Notícias sobre segurança rodoviária

Apresentação do Programa Verão Seguro 2023

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Cooperação e prevenção foram as palavras-chave da sessão de apresentação do programa Verão Seguro 2023, que teve lugar esta manhã no auditório do edifício do Turismo do Algarve, em Faro.

O Ministro da Administração
Interna referiu na sua intervenção a importância da identificação dos pontos
críticos da sinistralidade rodoviária, levada a cabo pela ANSR, fundamental para a definição dos locais onde é
necessária uma maior intervenção na segurança.

José Luís Carneiro
salientou ainda que com a cooperação entre as entidades que fazem parte do
sistema de segurança interna se consegue chegar aos mais ambiciosos objetivos e
necessidades do país, que é um dos mais pacíficos do mundo.

A Segurança Rodoviária
foi salientada enquanto tema fulcral, em especial nesta altura do ano.

A esse propósito, o
presidente da CCDR do Algarve salientou que a Segurança Rodoviária é um dos
indicadores que necessita de melhoria em termos de atratividade do território.

A sessão presidida pelo
Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro contou com a presença do
Presidente da ANSR, Rui Ribeiro e com a intervenção de Rute Calheiros, Chefe de
Divisão do Observatório de Segurança Rodoviária da Unidade de Prevenção e
Segurança Rodoviária da ANSR.

Sobre o Programa Verão
Seguro 2023

O programa “Verão Seguro”,
que anualmente se realiza no Algarve, vai ser alargado a Lisboa, Porto e praias
com maior pressão turística devido ao aumento de turistas e pelo elevado número
de jovens peregrinos que vão participar na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que
se realiza em Lisboa na primeira semana de agosto.

O objetivo do Programa
que decorrerá de 15 de junho a 15 de setembro 2023, é ajudar o cidadão a gozar
as férias tranquilamente quando se encontra fora da sua residência habitual, abrangendo
todo o território nacional sob jurisdição da GNR e PSP.

Conselhos úteis

O Ministério da Administração
Interna alerta todos os cidadãos para algumas medidas preventivas que devem ser
tomadas, sempre que se ausentem para férias.

  • Instalar um Alarme contra
    intrusão e informe as forças de segurança com jurisdição na sua área de
    residência.
  • Dê uma aparência de atividade à
    sua residência;
  • Peça a alguém que abra
    regularmente as persianas e cortinas, durante o dia, e ligue a iluminação
    interior algumas noites;
  • Não divulgue a estranhos que vai
    de férias;
  • Verifique e feche bem as portas
    e janelas;
  • Não deixe acumular a
    correspondência na sua caixa de correio; peça a alguém da sua confiança
    para a recolher;
  • Catalogue, se possível, os seus
    objetos de valor e anote os seus números de série.
  • Se possível, saia de casa para
    gozar as suas férias, às horas com menos movimento.
  • Informe o seu vizinho de
    confiança: ele é a sua segurança mais próxima; a solidariedade entre
    vizinhos inibe a ação dos marginais;
  • Guarde em lugar seguro joias,
    dinheiro, valores e objetos de arte.

Mais informação
disponível em https://veraoseguro.mai.gov.pt

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Balanço 2022: Menos acidentes, vítimas mortais e feridos face a 2019

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​Em 2022, registaram-se no Continente e nas Regiões Autónomas 34.275 acidentes com vítimas, 473 vítimas mortais, 2.436 feridos graves e 40.123 feridos leves.

Em relação a 2019[1], ano
que a Comissão Europeia considerou como o ano base de referência para efeitos
da avaliação da evolução da sinistralidade rodoviária durante a presente década[2],
critério que também foi adotado em Portugal, registaram-se menos 2.976
acidentes
(-8,0%), menos 47 vítimas mortais (-9,0%), menos 96
feridos graves
(-3,8%) e menos 4.830 feridos leves (-10,7%).

No
Continente, em 2022 registaram-se 32.788 acidentes com vítimas, dos
quais resultaram 462 vítimas mortais, 2.243 feridos graves e 38.456 feridos
leves.

