Notícias sobre segurança rodoviária

Balanço da Campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”

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​Terminou ontem a campanha de segurança rodoviária “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, da responsabilidade da ANSR, GNR e PSP, que decorreu entre os dias 3 e 10 de outubro.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2022, a campanha foi divulgada nos meios digitais e através de cinco ações de sensibilização da ANSR no Continente, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, Lisboa, Évora, Faro, Setúbal e Coimbra. Idênticas ações ocorreram nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

Na campanha foram sensibilizados 757 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente e provoca um aumento no tempo de reação a situações imprevistas superior ao efeito de uma taxa de álcool no sangue de 0,8 g/l.
  • A distração ocorre quando duas tarefas mentais, conduzir e utilizar o telemóvel, são executadas ao mesmo tempo, o que provoca lapsos de atenção e erros de avaliação;
  • O uso de aparelhos eletrónicos durante a condução causa dificuldade na interpretação da sinalização e desrespeito das regras de cedência de passagem, designadamente em relação aos peões.

Nestas ações de proximidade com o cidadão, a ANSR partilhou dados estatísticos relativamente ao uso indevido do telemóvel durante a condução. A exibição de um vídeo impactante sobre a temática levou a uma perceção mais real das consequências deste comportamento. No final das ações foi distribuído um flyer com informações sobre as estatísticas e os estudos relacionados com esta temática, bem como as consequências legais dos comportamentos infratores.

Durante as operações das Forças de Segurança, realizadas entre os dias 3 e 10 de outubro, foram fiscalizados presencialmente em Portugal 57.840 veículos, tendo sido registado um total de 14.945 infrações, das quais 976 relativas ao uso indevido do telemóvel durante a condução.

No período da campanha, de 3 a 10 de outubro de 2022, registou-se um total de 2.769 acidentes, de que resultaram 15 vítimas mortais, 51 feridos graves e 878 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2021, verificaram-se menos 122 acidentes, mais 6 vítimas mortais, menos 1 ferido grave e menos 65 feridos leves.

Comunicado de Balanço da campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”

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ANSR no lançamento do jogo digital educativo Neuropal

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​Decorre hoje às 14 horas, no festival internacional de ciência FIC.A, no Espaço Hub-ACT em Porto Salvo, o lançamento do jogo de ação digital NeuroPal, um jogo que promete revolucionar a forma como percecionamos situações de risco.

Mais do que um jogo educacional digital, o Neuropal é um jogo sobre segurança e sistema nervoso, que alia conhecimento e tecnologia em prol da segurança rodoviária.

Tem como objetivo ajudar crianças entre os 5 e os 12 anos a reconhecer situações de risco e a adotar comportamentos seguros que possam prevenir acidentes, ao mesmo tempo que explora a anatomia do sistema nervoso e as importantes funções que ele desempenha.

O jogo está disponível em português, espanhol e inglês para download gratuito para Android e IOS nas App Stores e no site http://www.neuro-pal.org, que disponibiliza materiais educativos adicionais.

O NeuroPal, financiado pela Fundação “la Caixa” e pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, foi desenvolvido por uma equipa multidisciplinar, coordenada pela investigadora Leonor Saúde, do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (iMM) e por Joana Barros, coordenadora da Associação Viver a Ciência.

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Campanha “Fátima segura, depende de todos”

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​A ANSR lança hoje a campanha “Fátima segura, depende de todos”. A decorrer entre os dias 07 e 13 de outubro, tem como objetivo alertar condutores e peregrinos para a necessidade de todos adotarem comportamentos seguros, de forma a garantir uma coexistência sem acidentes nas estradas.

A campanha é divulgada nos meios digitais da ANSR, através de mensagens de alerta, com enfoque nos comportamentos a adotar com vista à proteção dos utilizadores vulneráveis.

A ANSR convidou também vários parceiros a associarem-se a esta campanha, nomeadamente as Forças de Segurança, o INEM, a ANEPC, a Direção Geral de Saúde, a Conferência Episcopal Portuguesa, a Cruz Vermelha Portuguesa e vários Municípios.

