Notícias sobre segurança rodoviária

Semana Europeia da Mobilidade

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​Tem hoje início a Semana Europeia da Mobilidade, uma iniciativa da Comissão Europeia que tem como objetivo promover a mobilidade urbana sustentável através da mudança de comportamentos.

O objetivo desta iniciativa é, acima de tudo, envolver de forma ativa e consciente os cidadãos como agentes de mudança na contribuição para melhorar a qualidade de vida nas cidades, designadamente, através da adequada requalificação do espaço público, da utilização de transportes sustentáveis, bem como da utilização do transporte público coletivo em detrimento do uso individual do carro particular.

Durante esta semana, os municípios são desafiados a encontrar medidas inovadoras e a promover infraestruturas e tecnologias que favoreçam novas formas de mobilidade sustentável.

Integrado na Semana Europeia da Mobilidade, assinala-se no dia 22 de setembro o Dia Europeu sem Carros.

Com cada vez mais cidades e pessoas a aderirem à iniciativa, esta campanha é já reconhecida pelo seu impacto na promoção da mobilidade urbana sustentável na Europa e no Mundo.

Se lhe for possível, no dia 22 de setembro deixe o carro em casa. Adira a esta causa.

Vídeo da Semana Europeia da Mobilidade

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Balanço da campanha “Cinto-me vivo”

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​Terminou ontem a campanha de segurança rodoviária “Cinto-me vivo”, da responsabilidade da ANSR, GNR e PSP, que decorreu entre os dias 9 e 15 de setembro.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2021, a campanha foi divulgada nos meios digitais e através de cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização realizadas pela GNR pela PSP, em Lisboa, Leiria, Tomar, Vendas Novas e Montijo.

A ANSR sensibilizou presencialmente 375 condutores e passageiros. Nestas ações de proximidade com o cidadão, a ANSR partilha dados estatísticos de sinistralidade rodoviária do distrito de residência das pessoas contactadas e alerta para as consequências dos comportamentos de risco: velocidade, condução sob o efeito de drogas ou álcool, uso do telemóvel enquanto conduz e não utilização ou utilização indevida dos dispositivos de segurança. Foi sobre este último tema que incidiu o trabalho nesta campanha. A exposição a recursos aprendentes integraram as ações, com o objetivo de mudar o comportamento de todos os que partilham a estrada. A exibição do filme “segunda oportunidade” levou a uma perceção mais real das consequências do comportamento indevido em caso de acidente (não utilizar cinto de segurança), estimulando a reflexão sobre a importância de utilizar este dispositivo de segurança. No final, o apelo é para adesão à causa das Zero mortes na estrada. Nesta campanha, convidámos condutores e passageiros a aderir ao compromisso “Cinto-me Vivo”.

Durante as operações das Forças de Segurança, realizadas entre os dias 9 e 15 de setembro, foram fiscalizados 42.059 veículos, tendo sido registado um total de 10.526 infrações, das quais 850 relativas à não utilização ou utilização incorreta dos dispositivos de segurança: não utilizaram ou utilizaram incorretamente o cinto de segurança, 804 pessoas; foram detetadas 35 crianças indevidamente transportadas e 11 pessoas não utilizavam capacete ou utilizavam-no de forma incorreta (não ajustado e apertado).

No que diz respeito à sinistralidade, no mesmo período, registou-se um total de 2.227 acidentes, de que resultaram 12 vítimas mortais, 44 feridos graves e 696 feridos leves. Relativamente ao período homólogo de 2020, registaram-se menos 22 acidentes, mais 1 vítima mortal, mais 3 feridos graves e mais 11 feridos leves.

