Notícias sobre segurança rodoviária

Balanço da Campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”

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Balanço da Campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”.

​A Campanha de Segurança Rodoviária “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre os dias 28 de novembro e 4 de dezembro e teve como objetivo alertar os condutores para as graves consequências do manuseamento do telemóvel durante a condução.

Esta campanha contou, uma vez mais, com a participação dos serviços das administrações regionais da Região Autónoma dos Açores e da Região Autónoma da Madeira na realização de ações de sensibilização, completando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2023, esta campanha foi divulgada nos meios digitais, nos Painéis de Mensagem Variável e através de quatro ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP em Alverca, em Chaves, em Bragança e no Porto. Na Região Autónoma dos Açores e na Região Autónoma da Madeira, também foram realizadas ações de fiscalização e sensibilização.

Na campanha foram sensibilizados 354 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente e provoca um aumento no tempo de reação a situações imprevistas superior ao efeito de uma taxa de álcool no sangue de 0,8 g/l.
  • A distração ocorre quando duas tarefas mentais, conduzir e utilizar o telemóvel, são executadas ao mesmo tempo, o que provoca lapsos de atenção e erros de avaliação;
  • O uso de aparelhos eletrónicos durante a condução causa dificuldade na interpretação da sinalização e desrespeito pelas regras de cedência de passagem, designadamente em relação aos peões.

Durante as operações das Forças de Segurança, realizadas entre os dias 28 de novembro e 4 de dezembro, foram fiscalizados presencialmente em Portugal 47,8 mil veículos, tendo sido registado um total de 10,9 mil infrações, das quais 427 relativas ao uso indevido do telemóvel durante a condução.

Número
de veículos fiscalizados
Infrações
por uso indevido do telemóvel
GNR 34 939 330
PSP 12 827 97
Total 47 766 427

No período desta campanha registou-se um total de 2.937 acidentes, de que resultaram 6 vítimas mortais, 38 feridos graves e 814 feridos leves. 

Relativamente ao período homólogo de 2022, verificaram-se mais 244 acidentes, menos 1 vítima mortal, mais 13 feridos graves e mais 94 feridos leves.

Os acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Vila Real, Braga, Viana do Castelo, Porto, Aveiro e Setúbal.

As 6 vítimas mortais, 5 das quais do sexo masculino, tinham idades entre 18 e 74 anos. 

Estas vítimas mortais resultaram de 3 atropelamentos e 3 despistes, envolvendo ao todo 4 veículos ligeiros, 1 veículo pesado, 1 motociclo e 1 ciclomotor.

Os atropelamentos verificaram-se em 2 estradas nacionais e 1 arruamento, enquanto os despistes ocorreram em 2 arruamentos e 1 ecopista.

Esta foi a última das 11 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2023. 

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos. 

Destas onze campanhas que decorreram este ano, foram realizadas 48 ações, durante as quais mais de 4 mil pessoas foram sensibilizadas presencialmente. Quanto a ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados presencialmente foi superior a 540 mil e cerca de 10 milhões de veículos foram fiscalizados através de radares.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Comunicado da campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”

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Balanço da Campanha “Viajar sem pressa”

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​A Campanha de Segurança Rodoviária “Viajar sem pressa”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre os dias 3 e 9 de outubro e teve como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, dado que esta é uma das principais causas dos acidentes nas estradas.

Esta campanha contou, uma vez mais, com a participação dos serviços da administração regional da Região Autónoma dos Açores na realização de ações de sensibilização, completando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2023, a campanha foi divulgada nos meios digitais, nos Painéis de Mensagem Variável e através de quatro ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, em Lisboa, Évora, Leiria e Setúbal. Idênticas ações ocorreram na Região Autónoma dos Açores.

A primeira ação de sensibilização e de fiscalização, que teve lugar na Av. Padre Cruz, em Lisboa, no dia 3 de outubro, contou com a presença da Secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar.

Na campanha “Viajar sem pressa” foram sensibilizados 286 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • A velocidade é a principal causa de um terço de todos os acidentes mortais;
  • Quanto mais rápido conduzimos, menos tempo dispomos para imobilizar o veículo, quando algo de inesperado acontece;
  • Numa viagem de 20 km, aumentar a velocidade de 50 para 60 km/hora, permite ganhar apenas 4 minutos. Viaje sem pressa.

