Notícias sobre contraordenações

Relatório Anual de Sinistralidade a 30 dias, fiscalização e contraordenações rodoviárias 2023

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2023: MENOS ACIDENTES, VÍTIMAS MORTAIS E FERIDOS LEVES, MAS MAIS FERIDOS GRAVES FACE A 20191

A ANSR continua a apostar
na modernização e digitalização e apresenta uma nova plataforma
interativa com dados sobre a sinistralidade rodoviária, no dia em que
divulga o Relatório Anual de Sinistralidade a 30 dias, fiscalização e
contraordenações rodoviárias 2023.

A Autoridade Nacional de Se​gurança
Rodoviária (ANSR) volta a dar passos na inovação e hoje, dia em que divulga o
Relatório Anual de Sinistralidade a 30 dias, fiscalização e contraordenações
rodoviárias 2023, apresenta uma nova plataforma digital interativa, construída
na tecnologia Power BI.

Esta ferramenta permite uma exploração dinâmica e
personalizada dos dados relacionados com a sinistralidade rodoviária,
contribuindo para a modernização e digitalização dos serviços da ANSR,
garantindo que todos os cidadãos e interessados tenham fácil acesso a
informações cruciais, facilitando a análise de tendências e detalhes
significativos da sinistralidade rodoviária.

O acesso à nova plataforma Power BI, já disponível no
site oficial da ANSR (Sinistralidade
2023 a 30 dias - Dashboard
), oferece uma visão abrangente e atualizada
sobre diversos indicadores essenciais, como acidentes, vítimas mortais e
feridos graves e leves. Esta ferramenta proporciona aos utilizadores uma
compreensão ampla sobre o panorama atual da sinistralidade rodoviária em
Portugal, disponibilizando dados segmentados, designadamente, por distrito, por
natureza de acidente, localização, tipo de via, entre outros, para além da sua
comparação com os anos anteriores (até 2019).

A ANSR dá, assim, mais um passo em direção à modernização
e digitalização dos seus serviços, e reforça o seu compromisso com a
transparência e com o acesso facilitado à informação, possibilitando que todos
os interessados possam analisar as tendências e detalhes da sinistralidade
rodoviária de forma mais interativa e intuitiva.

Relatório Anual de Sinistralidade a 30 dias,
fiscalização e contraordenações rodoviárias 2023

Sinistralidade no Continente e Regiões
Autónomas

No ano de 2023, foram registados em
Portugal, 36.595 acidentes com vítimas, 642 vítimas mortais, 2.500
feridos graves e 42.873 feridos leves, distribuídos da seguinte forma:

·         No
Continente registaram-se 34.974 acidentes com vítimas, dos quais resultaram 613
vítimas mortais, 2.308 feridos graves e 41.041 feridos leves.

·         Na
Região Autónoma dos Açores registaram-se 620 acidentes com vítimas, dos quais
resultaram 18 vítimas mortais, 95 feridos graves e 708 feridos leves.

·         Na
Região Autónoma da Madeira registaram-se 1.001 acidentes com vítimas, dos quais
resultaram 11 vítimas mortais, 97 feridos graves e 1.124 feridos leves.

Comparativamente a 2022, verificaram-se
aumentos nos principais indicadores: mais 2.319 acidentes com vítimas (+6,8%),
mais 24 vítimas mortais (+3,9%), mais 198 feridos graves (+8,6%) e mais 2.759
feridos leves (+6,9%).

Em relação a 2019[1] – ano de referência para
monitorização das metas de redução do número de mortos e de feridos graves até
2030 fixadas pela Comissão Europeia e por Portugal – registaram-se menos 656
acidentes (-1,8%), menos 46 vítimas mortais (-6,7%) e menos 2.061 feridos
leves (-4,6%). Em contrapartida, houve mais 117 feridos graves (+4,9%).

Em relação a 2014, o número de vítimas
mortais reduziu 3,9% contrastando com o agravamento dos restantes elementos:
+14,3% de acidentes, +14,8% de feridos graves e +10,9% de feridos leves.

Em 2023, o custo económico e social dos
acidentes rodoviários atingiu 7,2 mil milhões de euros, correspondente a 3,0 %
do PIB desse ano.