Comunicado do balanço da campanha "Cinto-me vivo"

Compromisso "Cinto-me vivo"

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Segurança Rodoviária em debate no “Sociedade Civil”: Sinistralidade Zero da RTP2

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​Ana Tomaz, Vice-Presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, esteve ontem no programa “Sociedade Civil”: Sinistralidade Zero da RTP2, que debateu a segurança rodoviária. Começou por abordar a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária que a ANSR tem em curso para esta nova década a “Visão Zero 2030”, que se encontra alinhada com as políticas europeias de segurança rodoviária, da Organização das Nações Unidas e da Organização Mundial de Saúde, e que parte do prossuposto que  “não é aceitável qualquer morte, nem qualquer ferido grave, como consequência de um acidente rodoviário”. Embora, “Portugal esteja no bom caminho da redução da sinistralidade rodoviária, cada vítima mortal, não é uma estatística, é uma vida” pelo que temos que ser mais ambiciosos. Para tal, acrescentou, “tem que existir uma mudança de paradigma, a forma tradicional como se abordava o problema da segurança rodoviária falhou, e o Mundo, a Europa e Portugal também, estão em conjunto a reformular a forma de combater a sinistralidade rodoviária, que é a “Visão Zero”, baseada no Sistema Seguro”, que visa eliminar as consequências graves dos acidentes rodoviários, tornando o sistema rodoviário mais autoexplicativo, tolerante e inclusivo, protegendo a vida humana.

O Sistema Seguro aceita que as pessoas cometam erros e que o corpo humano tem tolerância limitada ao choque e que o sistema deve ser projetado para acomodar e compensar por esses erros e para respeitar a fragilidade humana. Melhores veículos, infraestruturas seguras, velocidades mais baixas, por exemplo, têm a capacidade de evitar e/ou reduzir o impacto de acidentes. Em conjunto, eles devem formar camadas de proteção que garantam que, se um elemento falhar, esta falha será compensada por outro dos elementos do sistema para evitar uma morte ou um ferimento grave em consequência da utilização do sistema rodoviário.

No programa foram ainda abordadas temáticas tão importantes como o excesso de velocidade, o uso de telemóvel durante a condução, a condução sob o efeito do álcool, a segurança e a renovação da rede rodoviária portuguesa, e ainda a formação nas escolas de condução. O programa também contou com a presença de João Dias, Professor do Instituto Superior Técnico, Ricardo Vieira, Diretor do Centro de Exames da APEC, Pedro Pereira, Comissário da Divisão de Trânsito e Segurança Rodoviária da PSP e Francisco Mendes Godinho, Diretor de Segurança Rodoviária da Infraestruturas de Portugal.

A sinistralidade em Portugal, tal como nos restantes países da Europa, tem vindo a reduzir de forma expressiva e a Europa e Portugal estão comprometidos com a meta de sinistralidade zero. Mas os bons resultados que Portugal possa vir a ter na redução da sinistralidade rodoviária é o somatório do que cada pessoa do que cada entidade possa fazer no combate à sinistralidade rodoviária, pelo que Ana Tomaz apelou e convocou todos para esta causa, para que que se consiga cumprir com as metas de redução para metade do número de mortos e de feridos graves em acidentes rodoviários até 2030, para que até 2050 se atinja a visão de zero mortes na estrada.

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Balanço da Campanha "Viaje Sem Pressa"

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP), divulgam o balanço da sexta campanha do Plano Nacional de Fiscalização de 2026 “Viaje sem Pressa”, dedicada à velocidade, que decorreu entre 2 e 8 de junho nos distritos de Aveiro, Faro e Lisboa.

Esta campanha teve como objetivo alertar os condutores para os riscos da velocidade excessiva ou inadequada às condições da via, promovendo uma condução mais segura, responsável e adequada às circunstâncias rodoviárias e ambientais.

Durante o período da campanha, entre 2 e 8 de junho, as forças de segurança fiscalizaram presencialmente e por radar 47,1 mil (47 099) veículos e condutores, tendo sido registadas 19 328 infrações rodoviárias, destacando-se, a par das infrações relacionadas com a velocidade, objeto central desta ação de fiscalização:

  • A utilização indevida do telemóvel durante a condução;
  • A condução sob o efeito do álcool;
  • A não utilização de dispositivos de segurança;
  • Infrações relacionadas com documentos e condições técnicas dos veículos.