Durante as operações das Forças de Segurança no âmbito desta campanha, realizadas entre os dias 3 e 9 de outubro, foram fiscalizados em controlo de velocidade por radar 4,1 milhões de veículos, 94,8% dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

Dos veículos fiscalizados, 17,4 mil circulavam com excesso de velocidade, dos quais 3,3 mil foram detetados pelos radares das Forças de Segurança e 14,1 mil pelos da ANSR:

Nº de veículos fiscalizados por radar Infrações por excesso de velocidade
ANSR 3 870 916 14 062
GNR 112 862 2 076
PSP   98 254  1 226 
Total 4 082 032 17 364

Nesta campanha, registou-se um total de 2386 acidentes, de que resultaram 10 vítimas mortais, 50 feridos graves e 733 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2022, verificaram-se menos 9 acidentes, menos 2 vítimas mortais, igual número de feridos graves e menos 39 feridos leves.

As 10 vítimas mortais, 9 das quais do sexo masculino, tinham idades compreendidas entre os 21 e os 76 anos. 

Os acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Braga (3), de Vila Real, da Guarda, de Coimbra, de Lisboa, de Santarém, de Beja e de Faro.

Estes acidentes consistiram em 6 despistes (3 motociclos, 2 tratores agrícolas e 1 veículo ligeiro), 2 colisões envolvendo 3 veículos ligeiros e 1 pesado, e ainda 2 atropelamentos (com a intervenção de 2 veículos ligeiros e um terceiro veículo em fuga). 

Os acidentes acima descritos ocorreram em 4 arruamentos, 3 estradas nacionais, 1 autoestrada, 1 estrada regional e 1 via de outro tipo.

Esta foi a nona das 11 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2023. Até ao final do ano serão realizadas mais duas campanhas, uma em novembro e outra em dezembro, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos. 

Destas nove campanhas que decorreram este ano, foram realizadas 42 ações, durante as quais mais de 3.600 pessoas foram sensibilizadas presencialmente. Quanto a ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados presencialmente foi superior a 445.000 e cerca de 10 milhões de veículos foram fiscalizados através de radares.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Comunicado do balanço da campanha "Viajar sem pressa"

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Balanço da Campanha “Cinto-me vivo”

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​A Campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me vivo”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu nos dias 12 a 18 de setembro e teve como objetivo alertar os condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre e de forma correta os dispositivos de segurança.

Esta campanha incluiu cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização realizadas pela GNR e pela PSP, nas localidades de Alenquer, de Viana do Castelo, de Celeirós, de Santarém e de Caldelas. Contou ainda com a participação do serviço das administrações regionais da Região Autónoma dos Açores e da Região Autónoma da Madeira na realização de ações de sensibilização, completando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2023, a campanha foi divulgada nos meios digitais e através de um comunicado de imprensa enviado para a comunicação social na véspera do lançamento da campanha.

Na campanha foram sensibilizados 651 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • Utilize sempre uma cadeirinha homologada, devidamente instalada e adaptada à altura e peso da criança;
  • Utilize sempre o cinto de segurança, em todos os lugares do veículo e em todos os percursos, mesmo nos de curta distância;
  • Utilize o capacete de modelo aprovado, devidamente ajustado e apertado.

Durante as operações das Forças de Segurança realizadas foram fiscalizados presencialmente 47.043 veículos, tendo sido registado um total de 11.171 infrações, das quais 714 relativas à não utilização ou utilização incorreta dos dispositivos de segurança.

Número de veículos fiscalizados Total de Infrações Infrações relativas a dispositivos de Segurança
GNR 32.239 6.678 588
PSP 14.804 4.493 126
Total 47.043 11.171 714

No período da campanha registou-se um total de 2.437 acidentes, de que resultaram 10 vítimas mortais, 46 feridos graves e 764 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2022, verificaram-se menos 560 acidentes, mais 1 vítima mortal, menos 17 feridos graves e menos 218 feridos leves.

Os acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos do Porto (2), Leiria (2), Lisboa (4), Beja e Évora.

As 10 vítimas mortais, 9 das quais do sexo masculino, tinham idades entre 10 e 83 anos.

Estas vítimas mortais resultaram de 6 despistes, 3 colisões e 1 atropelamento, em que estiveram envolvidos 10 veículos ligeiros (1 dos quais de mercadorias), 1 veículo pesado de mercadorias, 3 motociclos, 1 ciclomotor e 1 trotineta.

As vias onde ocorreram os acidentes foram em 4 arruamentos, 2 estradas nacionais, 2 estradas municipais e 2 itinerários complementares.

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Segurança Rodoviária | Balanço de 2024

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A ANSR divulga os principais resultados de sinistralidade e fiscalização rodoviárias relativos ao ano de 2024. Os dados que se apresentam são provisórios, referem-se a Portugal e resultam dos indicadores a 24 horas.