Comparativamente a 2019,
os principais indicadores de sinistralidade no Continente
apresentaram resultados decrescentes:
menos 2.916 acidentes (-8,2%) menos
12 vítimas mortais (-2,5%), menos 58 feridos graves (-2,5%) e menos 4.746 nos
feridos leves (-11,0%).

Face ao período homólogo de 2021, ano em
que ainda se verificaram quebras na circulação rodoviária face a 2019, num
contexto de pandemia, observaram-se aumentos em todos os principais
indicadores
no Continente: mais 3.571 acidentes (+12,2%), mais 72 vítimas mortais (+18,5%), mais
137 feridos graves (+6,5%) e mais 4.239 feridos leves (+12,4%), devido,
essencialmente, ao agravamento da sinistralidade verificado nos primeiros meses
do ano de 2022, que foram os meses em que se verificou um maior aumento de
circulação rodoviária face a 2021:

  • de acordo com dados da Direção-Geral de Energia
    e Geologia[3],
    nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2022 verificaram-se os aumentos mais
    significativos da venda de combustíveis rodoviários, em termos de variação
    homóloga mensal: +21,9%, +32,2% e +30,3%, respetivamente.
  • de acordo com resultados disponibilizados pelo
    Instituto da Mobilidade e dos Transportes, IP, foram também nos meses de
    janeiro, fevereiro e março de 2022 que se verificaram aumentos mais expressivos
    do tráfego médio diário na Rede Nacional de Autoestradas (RNA): +44,2%, +77,3%
    e +43,0%, respetivamente.

A colisão foi a natureza de acidente mais frequente (51,9% dos
acidentes), com 39,8% das vítimas mortais e 43,8% dos feridos graves. Os
despistes, que representaram 34,5% do total de acidentes, corresponderam à
principal natureza de acidente na origem das vítimas mortais (45,2%). 

A maioria das vítimas mortais (53,2%) registou-se na sequência de
acidentes ocorridos fora das localidades, com um crescimento de 40,6%,
ainda que estes acidentes tenham representado apenas 22,0% do total. O índice
de gravidade dos acidentes registados fora das localidades ascendeu a 3,42, com
significativo agravamento face a 2021 (2,93), e mais de quatro vezes superior
ao registado dentro das localidades que se situou em 0,84, embora inferior ao
do ano anterior (0,92).

Quanto ao tipo de via, 62,7% dos acidentes ocorreram em
arruamentos, provocando 31,8% das vítimas mortais (+17,6% face a 2021) e 45,8%
dos feridos graves (+9,2% face a 2021). Nas Estradas Nacionais, embora apenas
tenham ocorrido 19,2% dos acidentes, foi onde se registou o maior número de
vítimas mortais (148, 32,0%), um acréscimo de 8,8% face a 2021, e 29,0% dos
feridos graves (+5,9% face a 2021). Nas autoestradas, o crescimento de 16,3% no
tráfego teve por consequência os aumentos de 22,3% no número de acidentes e de
48,5% no número de vítimas mortais face a 2021.

No que respeita à categoria de utente, 66,5% do total das
vítimas mortais eram condutores, 18,4% passageiros e 15,2% peões.
Comparativamente a 2021, verificou-se um crescimento do número de vítimas
mortais, em todas as categorias de utentes, destacando-se o aumento de 56 para
85 nos passageiros mortos (+51,8%). Relativamente aos feridos graves, o aumento
mais significativo ocorreu também nos passageiros (+16,9% face a 2021). Os
peões registaram aumentos de 37,3% nas vítimas mortais e de 8,9% nos feridos
graves face ao ano anterior.

Em relação à categoria de veículo interveniente nos acidentes,
72,0% do total envolveram veículos ligeiros, o que representou um aumento de
11,2% relativamente a 2021, sendo ainda de referir as subidas verificadas nos
motociclos (+14,6%) e nos veículos pesados (+12,3%). Inversamente, registou-se
uma menor intervenção nos acidentes por parte de veículos agrícolas (-13,9%) e
de ciclomotores (-2,0%).