No âmbito desta campanha, foram sensibilizados 500 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • Adequar a velocidade às condições da via, do trânsito e meteorológicas;
  • Respeitar os limites legais de velocidade;
  • Manter distâncias de segurança;
  • Evitar comportamentos agressivos e manobras perigosas;
  • Adotar uma condução atenta e defensiva.
Entidades Território Veículos fiscalizados Infrações
ANSR Continente 3 632 661 8 531
GNR Continente 282 016 8 322
PSP Continente 41 371 2 001
PSP Regiões autónomas 15 502 474
Totais   3 971 550 19 328

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À semelhança de campanhas anteriores, esta ação contou com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira, complementando o trabalho de sensibilização e fiscalização desenvolvido no Continente.

Entre os dias 2 e 8 de junho de 2026, no território nacional registaram-se 2 664 acidentes, dos quais resultaram dez (10) vítimas mortais, 71 feridos graves e 845 feridos leves.

Deste total, no Continente, registaram-se 2 520 acidentes (95%), com nove (9) vítimas mortais (90%), 69 feridos graves (97%) e 797 feridos leves (94%).

 

 

 

Relativamente às Regiões Autónomas, verificaram-se 144 acidentes (5%), resultando uma (1) vítima mortal (10%), dois (2) feridos graves (3%) e 48 feridos leves (6%).

 

 

 

Quanto à distribuição por entidade fiscalizadora, sob a jurisdição da GNR registaram-se 1 617 acidentes (61%), nove (9) vítimas mortais (90%), 56 feridos graves (79%) e 493 feridos leves (58%).

Já na área de atuação da PSP, verificaram-se 1047 acidentes (39%), uma (1) vítima mortal (10%), 15 feridos graves (21%) e 352 feridos leves (42%).

Relativamente ao período homólogo de 2025, verificaram-se menos 13 acidentes, mais uma (1) vítima mortal, mais 15 feridos graves e menos 54 feridos leves.

Leitura de 2026 face a 2025  
Vítimas Mortais + 11%
Feridos Graves +27%
Feridos Leves -6%

A sexta das 11 campanhas previstas no PNF 2026 teve divulgação nos meios de comunicação digital e integrou ações presenciais de sensibilização promovidas pela ANSR, realizadas em simultâneo com operações de fiscalização da GNR e da PSP, em locais onde se registam níveis mais elevados de sinistralidade associados à velocidade.

Segundo o Plano Nacional de Fiscalização 2026, o excesso de velocidade continua a representar a principal tipologia de infração rodoviária em Portugal Continental, correspondendo a mais de 60% do total das infrações registadas em 2025.

Para contextualizar, recorde-se que, entre 1 de janeiro de 2022 e 31 de dezembro de 2024, a velocidade excessiva para as condições existentes esteve diretamente associada a 6 824 acidentes com vítimas, 177 vítimas mortais, 588 feridos graves e 8 396 feridos leves.

As campanhas inseridas nos Planos Nacionais de Fiscalização são promovidas, anualmente, desde 2020, pela ANSR, pela GNR e pela PSP, com temáticas definidas de acordo com as recomendações europeias. Até ao final do ano, realizar-se-ão mais cinco campanhas PNF 2026, integrando ações de sensibilização e de fiscalização.

Em 2026, o PNF mantém os temas trabalhados em 2025 — velocidade, álcool, dispositivos de segurança, uso do telemóvel e veículos de duas rodas a motor — integrando também um novo eixo dedicado aos utilizadores vulneráveis.

A sinistralidade rodoviária não constitui uma fatalidade. As suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros e responsáveis por todos os utilizadores da estrada.

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Balanço da Campanha "Ligue-se à vida - Não ao Telemóvel"

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O telemóvel foi o tema da segunda campanha do Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2026. Intitulada “LIGUE-SE À VIDA – NÃO AO TELEMÓVEL”, que decorreu entre os dias 24 de fevereiro e 2 de março de 2026, nos distritos de Braga, Santarém e Aveiro.

​Promovida conjuntamente pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pela Polícia de Segurança Pública (PSP), a campanha teve como principal objetivo sensibilizar os condutores, para os riscos associados à utilização do telemóvel, durante a condução, que aumenta em quatro vezes o risco de acidente.