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Segurança Rodoviária | Balanço de 2024

Dados provisórios

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) divulga os principais resultados de sinistralidade e fiscalização rodoviárias relativos ao ano de 2024. Os dados que se apresentam são provisórios, referem-se a Portugal e resultam dos indicadores a 24 horas.

Ano de 2024 com menos vítimas mortais e feridos ligeiros e mais feridos graves face a 2019[1]

Em 2024, foram registadas 475 vítimas mortais, 2.675 feridos graves e 43.319 feridos leves, no Continente e nas Regiões Autónomas.

Em relação a 2019[1] – ano de referência para monitorização das metas de redução do número de mortos e de feridos graves até 2030[2] fixadas pela Comissão Europeia e por Portugal – registaram-se menos 45 vítimas mortais (-8,7%) e menos 1.634 feridos leves (-3,6%). Contudo, apuraram-se mais 143 feridos graves (+5,6%).

No Continente, registaram-se 461 vítimas mortais, 2.506 feridos graves e 41.489 feridos leves em 2024.

  • Comparando com 2015, registou-se uma diminuição das vítimas mortais (-12; -2,5%), no entanto observou-se uma tendência crescente nos feridos graves (+256; +11,4%) e nos feridos leves (+2.663; +6,9%)
  • Face a 2019, registou-se uma diminuição nas vítimas mortais (-13; -2,7%) e nos feridos leves (-1.713; -4,0%). Em contrapartida, houve mais 205 feridos graves (+ 8,9%).
  • Em comparação com o ano de 2023, observaram-se aumentos em todos os indicadores, exceto nas vítimas mortais (-6; -1,3%). Registaram-se mais 69 feridos graves (+2,8%) e mais 431 feridos leves (+1,0%).
  • Em 2024, em matéria de sinistralidade grave (vítimas mortais + feridos graves) os distritos de Beja (+20,7%), Leiria (+ 15,3%), Coimbra (+13,7%) e Braga (+13,6%) foram os que registaram as variações mais elevadas neste agregado de vítimas face ao ano anterior. Em contrapartida, Vila Real (-18,1%), Castelo Branco (-17,7%) e Viana do Castelo (-9,9%) apresentaram os decréscimos mais significativos, em contraciclo com a variação geral (+2,2%).

Condutores adotam comportamentos mais seguros e taxa de infração reduz 43,4% face a 2023

No âmbito da fiscalização, em 2024, foram fiscalizados mais de 250,1 milhões de condutores/veículos, um aumento de 78,5% em comparação com 2023, sendo que os radares SINCRO da ANSR foram responsáveis por 95,6% do total dos veículos fiscalizados, representando um aumento de 84,3% em relação a 2023.

Durante estas ações de fiscalização foram detetadas mais de 1 milhão de infrações, o que representa um aumento de 1,0% face ao ano anterior.

Contudo, a taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de veículos fiscalizados) reduziu 43,4% comparativamente com 2023, situando-se em 2024 nos 0,41%.

Relativamente à tipologia de infrações, a velocidade representou 67,9% do total das infrações, seguida das inspeções periódicas com 5,7%. Comparando com o ano anterior, as infrações por velocidade aumentaram 2,2% e as infrações relacionadas com a inspeção periódica obrigatória diminuíram 0,7%.

Taxa de infração da velocidade diminui para 0,28%

Em 2024, foram fiscalizadas 247,5 milhões de viaturas por radar tendo sido registadas 700 mil infrações, o que representou uma taxa de infração (nº de infrações de velocidade/nº de veículos fiscalizados) de 0,28%. Comparativamente a 2023, registou-se uma redução de 43,2% face à taxa de 0,50% registada no anterior.

N.º Viaturas fiscalizadas Nº de infrações Taxa de infração
ANSR 239.197.391 592.155 0,25%
GNR 6.106.836 77.416 1,27%
PSP 2.232.255 31.195 1,40%
Total 247.536.482 700.766 0,28%

Taxa de infração do álcool diminui para 1,64%

Quanto à condução sob o efeito do álcool, em 2024, foram submetidos ao teste de pesquisa de álcool 1.848.764 condutores, menos 2,4% comparativamente a 2023, tendo a taxa de infração (nº de infrações por álcool/ nº de testes efetuados) também diminuído 13,1%, de 1,89% em 2023 para 1,64% em 2024.

Detenções devido à criminalidade rodoviária baixou em 26,0%

A criminalidade rodoviária, medida em número total de detenções, baixou em 26,0%, tendo atingindo 26.737 condutores. Do total, 54,1% deveu-se ao álcool, com uma redução de 29,3% comparativamente ao verificado no ano transato.