Considerando as vítimas por categoria de veículo em 2022
verificou-se que 55,1% do total de vítimas deslocava-se num veículo ligeiro
(+11,6% face a 2021), enquanto 19,2% circulava em motociclos (+14,6% face a
2021) e 7,0% em velocípedes (+7,9%). De destacar ainda a subida de 22,1% das
vítimas em veículos pesados, face a 2021. Relativamente a vítimas mortais, é de
assinalar as reduções de 17,4% dos utilizadores de velocípedes e de 21,4% nos
veículos agrícolas.

Em 2022, 51,3% do
número de vítimas mortais registou-se na rede rodoviária sob a
responsabilidade das seguintes Entidades Gestoras de Via: Infraestruturas de
Portugal (43,7%), Brisa (5,8%) e Ascendi (1,7%).

Quanto
à fiscalização de veículos e condutores, bem como processos
contraordenacionais
, salienta-se:

Em
2022 foram fiscalizados mais de 131 milhões de veículos, quer
presencialmente, quer através de meios de fiscalização automática, tendo-se
verificado um aumento de 6,1%, face a 2021. Esta variação deve-se ao crescimento de 8,5%
no sistema de radares SINCRO gerido pela ANSR, tendo a GNR, a PSP e a PML registado decréscimos de 10,3%, 12,7% e
34,1%, respetivamente.

Foram registadas
quase um milhão e meio de infrações, o que representa um acréscimo de
23,0% face a 2021.

A taxa de
infração
(n.º de infrações/n.º de veículos fiscalizados) foi de 0,93%, um
aumento de 1,1% face à taxa de 0,92% registada em 2021.

Relativamente à tipologia
de infrações
, 59,2% do total registado em 2022 foi referente a excesso de
velocidade, o que correspondeu a um aumento de 25,5% face a 2021, valor
influenciado pela queda acentuada registada em 2021. De forma inversa,
registou-se uma diminuição nas infrações relativas ao manuseamento do telemóvel
(-15,2%), à não utilização do cinto de segurança (-12,7%) e à não utilização de
sistemas de retenção para crianças (-11,6%). Contudo, a condução sob efeito de
álcool evidenciou um aumento expressivo (+27,7%), influenciado pelas quedas consecutivas registadas em 2020 e
2021 face a 2019.

Quanto
ao excesso de velocidade, a taxa de infração (n.º de infrações de
velocidade/ n.º de veículos fiscalizados) diminuiu 8,6%, de 0,53% em 2021 para
0,48% em 2022.

Relativamente à condução
sob o efeito do álcool
, em 2022 foram submetidos ao teste de pesquisa de
álcool 1,8 milhão de condutores, o que representa um aumento de 7,4%
comparativamente a 2021. A taxa de infração (n.º de infrações por álcool/ n.º
de testes efetuados) subiu de 1,6% em 2021 para 1,9% em 2022.

A criminalidade
rodoviária
, medida em número total de detenções, aumentou 22,1% por
comparação com 2021, atingindo mais de 32 mil condutores. Do total, 54,1%
deveu-se à condução sob o efeito do álcool (+41,0%), seguindo-se 34,0% por
falta de habilitação legal para conduzir (+1,9%).

Desde a entrada
em vigor do sistema de carta por pontos
, em junho de 2016 e até ao final de
2022 foram subtraídos pontos a quase 518 mil condutores, valor que ultrapassa
em 18% o apurado em dezembro de 2021.

Também até ao final
de 2022, 2.410 condutores ficaram com o seu título de condução cassado,
desde a entrada em vigor do sistema de carta por pontos, número 33% superior ao
apurado em dezembro de 2021.

Para saber mais, consulte
o Relatório de Sinistralidade
e Fiscalização Rodoviária de 2022
.

[1] Considerando que os
anos de 2020 e de 2021 registaram quebras significativas da circulação
rodoviária face a 2019 e, consequentemente, na sinistralidade, a Comissão
Europeia decidiu adotar este ano para fixação e monitorização das metas a
atingir em 2030.