Para que o caminho para Fátima seja seguro, nunca é demais relembrar as principais mensagens.

Os peregrinos devem:

  • Caminhar pelos passeios ou, na sua ausência, pelas bermas, o mais próximo possível das casas e o mais afastado da via de trânsito;
  • Caminhar no sentido contrário ao do trânsito, de frente para os veículos;
  • Utilizar roupas claras e coletes refletores, mesmo durante o dia;
  • Caminhar em fila única;
  • Atravessar nas passagens para peões e, quando tal não for possível, escolher um local com boa visibilidade, e atravessar perpendicularmente à estrada;
  • Evitar o uso do telemóvel e de auscultadores;
  • Fazer pausas para descansar. O cansaço diminui as capacidades físicas e de perceção. Prejudica a vigilância, a atenção e a reação, muito importantes para quem anda na estrada.
  • Utilizar calçado confortável e garantir a hidratação, ingerindo líquidos.

Os condutores devem:

  • Moderar a velocidade: a 30Km/h, a probabilidade de um atropelamento resultar em morte é de 10%. A 50Km/h, essa probabilidade dispara para os 80%;
  • Guardar uma distância lateral mínima de 1,5 m dos peões que circulem ou se encontrem na berma;
  • Circular com os médios acesos, em especial na passagem por locais em que seja provável a presença de peregrinos;
  • Redobrar a atenção, prevenindo a eventual distração de um/a peregrino/a;
  • Ter especial cuidado com crianças e idosos.
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    Campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”

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    ​A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam a Campanha de Segurança Rodoviária “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2022.

    A decorrer entre os dias 3 e 10 de outubro, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução. Em 2021 foram detetadas 24.306 infrações relativas ao manuseamento do telemóvel durante a condução, o que representa um aumento de 5,5% relativamente ao ano anterior. É urgente travar este comportamento.

    A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente, causando um aumento no tempo de reação aos imprevistos.

    A campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar” integrará uma componente de sensibilização, levada a cabo pela ANSR, assim como operações de fiscalização, pela GNR e pela PSP. As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:

    • Dia 3 de outubro, às 14h30: Rotunda da República da Colômbia (Rotunda expo/Ford expo) - Lisboa;
    • Dia 4 de outubro, às 09h00: EN114, Km 181, Azinhal – Évora;
    • Dia 6 de outubro, às 16h00: Rotunda do Teatro Municipal – Faro;
    • Dia 7 de outubro, às 15h00: Rotunda das Oliveiras, Quinta do Anjo – Setúbal;
    • Dia 10 de outubro, às 14h00: Rotunda da Fucoli e/ou Rotunda da Estação Velha – Coimbra.

    O Plano Nacional de Fiscalização, elaborado pela ANSR de acordo com a recomendação europeia 2004/345/CE, é um instrumento fundamental para o combate à sinistralidade rodoviária e prevê a realização de campanhas de sensibilização em simultâneo com operações de fiscalização em locais onde ocorrem regularmente infrações que representam um risco acrescido para a ocorrência de acidentes.

    Comunicado de lançamento da campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”.

    Consulte o Flyer da campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”.

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    A ANSR associa-se ao o movimento “Prometo Viver”

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    ​A ANSR associou-se à homenagem a Gonçalo Assunção, navegador de rally de 24 anos, que morreu recentemente, na sequência de um grave acidente de viação. O evento decorreu no passado dia 30 de setembro, no Teatro das Figuras, em Faro, e teve como objetivo prestar homenagem não só ao Gonçalo, como a todos os que perderam a vida na estrada.

    Para o evento, o Presidente da ANSR, Rui Ribeiro, deixou uma mensagem onde lembra o legado do Gonçalo Assunção, afirmando que a sua vida “continua, agora com um legado de obra em construção. E nenhum legado poderia ser melhor do que Salvar Vidas!”, disse. E concluiu que “o Gonçalo inspira-nos a irmos mais longe: na mensagem, na abordagem inclusiva, na capacidade de juntar vontades, de unir a música, a arte, o automobilismo, todos nós, nesta missão nobre de chegarmos às Zero Mortes na estrada”.

