos primeiros cinco meses de 2023 para 0,27% em igual período de 2024.

· Relativamente à condução sob o efeito do
álcool, 
de janeiro a maio de 2024, foram submetidos ao teste de pesquisa de álcool 775,6 mil condutores, o que representa uma diminuição de 8,9% comparativamente ao período homólogo de 2023. A taxa de infração (n.º de infrações por álcool/n.º de testes efetuados) desceu de 1,7% em 2023 para 1,3% em 2024, uma redução de 18,7%.​

· A criminalidade rodoviária, medida em número total de detenções, diminuiu 41,2% por comparação ao período homólogo de 2023, atingindo 8,9 mil condutores. Do total, 56,0% deveu-se à condução sob a influência de álcool (-39,2%), seguindo-se 34,1% por falta de habilitação legal para conduzir (-44,7%).

· Até maio de 2024, cerca de 705,1
mil condutores perderam pontos na carta de condução.

· Desde junho de 2016, data de entrada em vigor
sistema de carta por pontos, 3.219 condutores ficaram com o seu
título de condução cassado.

Consulte o relatório de sinistralidade a 24h e fiscalização rodoviária de maio de 2024 e o respetivo anexo​.

[1] Considerando
que os anos de 2020 e de 2021 registaram quebras significativas da circulação
rodoviária face a 2019 e, consequentemente, na sinistralidade, a Comissão
Europeia decidiu adotar este ano para fixação e monitorização das metas a
atingir em 2030.

[2] As referidas
metas definidas pela Comissão Europeia são respeitantes a vítimas mortais a 30
dias e a feridos graves de acordo com a classificação MAIS 3+ (escala de
diagnóstico médico Maximum Abbreviated Injury Scale, severidade 3 ou
superior), sendo de atender à diferente metodologia aplicada no presente
relatório, ou seja, vítimas apuradas pelo critério de 24 horas.

[3] https://www.dgeg.gov.pt/pt/estatistica/energia/petroleo-e-derivados/vendas-mensais/​

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ANSR em comité técnico do PIARC sobre Segurança Rodoviária

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​A Vice-Presidente da ANSR, Ana Tomaz, esteve presente, de 29 a 31 de janeiro, na primeira reunião do PIARC (World Road Association) para a preparação do ciclo 2020-2023, integrando o comité técnico sobre Segurança Rodoviária, em representação de Portugal.

O novo Plano Estratégico do PIARC para os próximos anos irá focar-se em quatro temas estratégicos: Administração, Mobilidade, Segurança e Sustentabilidade, e Infraestruturas Resilientes, reforçando o objetivo do PIARC de se estabelecer como fórum de referência internacional na área dos transportes e segurança rodoviária.

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ANSR promove segurança rodoviária no Essilor Carro do Ano

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​A ANSR esteve presente nos dias 30, 31 de janeiro e 1 de fevereiro no evento “Essilor Carro do Ano 2020”, na Gare do Oriente em Lisboa, em mais uma iniciativa de sensibilização rodoviária. Ao longo dos três dias do evento, 237 pessoas experimentaram os óculos simuladores de álcool, substâncias psicotrópicas e fadiga, e verificaram, num ambiente seguro, as consequências de conduzir nestas condições.

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ANSR no Carro do Ano 2020

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​A ANSR estará presente no evento “Essilor Carro do Ano 2020”, a decorrer nos dias 30, 31 de janeiro e 1 de fevereiro na Gare do Oriente em Lisboa.

No evento, que contará com uma área de exposição, a ANSR irá dinamizar diversas iniciativas de sensibilização rodoviária dirigidas às famílias e às crianças em particular.

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Nota de pesar

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A ANSR lamenta profundamente o falecimento de José Miguel Trigoso, Presidente do Conselho de Direção da Prevenção Rodoviária Portuguesa.

É com profundo pesar que a ANSR lamenta o falecimento de José Miguel Trigoso, Presidente do Conselho de Direção da Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP). José Trigoso foi um aguerrido guerreiro no combate à sinistralidade rodoviária e uma referência na área da Segurança Rodoviária a nível nacional e internacional. Com inegável mérito técnico, dedicou a sua vida à segurança rodoviária e a salvar vidas.

José Manuel Trigoso foi, de 1999 a 2007, Presidente da Prevenção Rodoviária Internacional e foi o Coordenador Técnico e Porta-Voz da Comissão Técnica que elaborou o “Plano Nacional de Prevenção Rodoviária” em Portugal. Colaborou ainda na elaboração do Plano Estratégico Nacional de Prevenção e Segurança Rodoviária de 2010 a 2013, bem como noutros instrumentos e planos estratégicos nacionais.

A sua memória será eternamente lembrada por todos os que com ele privaram e trabalharam. A ANSR teve este privilégio, pois por várias vezes José Miguel Trigoso participou em iniciativas conjuntas sob o foco do combate à sinistralidade na estrada.

O seu legado enquanto Homem e de dedicação e compromisso com a segurança nas estradas será sempre lembrado e honrado.

Expressamos as nossas mais sinceras condolências à sua família, à equipa da Prevenção Rodoviária Portuguesa e aos amigos neste momento de profunda tristeza

Barcarena, 20 de agosto de 2024​

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