[2] As
referidas metas definidas pela Comissão Europeia são respeitantes a vítimas
mortais a 30 dias e a feridos graves de acordo com classificação MAIS 3+
(escala de diagnóstico médico Maximum Abbreviated Injury Scale, severidade 3 ou
superior), sendo de atender à diferente metodologia aplicada no presente
relatório, ou seja, vítimas apuradas pelo critério de 24 horas.

[3]
https://www.dgeg.gov.pt/pt/estatistica/energia/petroleo-e-derivados/ven…​

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SINISTRALIDADE RODOVIÁRIA EM PORTUGAL CONTINENTAL EM 2015 (Valores provisórios).

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Durante o ano de 2015, o número de vítimas mortais resultantes de acidentes de viação diminuiu 0,8%, em relação ao ano anterior.

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Durante o ano de 2015, o número de vítimas mortais resultantes de acidentes de viação diminuiu 0,8%, em relação ao ano anterior.

Ø Em 2015 registaram-se 122.800 acidentes de viação, 478 vítimas mortais, 2.206 feridos graves e 37.958 feridos ligeiros.

Ø Comparativamente a 2014, verificou-se um aumento de 5.569 acidentes rodoviários (+4,8%), uma redução de 4 vítimas mortais (-0,8%) e um acréscimo no número de feridos: +54 feridos graves (+2,5%) e +939 feridos ligeiros (+2,5%).

Ø Em 2015, em média, registou-se uma vítima mortal e seis feridos graves por dia.

Ø A nível distrital, constata-se que o número de vítimas mortais sofreu um agravamento nos distritos de Aveiro, Beja, Braga, Faro, Guarda, Portalegre e Setúbal, manteve-se constante em Leiria e Viseu e apresentou uma redução nos restantes distritos, sendo que Bragança, Viana do Castelo e Vila Real foram os que evidenciaram decréscimos mais relevantes, em termos percentuais.

Ø Ainda no que concerne ao número de vítimas mortais, é de referir que os distritos de Lisboa e Porto apresentaram uma redução de mortos de 11,7% e 20,3%, respetivamente.

Ø No caso dos feridos graves, verificou-se um aumento em 9 distritos (Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Portalegre, Viana do Castelo e Viseu) e uma redução nos outros nove, destacando-se Bragança (-24% feridos graves) e o Porto (-15%).

Sinistralidade em 2015

ACIDENTES MORTOS FERIDOS GRAVES
2013 2014 2015 2013 2014 2015 2013 2014 2015
Aveiro 9.670 9.680 9.773 47 17 53 137 125 116
Beja 1.913 1.959 1.992 29 20 35 67 105 94
Braga 10.074 10.181 10.542 35 28 33 163 204 188
Bragança 1.328 1.254 1.270 6 15 3 55 59 45
C. Branco 1.605 1.515 1.610 22 17 13 92 86 88
Coimbra 4.768 4.939 5.323 24 41 22 61 66 91
Évora 1.527 1.475 1.487 21 15 11 69 41 69
Faro 8.365 8.338 9.490 21 29 36 146 134 168
Guarda 1.506 1.496 1.449 12 8 9 53 62 56
Leiria 5.963 6.325 6.716 31 33 33 160 144 170
Lisboa 24.721 24.571 25.657 69 60 53 350 344 348
Portalegre 1.022 1.150 1.095 18 8 10 53 68 76
Porto 21.009 21.856 22.723 63 64 51 198 213 180
Santarém 4.811 4.731 4.961 33 30 28 158 168 161
Setúbal 8.651 8.716 9.244 42 28 45 125 163 155
V. Castelo 2.724 2.798 2.913 10 23 9 50 41 51
Vila Real 2.288 2.118 2.212 11 20 8 44 60 54
Viseu 4.090 4.129 4.343 24 26 26 73 69 96
Total 116.035 117.231 122.800 518 482 478 2.054 2.152 2.206
2013 2014 2015
Feridos Leves 36.818 37.019 37.958

Acidentes (Antenas: 2013, 2014, 2015)

Vítimas (BEAV’s: 2013, 2014, janeiro a junho de 2015; Antenas: julho a dezembro de 2015)