    O evento solidário contou com a adesão de muitos participantes,  grandes nomes da música, várias atuações e stand-up story, bem como com vídeos de sensibilização cedidos pela ANSR.

    Tendo como foco a prevenção e segurança rodoviária, as receitas do evento reverteram, na sua totalidade, para apoiar a Associação Salvador, instituição que luta diariamente para promover a inclusão das pessoas com deficiência motora na sociedade, ao mesmo tempo que sensibiliza a sociedade para temas como a igualdade de oportunidades, as acessibilidades e a prevenção rodoviária.

    Visualize aqui a mensagem do presidente da ANSR.

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    ANSR na 5ª edição do Portugal Mobi Summit 2022

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    ​De 28 a 30 de setembro está a decorrer a 5ª edição do Portugal Mobi Summit 2022, subordinada ao tema “A mobilidade como motor do desenvolvimento”.

    O Presidente da ANSR, Rui Ribeiro, integra o painel de oradores da Cimeira e participou ontem, dia 29, no painel “A segurança num novo ecossistema de mobilidade”, ao lado de Manuel Melo Ramos, COO da Brisa Autoestradas de Portugal e de Marcelo Sousa, Diretor de Business Performance & Intelligence da Fidelidade, numa conversa moderada por Pedro Cruz, da TSF.

    No debate sobre a segurança num novo sistema de mobilidade, mereceu consenso que os novos meios de mobilidade suave trazem novos desafios rodoviários e que o objetivo Zero Mortes na estrada deve contar com o envolvimento de toda a sociedade.  

    Perante o “boom” de utilização de meios de transportes suaves nas cidades, como as trotinetes, Rui Ribeiro referiu que os problemas devem ser bem geridos, mas que para isso importa estudar mais, recolher mais dados sobre o que motiva esses acidentes. Acrescentou ainda que a ANSR está a iniciar este trabalho e que servirá de base a campanhas de sensibilização direcionadas a quem motiva e a quem é vítima desta tipologia de acidentes.

    Rui Ribeiro considerou a meta das Zero Mortes ambiciosa, mas possível, desde que haja uma atuação concertada entre a melhoria nas infraestruturas, a automação dos veículos e a mudança de comportamentos na estrada. E acredita que a resposta mais efetiva passa pela reeducação, mas acima de tudo por uma maior tolerância na estrada. Paralelamente, disse que “deve haver um maior compromisso político em tornar a segurança rodoviária uma prioridade para o país”.

    Numa nota final, Rui Ribeiro realçou a necessidade das pessoas ganharam consciência de que não são imunes aos acidentes. Na realidade ”só damos conta da realidade da segurança quando existe uma acidente que envolve a nossa  família ou pessoas mais próximas (…) e isso tem de mudar”.

    Assista ao debate aqui.

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    ANSR divulga relatório da European Transport Safety Council (ETSC)

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    ​A ANSR divulga o relatório da European Transport Safety Council (ETSC), que apela à adoção de novas ações e metas específicas para proteger as crianças, uma vez que mais de 6.000 crianças com idades até aos 14 anos morreram, entre 2011 e 2020, em colisões rodoviárias na União Europeia (UE).

    O relatório revela que cerca de 5% de todos os feridos graves rodoviários na UE são crianças, um dos grupos de utilizadores vulneráveis das estradas.

    Portugal está, desde 2011, no grupo de países, como os Países Baixos e a Polónia, que alcançaram uma redução anual de cerca de 7% de crianças gravemente feridas em acidentes rodoviários.