A União Europeia (UE27) registou 45,6 vítimas
mortais por milhão de habitantes, uma diminuição de 1% face a 2022, e de 10,8%
face a 2019, apesar da meta de redução de 50% das mortes na estrada até 2030
ser mais ambiciosa e requerer uma diminuição média anual de 6,1% face ao ano de
referência de 2019, o que representa uma redução de 22,3% entre 2019 e 2023.

Portugal registou
60,8 vítimas mortais por milhão de habitantes, uma redução de 9,1% face a 2019,
e um aumento de 1,8% face a 2022.

Sinistralidade no Continente

Em 2023 registaram-se 34.974 acidentes, 613 vítimas mortais, 2.308 feridos graves e 41.041 feridos graves.

Face a 2019, registou-se uma
diminuição nos acidentes, nas vítimas mortais e nos feridos leves, com menos
730 acidentes (-2,0%), menos 13 vítimas mortais (-2,1%) e menos 2.142 feridos
leves (-5,0%). Em contrapartida, houve mais 140 feridos graves (+6,5%).

Em comparação com o ano de 2022,
observaram-se aumentos em todos os indicadores, exceto no índice de gravidade.
Registaram-se mais 2.186 acidentes (+6,7%), mais 22 vítimas mortais (+3,7%),
mais 184 feridos graves (+8,7%) e mais 2.595 feridos leves (+6,7%).

De salientar que, em 2023 registou-se um aumento na circulação
rodoviária
 de 7,9% face a 2022, o que corresponde a um acréscimo no
risco de acidentes. Este aumento é também evidenciado pelo crescimento de 6,0%
no consumo de combustível rodoviário, segundo dados da Direção-Geral de Energia
e Geologia[2], em linha com a variação de acidentes com
vítimas (+6,8%).

Quanto à distribuição por entidades gestoras de
via
 (EGV), 51,1% do número de vítimas mortais registou-se na rede
rodoviária sob a responsabilidade das seguintes entidades gestoras de via
(EGV): Infraestruturas de Portugal (44,7%), Brisa (4,4%) e Município de
Loulé (2,0%). No global, 52,4% das vítimas mortais decorreram de acidentes nas
vias da rede rodoviária nacional (7,7% na rede concessionada para além da
Infraestruturas de Portugal), cabendo às vias sob gestão municipal a proporção
de 47,1%.

Face a 2019, verificou-se que as Concessões
Ascendi, Algarve e Brisa foram as EGV que tiveram reduções maiores nas vítimas
mortais, 41,7% (menos 5), 33,3% (menos 1) e 25,0% (menos 9), respetivamente. Na
rede sob gestão municipal o número de vítimas mortais reduziu 10,0% (menos 32).
O número de vítimas mortais registado na rede sob gestão da Infraestruturas de
Portugal aumentou 10,5% (mais 26).

Sinistralidade no Continente e Regiões
Autónomas 
nas várias dimensões:

§  Relativamente à natureza do
acidente,
 as colisões representaram 52,6% dos acidentes com vítimas e
estiveram na origem de 40,5% das vítimas mortais, de 46,1% dos feridos graves e
de 57,3% dos feridos leves. Face a 2022, o aumento de acidentes e vítimas foi
transversal às três categorias, sendo mais expressivo nas colisões quanto a
acidentes (+8,6%), feridos graves (+15,7%) e feridos leves (+8,6%), e nos
despistes no que concerne a vítimas mortais (+6,6%). Os atropelamentos
registaram um crescimento marginal na mortalidade (+1,0%) e, nos feridos
graves, verificou-se uma estabilidade absoluta, sem variação observada entre os
períodos analisados, revelando, ainda, as menores variações no que respeita a
acidentes e feridos leves.

§  Em termos de localização, a
sinistralidade dentro das localidades[3] representou 79,2% dos acidentes,
54,5% das vítimas mortais, 67,3% dos feridos graves e 77,2% dos feridos leves.
Em comparação com 2022, o aumento foi transversal aos dois parâmetros - dentro
e fora das localidades - em todas as variáveis. Contudo, a subida revelou-se
mais expressiva dentro das localidades em toda a tipologia de vítimas e
respetivos acidentes, com especial destaque para o incremento de feridos graves
(+12,9%).