Conceitos:

1. Acidente na via pública ou que nela tenha origem envolvendo pelo menos um veículo em movimento, do conhecimento das entidades fiscalizadoras (GNR e PSP) e da qual resultem vítimas e/ou danos materiais

2. Vítima cujo óbito ocorre no local do acidente ou durante o respetivo transporte até à unidade de saúde.

3 Vítima de acidente cujos danos corporais obriguem a um período de hospitalização superior a 24 horas.

INFO N.º 01/2016

Gabinete de Imprensa da ANSR

06 de janeiro de 2016

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ANSR parceira do Lisbon Motorcycle Film Fest

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A ANSR associa-se, uma vez mais, ao Lisbon Motorcycle Film Fest - destinado aos amantes das duas rodas e do cinema - que decorre no Cinema São Jorge, em Lisboa, de 1 a 4 de junho.

A ação da ANSR neste
evento, nos dias 3 e 4 de junho, centra-se na sensibilização para os
perigos da condução sob a influência do álcool, desafiando os visitantes a
utilizar uns óculos que simulam este comportamento de risco na condução.

Também serão divulgadas
mensagens de segurança rodoviária, dirigidas particularmente aos motociclistas
e aos cuidados que devem adotar na estrada.

Acelere nas pistas e
não na estrada

A ANSR lembra que, antes
de arrancar, é importante verificar as condições de segurança do seu
motociclo
:

  • Modere a velocidade e
    mantenha a distância de segurança.
  • Utilize luvas, blusão com
    proteções e botas que protejam os tornozelos.
  • Quando circular em grupo,
    lembre-se de adotar uma formação adequada à via, respeitando a distância de
    segurança entre veículos.
  • Conduzir ao telemóvel
    aumenta até 12 vezes a probabilidade de acidente.
  • Atenção aos ângulos
    mortos. Veja e faça-se ver.
  • Para evitar a fadiga
    combine paragens estratégicas.
  • Evite circular em grupos
    de mais de 8 pessoas e designe sempre dois líderes que controlem a formação.

Sobre o Lisbon
Motorcycle Film Fest

É um evento cultural de
dimensão internacional que durante quatro dias celebra, no mais emblemático
cinema de Portugal, o Cinema São Jorge, duas paixões: motos e filmes.

Desde 2016 que o Lisbon
Motorcycle Film Fest
, também conhecido por LxMFF, promove a
criatividade proporcionando uma oportunidade única para os construtores e
customizadores de motos, pilotos, artistas, realizadores e atores, mostrarem a
sua arte, a sua paixão por motos.

Além da exibição dos
filmes, o programa é composto por diversas ações, tais como Talks com
convidados nacionais e internacionais, exposição de motos, Night Ride
pelas mais belas ruas da cidade de Lisboa e pela transmissão em direto da
corrida de domingo do World SBK, no grande ecrã do Cinema São Jorge.

Saiba mais em https://www.lxmff.com

Veja aqui​ o relatório de participação.​

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ANSR assinala o Dia Mundial da Criança

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A ANSR celebra o Dia Mundial da Criança, relembrando a importância de todas as crianças sentirem-se seguras no ambiente rodoviário.

A prevenção rodoviária começa
desde pequenino. Neste sentido, destacamos as seguintes mensagens-chave
dirigidas aos mais novos:

  • Não brinques nem jogues junto à estrada. Podes colocar-te em perigo ou
    provocar acidentes. 
  • Participa na segurança rodoviária perto de casa e na tua escola. Fica
    atento a situações perigosas para prevenir acidentes. Dá o
    exemplo!
  • ​Conheces as regras de trânsito e já as colocas em prática:

- Circulas em segurança a pé, de bicicleta, patins,
skate ou trotineta;

- Tens comportamentos responsáveis e seguros;

- Proteges-te e ajudas a proteger os outros.

Parabéns! És uma criança 5 estrelas!

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ANSR no programa de TV “Sociedade Civil” sobre Perigos do Álcool

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O consumo de álcool, culturalmente aceite em Portugal, tem consequências muito negativas na saúde pública.