Os dados podem ser consultados no Relatório diário de sinistralidade de 2024 de 31 de dezembro de 2024

[1] Considerando que os anos de 2020 e de 2021 registaram quebras significativas da circulação rodoviária face a 2019 e, consequentemente, na sinistralidade, a Comissão Europeia decidiu adotar este ano para fixação e monitorização das metas a atingir em 2030.

[2] As referidas metas definidas pela Comissão Europeia são respeitantes a vítimas mortais a 30 dias e a feridos graves de acordo com a classificação MAIS 3+ (escala de diagnóstico médico Maximum Abbreviated Injury Scale, severidade 3 ou superior), sendo de atender à diferente metodologia aplicada no presente relatório, ou seja, vítimas apuradas pelo critério de 24 horas.

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Balanço de Natal e Ano Novo: Mais cinco vítimas mortais e mais oito feridos graves

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No período de Natal e do fim de ano, entre 18 de dezembro de 2024 e 2 de janeiro de 2025, registaram-se 5.499 acidentes, dos quais resultaram 25 vítimas mortais, 115 feridos graves e 1.692 feridos leves.

​Campanha de Segurança Rodoviária “O melhor presente é estar presente”

Balanço de Natal e Ano Novo: Mais cinco vítimas mortais e mais oito feridos graves

No período de Natal e do fim de ano, entre 18 de dezembro de 2024 e 2 de janeiro de 2025, registaram-se 5.499 acidentes (menos 502 que no período homólogo anterior), dos quais resultaram 25 vítimas mortais (mais cinco do que em igual período do ano passado), 115 feridos graves (mais 8) e 1.692 feridos leves (mais 13).

Face ao período homólogo de 18 de dezembro de 2023 a 2 de janeiro de 2024, a sinistralidade rodoviária registada traduziu-se num aumento de 25,0% no número de vítimas mortais, de 7,5% no número de feridos graves e de 0,8% no número de feridos leves, mas teve uma diminuição de 8,4% no número de acidentes.

As 25 vítimas mortais resultaram de 25 acidentes nos distritos de Aveiro (2 vítimas mortais), Beja (1 vítima mortal), Braga (2 vítimas mortais), Castelo Branco (1 vítima mortal), Faro (3 vítimas mortais), Guarda (1 vítima mortal), Leiria (3 vítimas mortais), Lisboa (6 vítimas mortais), Porto (1 vítima mortal), Santarém (2 vítimas mortais), Setúbal (2 vítimas mortais) e Viseu (1 vítima mortal).

Nos restantes seis distritos do Continente – Bragança, Coimbra, Évora, Portalegre, Viana do Castelo e Vila Real – bem como na Região Autónoma da Madeira e na Região Autónoma dos Açores, o objetivo de zero mortos nas estradas portuguesas foi atingido.

Cerca de 64% das vítimas mortais registaram-se na Rede Municipal (16 vítimas mortais): 13 em arruamentos e 3 em Estradas Municipais. Por outro lado, aproximadamente 36% das vítimas mortais decorreram de acidentes na Rede Rodoviária Nacional (9 vítimas mortais): 4 em Estradas Nacionais, 3 em Autoestradas, 1 no Itinerário Principal e 1 em Itinerário Complementar.

Nos acidentes com vítimas mortais predominaram os despistes (16), que originaram 16 vítimas mortais (64% do total), e envolveram 8 veículos ligeiros, 7 motociclos, 1 quadriciclo e 1 veículo agrícola. Houve ainda 6 colisões, que originaram igual número de vítimas mortais e envolveram 9 veículos ligeiros, 2 motociclos e 2 velocípedes, bem como 3 atropelamentos, que envolveram 3 veículos ligeiros e que originaram 3 vítimas mortais.

As 25 vítimas mortais, 21 do sexo masculino, e quatro do sexo feminino, tinham idades entre os 19 e 76 anos.

12,1 milhões de veículos fiscalizados: um aumento de 6,3% face ao período homólogo

No período de 18 de dezembro de 2024 a 2 de janeiro de 2025, foram fiscalizados 12,1 milhões de veículos, quer presencialmente, pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pela Polícia de Segurança Pública (PSP), quer através de controlo por radar, pela GNR, pela PSP e pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), o que representou um aumento de 6,3% face ao período homólogo em que foram fiscalizados 11,4 milhões de veículos.