À semelhança de campanhas anteriores, contou com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira, na realização de ações de sensibilização, complementando o trabalho de fiscalização dos comandos Regionais da PSP. 

Inserida no PNF – 2026, a campanha foi divulgada nos meios digitais e em cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas, em simultâneo, com as operações de fiscalização da GNR e da PSP, em Celeirós, em Braga, em Santarém, em Torres Novas e em Albergaria-a-Velha. Idênticas ações ocorreram nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira. 

Na campanha foram sensibilizados 601 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • a utilização do telemóvel, durante a condução, aumenta em quatro vezes o risco de acidente;
  • a 50 km/h, olhar para o telemóvel durante 3 segundos, é o equivalente a conduzir uma distância de 42 metros com os olhos vendados, o equiparado a uma fila de 10 carros;
  • utilizar o telemóvel, durante a condução, provoca um aumento no tempo de reação a situações imprevistas, superior ao efeito de uma taxa de álcool no sangue de 0,8 g/l;
  • DESLIGUE O TELEMÓVEL, LIGUE-SE À VIDA.

Durante o período da campanha, foram fiscalizados presencialmente 62.944 veículos, tendo sido registadas 1.172 infrações rodoviárias relacionadas com o uso do telemóvel, durante a condução. Do total de infrações, por manuseamento do telemóvel, 99% ocorreram no Continente e 1% nas Regiões Autónomas. Destas 981 foram detetadas pela GNR e 191 pela PSP.

 

    N.º de veículos fiscalizados Total de infrações Infrações relativas ao uso de telemóvel
GNR   553 597 12 813 981
PSP Continente 48 074 4 659 180
Regiões autónomas 7 418 418 11
Totais 609 089 17 890 1 172

 

No período homólogo de 2025, foram detetadas 26.817 infrações, das quais 474 corresponderam ao manuseamento do telemóvel durante a condução.

Durante esta campanha, foram ainda fiscalizados automaticamente por radar 3.5 milhões veículos, dos quais 546.145 pelas Forças de Segurança (GNR e PSP) e 2.9 milhões pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da ANSR, tendo sido detetado um total de 7.814 infrações relativas ao excesso de velocidade, fator que está na origem de cerca de um terço das mortes nas estradas portuguesas.

Destaca-se ainda, entre as principais infrações detetadas entre 24 de fevereiro a 2 de março de 2026, 665 infrações relativas à condução sob o efeito do álcool, outro comportamento de risco a ser desenvolvido no Plano Nacional de Fiscalização – 2026, por estar na origem de muitos acidentes. 

No decurso da campanha, registaram-se 2.882 acidentes, dos quais resultaram seis vítimas mortais, 38 feridos graves e 815 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2025, verificaram-se mais 316 acidentes, menos uma vítima mortal, menos 11 feridos graves e mais 106 feridos leves. Todas as vítimas mortais foram do género masculino e tinham idades compreendidas entre os 25 e os 93 anos.

Os seis acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Aveiro, Leiria, Lisboa, Porto e Viseu.

Esta foi a segunda das 11 campanhas, no âmbito do PNF – 2026. Até ao final do ano, realizar-se-ão mais nove, integrando ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos Planos Nacionais de Fiscalização são promovidas anualmente, desde 2020, pela ANSR, pela GNR e pela PSP, com temáticas definidas de acordo com as recomendações europeias estabelecidas para cada ano.

Em 2026, o PNF mantém os temas trabalhados em 2025 — velocidade, álcool, dispositivos de segurança, uso do telemóvel e veículos de duas rodas a motor — e passa a integrar um novo eixo dedicado aos utilizadores vulneráveis, apresentando igualmente uma nova identidade visual.

A sinistralidade rodoviária não constitui uma fatalidade. As suas consequências mais graves podem ser evitadas, através da adoção de comportamentos responsáveis e seguros por todos os utilizadores da estrada.

Acidentes com vítimas mortais:

25 de fevereiro de 2026

  • Despiste de um motociclo, em reta, em Serradelo, Distrito de Aveiro, do qual resultou a morte do condutor. 
  • Despiste de um veículo ligeiro, seguido de capotamento, em Vila Franca Xira, Distrito de Lisboa, do qual resultou a morte do condutor.