    Entre as cerca de 40 recomendações aos governos nacionais e à UE, o ETSC apela a que sejam criados percursos seguros para ciclistas e peões a caminho das escolas. De acordo com o novo estudo, apenas sete países da Europa relataram estabelecer limites de velocidade mais baixos obrigatórios nas zonas envolventes das escolas. O ETSC diz que as estradas que circundam equipamentos para crianças e áreas urbanas com muitos ciclistas e peões devem ser projetadas para 30 km/h e volumes de tráfego reduzidos. O limite de velocidade padrão nessas estradas deve ser de 30 km/h, mesmo nos casos onde os critérios de conceção destas zonas de velocidade reduzida ainda não tenham sido alcançados e o ETSC apela à UE que faça disso uma recomendação formal.

    Apesar de nos últimos anos ter havido grandes avanços na segurança dos automóveis, quase metade do número total de mortes de crianças ocorrem em viagens de automóvel. Os dados disponíveis sobre o uso correto de sistemas de retenção para crianças (cadeirinhas) em automóveis em toda a UE são limitados, mas os estudos têm mostrado que o uso incorreto continua a ser um problema significativo. A partir de 1 de setembro de 2024, apenas os sistemas de retenção para crianças (cadeirinhas) que cumprem a nova norma UN ‘R129’ poderão ser vendidos no mercado da UE. Estes sistemas são de conceção mais segura e só podem ser utilizados com sistema ISOFIX, reduzindo os riscos de instalação incorreta. O fornecimento de pontos de ancoragem ISOFIX é obrigatório em veículos novos na UE desde 2014. O ETSC afirma que as cadeiras voltadas para trás devem ser obrigatórias pelo tempo que for possível, de preferência até que a criança tenha quatro anos de idade. Os sistemas de retenção para crianças devem estar sujeitos a taxas reduzidas de IVA.

    Para incentivar a utilização de sistemas de retenção para crianças, a Diretiva da UE 77/388/CEE inclui cadeiras para crianças na categoria "produto essencial", na qual o IVA pode ser cobrado a uma taxa inferior.

    Contudo, apenas alguns Estados-Membros da UE tiraram partido da possibilidade de reduzir o IVA para os dispositivos de retenção para crianças, tornando-os assim mais acessíveis para todos os pais. Portugal pertence ao grupo de países em que o IVA sobre as cadeiras para crianças foi reduzido para 5%, ao lado do Chipre, Polónia e Reino Unido.

    Com a UE prestes a rever as regras sobre as cartas de condução no corrente ano, o ETSC apela também à formação teórica e prática obrigatória, bem como a um teste prático, para obter uma carta de condução de ciclomotor (AM). O ETSC também alerta que 16 países europeus permitem que crianças andem de ciclomotor aos 14 ou 15 anos, apesar da idade mínima recomendada pela UE ser de 16 anos. Acima dos 14 anos, 20% das mortes de crianças nas estradas são condutores de ciclomotores, a grande maioria do sexo masculino. O ETSC considera que a idade mínima recomendada pela UE para conduzir não deve ser reduzida em qualquer categoria de veículo.

    Os autores deste estudo encontraram grandes diferenças na segurança das crianças entre os países. A taxa de mortalidade infantil rodoviária na Roménia é dez vezes maior do que na Noruega, Chipre e Suécia. Nos países onde a mortalidade infantil rodoviária é relativamente baixa, o mesmo acontece com a restante população e vice-versa. Nos casos onde não se verifica esta relação, o facto das crianças nesses países serem transportadas por outras pessoas para a escola e outras atividades, em vez de serem autorizadas a viajar sozinhas de bicicleta ou a pé, poderão, pelo menos parcialmente, justificar esta diferença.

    O relatório completo “Redução das mortes de crianças nas estradas europeias”, publicado como parte do programa ETSC Road Safety Performance Index, pode ser consultado aqui.

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    ANSR recebe delegação da Polícia albanesa

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    A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária recebeu ontem uma visita de estudo da polícia albanesa, composta por Altin Qato, Diretor de Transito da Polícia Albanesa, Fetah Guri, Chefe da Divisão de Segurança no Trânsito do Departamento de Polícia de Trânsito, e Altin Mena, Chefe da Divisão de Polícia de Trânsito da Direção Regional de Polícia de Lezha, para uma apresentação subordinada ao tema: Policiamento de proximidade e trânsito/Segurança Rodoviária.