Do total dos veículos fiscalizados, foram registadas 65,8 mil infrações, distribuídas conforme quadro abaixo, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de condutores/veículos fiscalizados) de 0,55%, 12,7% abaixo da taxa de infração registada no período homólogo 2023/2024 (0,62%).

Total de Infrações
ANSR 30 129
GNR 28 600
PSP 7 065
Total 65 794

Relativamente à velocidade, foram fiscalizados 11,9 milhões de veículos, dos quais 10,2 milhões pelo SINCRO - Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (85,8% do total), da responsabilidade da ANSR.

Dos veículos fiscalizados por radar de velocidade, 37,8 mil circulavam com excesso de velocidade, dos quais 7,7 mil foram detetados pelos radares da GNR e da PSP e 30,1 mil pelos da ANSR, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de veículos fiscalizados) de 0,32%, inferior à registada no período homólogo (0,36%).

No que diz respeito à condução sob o efeito do álcool, foram submetidos ao teste de pesquisa de álcool 138,0 mil condutores, tendo 1.790 apresentado uma taxa de alcoolemia superior à máxima permitida, do que resultou um total de 894 detenções (taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2g/l) e 896 contraordenações rodoviárias (taxa de álcool no sangue abaixo de 1,2 g/l). A taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de testes de pesquisa de álcool realizados) foi de 1,30%, abaixo da taxa verificada no período homólogo anterior (1,48%).

Relativamente às restantes tipologias de infração, abaixo quadro resumo:

Tipo de infração N.º
Velocidade 37 844
Álcool 1 790
Habilitação legal para conduzir 363
Seguro 1 099
Inspeção periódica obrigatória 3 322
Telemóvel 635
Cinto de segurança e sist. retenção de crianças 765
Outras 19 976
Total 65 794

Cerca de 493,3 Milhões de visualizações/contactos com a campanha “O Melhor Presente é estar Presente” da ANSR

A campanha de Natal e Ano Novo “O Melhor Presente é estar Presente” da ANSR, que decorreu entre 18 de dezembro de 2024 a 2 de janeiro de 2025, contou com a parceria de mais de 368 entidades públicas e privadas, incluindo o Governo da Região Autónoma dos Açores, que se associaram na divulgação das mensagens da campanha, através dos seus sites institucionais e redes sociais próprias, rádios locais, regionais e nacionais, redes de publicidade exterior em várias cidades, através de cartazes, entre outros.

Para além dos meios dos parceiros, a campanha também esteve presente noutros formatos, designadamente TV, rádios - nacionais e regionais - imprensa regional, redes sociais, Waze, rede Multibanco, painéis Led Box da rede nacional de Estações de Serviço e Painéis de Mensagem Variável nas estradas portuguesas. 

O número estimado de visualizações/contactos da campanha é de 493,3 milhões (resultados ainda provisórios).

Nesta época, milhares de famílias estiveram envolvidas em acidentes rodoviários. Por essa razão, muitos não estiveram presentes no momento de reunião e de celebração do Natal e do Ano Novo.

A sinistralidade rodoviária é um fenómeno com elevado impacto social, que se reflete, de forma dramática, na vida das pessoas. É também um fenómeno com graves consequências económicas para a sociedade.

As consequências da sinistralidade rodoviária são evitáveis.

Com o contributo de todos, podemos evitar as consequências dramáticas da sinistralidade rodoviária.

É para este objetivo que todos trabalhamos, todos os dias!

A apresentação do balanço da campanha pode ser consultada aqui.

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Balanço da Campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”

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A Campanha de Segurança Rodoviária “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre os dias 18 e 24 de julho com o objetivo de alertar os condutores para as graves consequências do manuseamento do telemóvel durante a condução.

Esta
campanha contou, uma vez mais, com a participação dos organismos e
serviços das administrações regionais da Região Autónoma dos Açores e da
Região Autónoma da Madeira na realização de ações de sensibilização,
completando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos
Regionais da PSP.

Inserida
no Plano Nacional de Fiscalização de 2023, a campanha foi divulgada nos meios
digitais e através de cinco ações de sensibilização da ANSR em Portugal
Continental, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização da
responsabilidade da GNR e da PSP, nos seguintes locais: Oeiras, Castelo Branco,
Coimbra, Espinho e Santarém. Idênticas ações ocorreram nas Regiões Autónomas dos
Açores e da Madeira.