28 de fevereiro de 2026

  • Despiste de um motociclo, em Laúndos, Distrito de Porto, do qual resultou a morte do passageiro.

1 de março de 2026

  • Despiste de um veículo ligeiro, em reta, em Rebordões, Distrito de Porto, do qual resultou a morte do condutor.

2 de março de 2026

  • Despiste de um ciclomotor, em curva, em Vale das Cuvas, Distrito de Leiria, do qual resultou a morte do condutor.
  • Colisão entre dois veículos ligeiros, em reta em Moimenta de Maceira Dão, Distrito de Viseu, do qual resultou a morte de um dos condutores.

Comunicado de Balanço da Campanha "Ligue-se à vida - Não ao Telemóvel"

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Compromisso “Cinto-me vivo”. Um três em um que resume o essencial dos dispositivos de segurança

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​A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária está nas estradas portuguesas, em conjunto com a GNR e a PSP, no âmbito da campanha “Cinto-me vivo”. O objetivo é alertar os condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre, e de forma correta, os dispositivos de segurança (cinto de segurança, sistema de retenção para crianças e capacete).

Nestas ações de proximidade com o cidadão, a ANSR partilha dados estatísticos de sinistralidade rodoviária do distrito de residência das pessoas contactadas e alerta para os comportamentos que matam: velocidade, condução sob o efeito de drogas ou álcool, uso do telemóvel enquanto conduz e não utilização ou utilização indevida dos dispositivos de segurança.

A exposição a recursos aprendentes integram também estas ações, com o objetivo de mudar o comportamento de todos os que partilham a estrada. No caso desta campanha, o filme apresentado leva a uma perceção mais real das consequências do comportamento indevido em caso de acidente (não utilizar cinto de segurança), estimulando a reflexão sobre a importância de utilizar este dispositivo de segurança.

No final, o apelo é para adesão à causa das Zero mortes na estrada. Em cada campanha, convidamos à assinatura de um compromisso que salva vidas. Conheça e adira ao Compromisso “Cinto-me vivo”.

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Campanha “Cinto-me vivo” decorre até dia 15 de setembro. Conheça as três mensagens chave

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​A Campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me vivo” continua a decorrer até ao próximo dia 15 de setembro, com o objetivo de alertar condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre, e de forma correta, os dispositivos de segurança.

São três as mensagens Chave:

1.    Utilizar sempre o cinto de segurança, enquanto condutor ou passageiro, e em todos os percursos, mesmo nos de curta distância.

Os estudos científicos dizem-nos que a não utilização de cinto de segurança duplica a probabilidade de morte em caso de acidente. Numa colisão, um veículo pára numa fração de segundo, mas os ocupantes, caso não usem cinto de segurança, continuam a seguir na direção do movimento com uma velocidade igual à que seguia o veículo no instante inicial do acidente.

Em Portugal, é urgente voltar a apelar à utilização do cinto de segurança. Num estudo realizado em 2020*, 55,5% das pessoas declararam que não utilizaram o cinto de segurança nos bancos traseiros, pelo menos uma vez, nos últimos 30 dias. Na qualidade de condutor, 11,8% das pessoas declararam o mesmo;

2.    Transportar sempre as crianças num sistema de retenção (cadeira) homologado, devidamente instalado, e adaptado à altura e peso da criança.

A utilização de cadeira para criança nestas circunstâncias, reduz em 50% o risco de morte. Em crianças até aos 18 kg, a utilização de uma cadeirinha voltada para a retaguarda, combinada com a utilização de cinto de segurança, reduz até 90% o risco de lesões graves ou morte. Transportar uma criança sem as melhores práticas de segurança, representa um enorme risco. Por exemplo, numa colisão frontal a 50 km/h, uma criança que não esteja devidamente protegida, sofre danos equivalentes à queda de um terceiro andar;

3.    Utilizar capacete de modelo aprovado, devidamente ajustado e apertado, sempre que conduzir um ciclomotor, um motociclo com ou sem carro lateral, um triciclo ou um quadriciclo.