Os Perigos do Álcool â€‹
foram o tema central do programa da RTP2 “Sociedade Civil”, que contou com a intervenção de Ana Coroado, psicóloga da
Divisão de Observatório de Segurança Rodoviária da Unidade de Prevenção e
Segurança Rodoviária da ANSR.

Ana Coroado realçou que, o
álcool tem efeitos/consequências muito rápidos na condução; a condução é uma atividade complexa
com a exigência de múltiplas tarefas sequenciais, que requer que o condutor
esteja na plena posse de todas as suas capacidades; o efeito do álcool no
organismo leva à diminuição de capacidades essenciais para o exercício da
condução em segurança; e, uma taxa de álcool no sangue
de 0,5 g/l, duplica o risco de sofrer um acidente grave ou
mortal.

O jornalista Luís Castro conduziu
o debate, em estúdio e via Skype, no qual participaram Manuel Cardoso,
subdiretor geral do SICAD, Joana Teixeira, presidente da Sociedade Portuguesa
de Alcoologia e José Presa, médico hepatologista e presidente da APEF.

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ANSR promove ação de sensibilização na Escola de Condução Coimbra da Pontinha

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​A ANSR dinamizou uma ação de sensibilização sobre prevenção e segurança rodoviárias, no dia 22 de maio, na Escola de Condução Coimbra da Pontinha.

Esta iniciativa
alertou para as consequências nefastas da condução sob o efeito de álcool,
substâncias psicotrópicas e fadiga.

A
realização desta dinâmica possibilitou a cerca de 60 participantes, entre
alunos, instrutores e funcionários da Escola,
experienciarem a utilização, em ambiente seguro, de óculos de simulação
daqueles comportamentos de risco na condução, muito frequentes entre os jovens.

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Lançamento da Campanha “Taxa Zero ao Volante”

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A ANSR, a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam hoje, dia 23 de maio, a Campanha de Segurança Rodoviária “Taxa Zero ao Volante”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2023.

A decorrer entre os dias
23 e 29 de maio, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para os
riscos da condução sob a influência do álcool.

Um em cada três
condutores mortos em acidentes de viação apresenta uma taxa de álcool no sangue
igual ou superior a 0,5 g/l e três em cada quatro destes condutores apresentam
uma taxa igual ou superior a 1,2 g/l.

Vários estudos
científicos demonstram que conduzir sob a influência do álcool causa várias
perturbações, designadamente, ao nível cognitivo e do processamento de
informação, bem como alterações na capacidade de reagir aos imprevistos, e
descoordenação motora.

O álcool também diminui o
campo visual, provocando a chamada visão em túnel. Esta perda de capacidades,
bem como as alterações de comportamento que podem levar a estados de euforia e
desinibição, aumentam de forma muito significativa o risco de envolvimento em
acidentes rodoviários.

A campanha “Taxa Zero ao
Volante” integrará:

â–ª Ações de sensibilização
da ANSR em território continental e dos serviços das administrações regionais
da Região Autónoma dos Açores e da Região Autónoma da Madeira;

â–ª Operações de
fiscalização, pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos
com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o Plano Nacional de Fiscalização
2023, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de
acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos
condutores no que tange à condução sob a influência do álcool.

As ações de
sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas
seguintes localidades:

â–ª Dia 23 de maio, às
15h00: IC 2 – Casal Machado;

â–ª Dia 24 de maio, às
16h00: Largo de Camões, Faro;

â–ª Dia 25 de maio, às
15h00: EN 260, km 0 (Rotunda da Força Aérea), Beja;

â–ª Dia 26 de maio, às
14h30: Avenida do Bonfim, Portalegre;

â–ª Dia 29 de maio, às
14h00: EN 4, Km 143, Évora.

A ANSR, a GNR e a PSP
relembram que a condução sob a influência do álcool é um risco para a sua
segurança e dos outros:

â–ª Com uma taxa de álcool
no sangue de 0,5 g/l o risco de sofrer um acidente grave ou mortal duplica;

â–ª Os acidentes que
decorrem da condução sob a influência do álcool são particularmente graves.