No Continente foram sensibilizados 525 condutores e passageiros, a
quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

A utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente e provoca um aumento no tempo de reação a situações imprevistas superior ao efeito de uma taxa de álcool no sangue de 0,8 g/l;

A
distração ocorre quando duas tarefas mentais, conduzir e utilizar o telemóvel,
são executadas ao mesmo tempo, o que provoca lapsos de atenção e erros de
avaliação;

O uso de aparelhos eletrónicos durante a
condução causa dificuldade na interpretação da sinalização e desrespeito pelas regras
de cedência de passagem, designadamente em relação aos peões.

Durante as
operações das Forças de Segurança, realizadas entre os dias 18 e 24 de julho,
foram fiscalizados 57.146 veículos,
tendo sido registado um total de 13.946 infrações, das quais 775 relativas ao
uso indevido do telemóvel durante a condução.

Número
de veículos fiscalizados
Total de
Infrações
Infrações
relativas a
Telemóvel
GNR 36 550 9 169 583
PSP 20 596 4 777 192
Total 57 146 13 946 775

No período
desta campanha registou-se um total de 2.560 acidentes, de que resultaram 8
vítimas mortais, 45 feridos graves e 835 feridos leves.

Relativamente
ao período homólogo de 2022, verificaram-se menos 195 acidentes, menos 2
vítimas mortais, menos 5 feridos graves e menos 59 feridos leves.

Os 7
acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos do Porto (2), Aveiro (1),
Coimbra (2), Leiria (2) e Beja (1).

As 8
vítimas mortais, 7 das quais do sexo masculino, tinham idades entre 21 e 80
anos.

Das vítimas
mortais, 4 resultaram de 3 colisões, envolvendo 4 veículos ligeiros, 1 veículo
pesado e 1 motociclo, tendo ainda ocorrido 3 despistes (1 veículo pesado, 1
veículo ligeiro e 1 motociclo). Verificou-se ainda um atropelamento mortal
(pelo próprio veículo, um ligeiro).

Os
acidentes ocorreram em duas autoestradas (A25 e A28), nos Itinerários
Complementares 6 e 8, na estrada nacional 2 e em dois arruamentos (localizados
em São Martinho do Porto, no distrito de Leiria e Vila Cova da Lixa, no
distrito do Porto).

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SINISTRALIDADE EM PORTUGAL CONTINENTAL

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Foi hoje divulgado o Relatório Anual de Sinistralidade de 2018 com o número de vítimas a 30 dias.

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SINISTRALIDADE EM PORTUGAL CONTINENTAL

Foi hoje divulgado o Relatório Anual de Sinistralidade de 2018 com o número de vítimas a 30 dias, após consolidação dos dados estatísticos, destacando-se os seguintes aspetos:

  • Em 2018 registaram-se 34.235 acidentes com vítimas, de que resultaram 675 vítimas mortais, registadas nos 30 dias subsequentes ao acidente, 1.995 feridos graves e 41.335 feridos leves.
  • Comparativamente com o ano de 2017, observou-se um aumento de 73 vítimas mortais (+ 12,1%), mas uma melhoria nos restantes indicadores de sinistralidade: menos 181 acidentes com vítimas (-0,5%), menos 122 feridos graves (-5,8%) e menos 441 feridos leves (-1,1%).
  • No que respeita à categoria de utentes, em 2018 registaram-se 294 (43,6%) vítimas mortais entre os ocupantes (condutores e passageiros) de veículos ligeiros, 11 (1,6%) vítimas mortais nos automóveis pesados, 145 (21,4%) vítimas mortais nos veículos de duas rodas a motor, 24 (3,6%) vítimas mortais relativamente aos velocípedes e 156 (23,1%) vítimas mortais no caso dos peões.
  • O grupo etário mais representativo em termos de vítimas mortais, foi o dos utentes com idade igual ou superior a 65 anos (33,4%).
  • A colisão foi o tipo de acidente mais frequente, representando mais de metade dos acidentes com vítimas ocorridos em 2018 (51,8%), 40,6% do total de vítimas mortais e 43% dos feridos graves. Os despistes constituíram 32,7% dos acidentes, 37% das vítimas mortais e 37,4% dos feridos graves. Já os atropelamentos representaram 15,4% dos acidentes ocorridos, 22,3% das vítimas mortais e 19,4% dos feridos graves.
  • Quanto ao tipo de via, o maior número de acidentes ocorreu em arruamentos (61,9% dos acidentes, 36,9% das vítimas mortais e 47,1% dos feridos graves) e estradas nacionais (19,1% dos acidentes, 33% das vítimas mortais e 29,5% dos feridos graves.