O uso do capacete de modelo aprovado, devidamente ajustado e apertado, reduz em 40% o risco de morte em caso de acidente. A utilização de outros equipamentos de proteção como protetores de coluna, coletes airbag e joelheiras, que podem ser utilizados por cima da roupa, e ainda botas e luvas, contribuem para reduzir a gravidade das consequências em caso de colisão ou despiste. Num motociclo, utilizar um blusão e um capacete de alta visibilidade (cores claras ou refletoras), pode fazer a diferença entre ser ou não ser visto pelos condutores de veículos ligeiros ou pesados.”

Esta campanha, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2021, é da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana(GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP).

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Lisboa Ciclável

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​A FPCUB (Federação Portuguesa de Cicloturismo e utilizadores de bicicleta) vai promover, no dia 19 de setembro, entre as 9h00 e as 13h00, o “Lisboa Ciclável”, com partida do Terreiro do Paço.

O evento, que tem como objetivo promover a utilização da bicicleta e das ciclovias da cidade de Lisboa, realiza-se anualmente no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade.

O “Lisboa Ciclável” está aberto à participação de todos, bastando ter apenas uma bicicleta BTT, citybike ou convencional, e vontade de conhecer a cidade de uma forma saudável e ecológica.

As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias, até o dia 17 de setembro às 18h00, e podem ser feitas aqui.

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Campanha “Cinto-me vivo”

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​A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam hoje a Campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me vivo”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2021.

A decorrer entre os dias 9 e 15 de setembro, a campanha tem como objetivo alertar condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre, e de forma correta, os dispositivos de segurança.

Assim, e de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que diz respeito à correta utilização dos dispositivos de segurança, a campanha “Cinto-me vivo” integrará uma componente de sensibilização, levada a cabo pela ANSR, assim como operações de fiscalização, pela GNR e pela PSP. As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:

Dia 9 de setembro:

•    Estrada de Benfica, Lisboa;

Dia 10 de setembro:

•    EN 113, km 6, Leiria;

Dia 13 de setembro:

•    Rua de Coimbra, Tomar;

Dia 14 de setembro:

•    Avenida 25 de Abril, Vendas Novas;

Dia 15 de setembro:

•    Avenida Garcia de Orta, Montijo.

O Plano Nacional de Fiscalização elaborado pela ANSR de acordo com a recomendação europeia 2004/345/CE, é um instrumento fundamental para o combate à sinistralidade rodoviária e prevê a realização de campanhas de sensibilização em simultâneo com operações de fiscalização em locais onde se registam regularmente infrações que representam um risco acrescido para a ocorrência de acidentes.

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City Transport Road User charging conference

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Nos dias 7 e 8 de setembro, decorre a “Road User Charging Conference”, evento anual que pretende debater as mais recentes tendências e desafios futuros que afetam os responsáveis por tomar decisões na área dos sistemas de transportes e infraestruturas.

​Nos dias 7 e 8 de setembro, em Bruxelas, decorre a “Road User Charging Conference”, um evento anual que pretende debater as mais recentes tendências e desafios futuros que afetam os responsáveis por tomar decisões na área dos sistemas de transportes e infraestruturas.

O evento, que acolhe especialistas de todo o mundo e de diversos setores, contou com a participação da Vice-presidente da ANSR, Ana Tomaz, que fez uma apresentação subordinada ao tema “Road safety strategy: ensuring cities are safe as well as sustainable”.

Afirmando que a mobilidade do futuro tem de ser não só mais limpa e sustentável, conectada e automatizada, mas também mais segura, Ana Tomaz sublinhou ainda que que a mobilidade do futuro tem de proteger todos os utilizadores e salvar vidas, e isso começa por tornarmos as nossas estradas e as nossas ruas autoexplicativas: a estrada autoexplicativa encoraja, de forma intuitiva, o utilizador a adotar o comportamento correto e seguro; a estrada tolerante protege o utilizador em caso de acidente, por exemplo, não tendo árvores ou obstáculos nas bermas e a estrada inclusiva permite que todos a utilizem em segurança (veículos motorizados, bicicletas e peões).

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