A sinistralidade
rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser
evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.​

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ANSR participa na 20.ª reunião do PIN Panel em Bruxelas

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária participou, no dia 24 de junho, em Bruxelas, na 20.ª reunião do Painel do Índice de Desempenho em Segurança Rodoviária — PIN Panel, promovida pelo European Transport Safety Council.

A ANSR esteve representada por Pedro Ladeira, diretor da Unidade de Prevenção e Segurança Rodoviária, e por Augusto Torbay, chefe da Divisão do Observatório de Segurança Rodoviária.

A reunião reuniu representantes nacionais e especialistas europeus para analisar a evolução das políticas de segurança rodoviária, partilhar experiências e definir prioridades para os próximos trabalhos do programa PIN.

Entre os temas abordados estiveram a melhoria da informação sobre feridos graves, a segurança rodoviária relacionada com o trabalho, os indicadores europeus de desempenho, a avaliação da segurança das infraestruturas, a proteção dos motociclistas e a aplicação da abordagem de Sistema Seguro.

No âmbito da atualização dos países participantes, a ANSR apresentou a evolução recente da sinistralidade em Portugal, o lançamento do Portal do Observatório de Segurança Rodoviária, que disponibiliza informação atualizada diariamente, e a aprovação da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária — Visão Zero 2030.

A participação permitiu reforçar a presença de Portugal nas redes europeias de acompanhamento e comparação do desempenho em segurança rodoviária, bem como identificar conhecimentos e instrumentos com potencial aplicação no contexto nacional.

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ANSR participa na primeira sessão ZLT Aveiro Talks dedicada à experimentação e inovação em ambiente real

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) participou, no dia 18 de junho de 2026, na primeira sessão da iniciativa ZLT Aveiro Talks, realizada no Parque de Ciência e Inovação da Região de Aveiro.

A ANSR esteve representada por Rute Sousa, Coordenadora do Núcleo da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária da Divisão do Observatório de Segurança Rodoviária, da Unidade de Prevenção e Segurança Rodoviária, que integrou a mesa-redonda dedicada ao tema “Experimentar, regular e inovar em ambiente real: que condições para o desenvolvimento das ZLT?”.

A sessão reuniu representantes da Agência Nacional de Inovação (ANI), da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), da ANSR e do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), promovendo uma reflexão conjunta sobre os desafios, as oportunidades e as condições necessárias à realização de testes e à experimentação de soluções inovadoras em contexto real.

Durante a mesa-redonda foram abordadas matérias relacionadas com a articulação entre inovação, regulação, segurança e atuação das entidades públicas, bem como a importância da cooperação institucional na criação de ambientes adequados ao desenvolvimento, teste e validação de novas tecnologias e soluções.

A participação da ANSR permitiu destacar a importância de integrar a segurança rodoviária desde as primeiras fases de conceção e experimentação de soluções de mobilidade, assegurando que a inovação tecnológica contribui efetivamente para a prevenção da sinistralidade, para a proteção dos utilizadores da via pública e para a construção de um sistema rodoviário cada vez mais seguro.

As Zonas Livres Tecnológicas constituem espaços destinados à experimentação de tecnologias, produtos, serviços e modelos inovadores em ambiente real ou próximo do real, permitindo aproximar entidades públicas, reguladores, empresas, investigadores e promotores de testes.

Promovida pela Zona Livre Tecnológica de Aveiro, a iniciativa ZLT Aveiro Talks pretende afirmar-se como um espaço regular de proximidade, diálogo e partilha de conhecimento entre a administração pública, entidades reguladoras e técnicas, empresas, investigadores, promotores de testes e a comunidade.

A presença da ANSR nesta primeira sessão reforçou o compromisso da Autoridade com a inovação responsável, a cooperação interinstitucional e o desenvolvimento de soluções baseadas em conhecimento e evidência, orientadas para uma mobilidade mais segura e sustentável.

Créditos fotográficos: Diário de Aveiro / Eduardo Pina​

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