A acompanhar de forma permanente a evolução da sinistralidade em Portugal, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), juntamente com as forças de segurança, tem vindo a desenvolver um conjunto de ações de combate a este fenómeno, incluídas no Plano Nacional de Fiscalização elaborado para 2019. Este Plano define um conjunto de orientações e prioridades para a fiscalização, nomeadamente os locais com maior risco e sinistralidade, e que serão fiscalizados este ano, concretizando assim cinco das medidas inscritas no Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária – PENSE 2020, o qual tem como desígnio “Tornar a Segurança Rodoviária uma prioridade para todos os Portugueses”.

Para além das medidas referidas anteriormente, a ANSR já desenvolveu ao longo do corrente ano, as seguintes campanhas, em parceria com outras entidades:

Campanhas de Segurança rodoviária Datas
Duas ou Quatro Rodas, Há Espaço para Todos 1 a 7 de abril
Tenha uma Páscoa Por Inteiro 17 a 23 de abril
Segura o teu Futuro 29 abril a 11 de maio
Peregrinação a Fátima 9 a 13 de maio
Estrada e Consequência junho a agosto
Segura o teu próximo festival 5 julho a 22 de setembro
Respeite quem trabalha na estrada 15 de julho a 15 de setembro
Se bebeste, toma decisões inteligentes. Não conduzas. agosto

Os dados mais recentes da sinistralidade registada, reportados ao período compreendido entre 01 de janeiro e 21 de agosto de 2019 (na metodologia de vítima no local do acidente ou a caminho da unidade hospitalar), reforçam a diminuição de alguns dos principais indicadores, nomeadamente:

  • Menos 17 vítimas mortais face a 2018 e menos 23 vítimas mortais face a 2017 (296 em 2019,  313 em 2018 e 319 em 2017);
  • Menos 53 acidentes (82.905 em 2019 vs 82.958 em igual período de 2018);

Numa altura em que muitos cidadãos preparam o regresso a casa após o período de férias, nunca é demais recordar que a segurança rodoviária deve ser uma prioridade de todos, tendo presente as já habituais recomendações:

  • Adote uma condução segura e cumpra com as recomendações da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e das Forças de Segurança;
  • Inicie a viagem bem repousado;
  • Não conduza mais de 8 horas por dia;
  • Não consuma bebidas alcoólicas;
  • Faça pausas de 10 a 15 minutos, a cada 2 horas;
  • À noite, aumente a frequência das pausas;
  • Não use o telemóvel durante a condução;
  • Use sempre os cintos de segurança;
  • Não ultrapasse os limites de velocidade.

Boa viagem. Conduza em segurança e não faça parte dos números da sinistralidade.

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Balanço da Campanha “Cinto-me Vivo”

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A Campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me Vivo”, da responsabilidade da ANSR, da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu nos dias 20 a 26 de junho e teve como objetivo alertar os condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre e de forma correta os dispositivos de segurança.

Esta campanha contou, uma
vez mais, com a participação dos organismos e serviços das administrações
regionais da Região Autónoma dos Açores e da Região Autónoma da Madeira na
realização de ações de sensibilização, completando o trabalho de fiscalização
que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano
Nacional de Fiscalização de 2023, a campanha foi divulgada nos meios digitais e
através de cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com
as operações de fiscalização realizadas pela GNR e PSP, nas localidades de
Lisboa, Carreço, Porto, Esposende e Barreiro. Idênticas ações ocorreram nas
Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

Na campanha foram
sensibilizados 321 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as
seguintes mensagens:

- Utilize sempre uma cadeirinha homologada, devidamente instalada e adaptada à altura e peso da criança;

- Utilize sempre o cinto
de segurança, em todos os lugares do veículo e em todos os percursos, mesmo nos
de curta distância;

- Utilize o capacete de
modelo aprovado, devidamente ajustado e apertado.

Durante as operações das
Forças de Segurança realizadas no âmbito desta campanha foram fiscalizados
presencialmente 43 833 veículos, tendo sido registado um total de 12 199
infrações, das quais 597 relativas à não utilização ou utilização incorreta dos
dispositivos de segurança.

Número de veículos
fiscalizados
Total de Infrações Infrações
Dispositivos de Segurança
GNR 74 417 6 704 421
PSP Portugal 64 855 5 495 176
Continente 57 338 4 714 147
Total Portugal 139 272 12 199 597

Total Continente
131 755 11 418 568

No período da campanha,
de 20 a 26 de junho, registou-se um total de 2 595 acidentes, de que resultaram
10 vítimas mortais, 66 feridos graves e 823 feridos leves.

Relativamente ao período
homólogo de 2022, verificaram-se mais: 130 acidentes, 1 vítima mortal, 16
feridos graves e 62 feridos leves.