    Esta visita teve como objetivo apresentar à comitiva albanesa o trabalho que é desenvolvido pela ANSR no combate à sinistralidade rodoviária, através do contributo em matéria de prevenção e segurança rodoviária, fiscalização e contraordenações, desenvolvimento organizacional, comunicação e inovação.

    Foi também abordada a relação com as Forças de Segurança, designadamente, a articulação com a Polícia de Segurança Pública (PSP) no âmbito das ações de sensibilização e fiscalização, que também envolvem a Guarda Nacional Republicana (GNR), integradas no Plano Nacional de Fiscalização de 2022

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    “ANSR apoia o programa 100% Cool”

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    ​Para assinalar a Semana a Semana Europeia da Mobilidade e os 20 anos do programa 100% Cool, decorreu ontem, no Saldanha, uma ação que contou com uma operação de fiscalização levada a cabo pela Polícia de Segurança Publica (PSP). O programa conta com o apoio institucional da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e é promovido pela ANEBE (Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas) e pela Polícia de Segurança Pública (PSP).

    A campanha contou com uma operação de fiscalização levada a cabo pela PSP, na qual os condutores 100% cool, ou seja, com 0% de Taxa de Álcool no Sangue (TAS), recebem um Kit 100% Cool, uma oferta que reconhece e valoriza o comportamento seguro e responsável ao volante.

    O conceito de “Condutor 100% Cool” foi lançado em Portugal em 2002 pela ANEBE, com o objetivo de reduzir a sinistralidade rodoviária decorrente do consumo de álcool junto dos mais novos, tendo desde então, uma adesão bastante positiva. Os jovens condutores fiscalizados que apresentem uma TAS de 0,0 g/l, são premiados.

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    Balanço da campanha “Cinto-me vivo”

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    ​Terminou ontem a campanha de segurança rodoviária “Cinto-me Vivo”, da responsabilidade da ANSR, GNR e PSP, que decorreu entre os dias 12 e 19 de setembro.

    Inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2022, a campanha foi divulgada nos meios digitais e através de cinco ações de sensibilização da ANSR no Continente, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, em Bragança, Viseu, Vila Real, Viana do Castelo e Portalegre. Idênticas ações ocorreram na Região Autónoma da Madeira.

    Na campanha foram sensibilizados 364 condutores e passageiros, no Continente e na Região Autónoma da Madeira, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

    • Utilize sempre o cinto de segurança, em todos os lugares do veículo, e em todos os percursos, mesmo nos de curta distância;
    • Utilize o capacete de modelo aprovado, devidamente ajustado e apertado;
    • Utilize sempre uma cadeirinha homologada, devidamente instalada, e adaptada à altura e peso da criança;

    Nestas ações de proximidade com o cidadão, a ANSR partilhou dados estatísticos e resultados de estudos sobre as consequências da não utilização ou utilização indevida dos dispositivos de segurança. A exibição de um vídeo impactante sobre a temática levou a uma perceção mais real das consequências deste comportamento. No final das ações foi distribuído um flyer com informações relevantes, incluindo as consequências legais dos comportamentos infratores.

    Durante as operações das Forças de Segurança, realizadas entre os dias 12 e 19 de setembro, foram fiscalizados presencialmente em Portugal 95.073 veículos, tendo sido registado um total de 20.365 infrações, das quais 966 relativas à não utilização ou utilização incorreta dos dispositivos de segurança.

    No período da campanha, de 12 a 19 de setembro de 2022, registou-se um total de 3.183 acidentes, de que resultaram 9 vítimas mortais, 63 feridos graves e 1.048 feridos leves.

    Relativamente ao período homólogo de 2021, verificaram-se mais 376 acidentes, mais 2 vítimas mortais, menos 10 feridos graves e mais 191 feridos leves.

    Comunicado de Balanço da Campanha "Cinto-me Vivo"

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