Os acidentes com vítimas
mortais ocorreram nos distritos de Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Faro,
Lisboa e Setúbal.

As 10 vítimas mortais,
eram do sexo masculino e tinham idades entre os 23
e os 69 anos.

Estas vítimas mortais
resultaram de 5 despistes, 4 colisões e 1 atropelamento.

Os veículos envolvidos
foram maioritariamente ligeiros, mas no distrito de Faro esteve envolvido um
comboio, em Setúbal, um veículo pesado, em Braga e Lisboa, 1 motociclo em cada
um dos distritos e em Beja 1 trator agrícola.

As vias onde ocorreram os
acidentes foram arruamentos, estradas nacionais, estradas municipais e
autoestrada.

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Balanço da Campanha “Viajar sem pressa”

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​Terminou ontem a campanha de segurança rodoviária “Viajar sem pressa”, da responsabilidade da ANSR, GNR e PSP, que decorreu entre os dias 20 e 26 de abril.

Conforme previsto no Plano Nacional de Fiscalização de 2021, foram efetuadas cinco ações de sensibilização da ANSR, em simultâneo com as operações de fiscalização realizadas pela GNR pela PSP, em Alverca, Ovar, Tortosendo, Elvas e Porto Alto, onde foram sensibilizados 544 condutores e passageiros.

Durante o período da campanha foram fiscalizados em controlo de velocidade por radar 2.386.661 veículos, 91% dos quais pelo SINCRO - Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Dos veículos fiscalizados, 10.591 circulavam com excesso de velocidade, dos quais 4.964 foram detetados pelos radares das Forças de Segurança e 5.627 pelos da ANSR.

No que diz respeito à sinistralidade, durante a mesma janela temporal registou-se um total de 2.005 acidentes, de que resultaram 4 vítimas mortais, 31 feridos graves e 614 feridos leves.

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Balanço da Campanha “Taxa Zero ao Volante”

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A Campanha de Segurança Rodoviária decorreu entre 23 a 29 de maio e teve como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução sob a influência do álcool.

A Campanha de Segurança Rodoviária “Taxa Zero ao Volante”, da responsabilidade da ANSR, da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu nos dias 23 a 29 de maio e teve como objetivo alertar os condutores dos veículos para os riscos da condução sob a influência do álcool.

Esta campanha contou, uma vez mais, com a participação dos serviços da administração regional da Região Autónoma dos Açores e da Região Autónoma da Madeira em ações de sensibilização, completando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2023, a campanha foi divulgada nos meios digitais e através de cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização realizadas pela GNR e pela PSP, nas localidades de Alenquer, Faro, Beja, Portalegre e Estremoz.

Na campanha foram sensibilizados 310 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • Com uma taxa de álcool no sangue de 0,5 g/l o risco de sofrer um acidente grave ou mortal duplica;
  • Os acidentes que decorrem da condução sob a influência do álcool são particularmente graves;
  • Conduzir sob a influência do álcool causa perturbações ao nível de aspetos cognitivos e do processamento de informação que acarretam, entre outros efeitos, uma menor capacidade e rapidez de decisão, aumento do tempo de reação e descoordenação de movimentos.

Durante as operações das Forças de Segurança no âmbito desta campanha foram fiscalizados presencialmente 55 mil veículos, tendo sido registado um total de 13,8 mil infrações, das quais 747 relativas à condução sob o efeito do álcool.

Número de veículos fiscalizados Total de Infrações Infrações
relativas à condução sob o efeito do álcool
GNR 39 076 8 649 494
PSP Portugal 15 877 5 197 253
Continente 14 097 4 650 215
Total Portugal 54 953 13 846 747

Total Continente
53 173 13 299 709

No período da campanha registou-se um total de 2,5 mil acidentes, de que resultaram 8 vítimas mortais, 48 feridos graves e 761 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2022, verificaram-se menos 87 acidentes, menos 3 vítimas mortais, menos 11 feridos graves e menos 85 feridos leves.

Os acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Braga, Porto (2), Castelo Branco, Leiria, Lisboa, Évora e Faro.

As 8 vítimas mortais, 5 das quais do sexo masculino, tinham idades entre 21 e 82 anos.

Estas vítimas mortais resultaram de 5 despistes de veículos ligeiros, 2 atropelamentos (por 1 veículo pesado e 1 veículo ligeiro) e ainda 1 colisão entre 2 veículos ligeiros.

As vias onde ocorreram os acidentes foram 2 arruamentos, 2 estradas nacionais, 1 autoestrada, 1 itinerário complementar e 2 outras vias.​

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