§  Quanto ao tipo de via, os
arruamentos mantiveram-se como a tipologia mais frequente, concentrando a
maioria dos acidentes (62,8%), vítimas mortais (34,4%), feridos graves (46,3%)
e feridos leves (60,2%). No entanto, ao representarem uma menor proporção de
vítimas mortais (34,4%) e feridos graves (46,3%), face ao peso dos acidentes
(62,8%) revelam menor gravidade. Inversamente, as estradas nacionais
destacaram-se pela maior gravidade, com 31,0% das vítimas mortais, superior ao
peso dos acidentes (19%). Os itinerários principais, pese embora as reduções
que registaram nos acidentes, exibiram o índice de gravidade mais elevado
(7,8), à semelhança de 2022 e 2019. As estradas regionais mostraram, face a
2022, os aumentos mais expressivos na mortalidade (+214,3%), além de elevações significativas
em feridos graves (+24,1%) e acidentes (+14,1%). Em contraciclo, existiram
descidas significativas em vítimas mortais e feridos graves nas
autoestradas (vítimas mortais: -14,0% e feridos graves: -6,8%) e nas estradas
municipais (vítimas mortais: -32,6% e feridos graves: -2,2%), bem como nos
itinerários complementares (feridos graves: -17,3%).

§  Os distritos de Lisboa e
Porto permaneceram os territórios distritais com maior número de acidentes
(19,8% e 16,7%, respetivamente) e vítimas, contudo Lisboa continuou a
apresentar uma tendência de desagravamento em vítimas mortais (-20,0%) e o
Porto em feridos graves (-2,3%). Braga, Castelo Branco (o maior crescimento
relativo em vítimas mortais e feridos graves) e Setúbal ampliaram
proporcionalmente a sinistralidade grave, destacando-se pelo crescimento em
vítimas mortais e feridos graves. Por outro lado, no que diz respeito a
acidentes, o distrito de Coimbra registou uma diminuição de 3,0% nas
ocorrências, enquanto Bragança (-36,4%), Évora (-36,8%) e Viseu (-25,7%)
apresentaram reduções significativas na mortalidade.

§  Relativamente à categoria de utente,
os condutores representaram a maioria das vítimas mortais (66,7%), dos feridos
graves (71,4%) e dos feridos leves (67,7%), sendo o segmento com maiores
aumentos face a 2022 os feridos graves (+16,0%) e as vítimas mortais (+5,9%).
Os peões mantiveram a sua representatividade nas vítimas mortais (17,0% em 2023
face 17,3% em 2022) embora apresentado um crescimento marginal de 1,9%. O
número de feridos graves manteve-se em relação a 2022. Quanto aos passageiros,
registaram uma ligeira diminuição (-1,9%) na mortalidade e uma variação mais
acentuada nos feridos graves (-11,6%).

§  Quanto à categoria de veículo, a
maioria das vítimas mortais (43,0%) e dos feridos graves (39%) circulava em
veículos ligeiros (condutores e passageiros). Este segmento, contrariamente à
tendência global, obteve uma ligeira redução (-2,7%) de feridos graves face a
2022. Os motociclos com cilindrada superior a 125cc são o segundo segmento com
o maior número de vítimas mortais (18,2%) e de feridos graves (20,0%) tendo
registado um crescimento expressivo de vítimas mortais (+11,4%), bem como de
feridos graves (+45,1%) face a 2022, dando continuidade ao aumento de 16,7%
registado nas vítimas mortais entre 2022 e 2019. Os motociclos com cilindrada
(até 125cc), embora com uma representatividade menor (7,5% do total das vítimas
mortais e 11,8% do total dos feridos graves) registaram um crescimento de 37,1%
nas vítimas mortais e de 25,5% nos feridos graves, entre 2022 e 2023. Em
contraciclo, os utentes de veículos pesados obtiveram uma redução acentuada nas
vítimas mortais (-43,8%). As ocorrências com veículos agrícolas, embora
diminutas em comparação com as restantes categorias, continuaram a exibir a
maior gravidade: 9 em cada 100 vítimas resultaram em óbitos.

§  No que respeita ao perfil das
vítimas
, 79,4% das vítimas mortais e 76,4% dos feridos graves foram utentes
do sexo masculino, predominando nos casos mais graves. No entanto, a proporção
feminina aumentou à medida que a gravidade diminuiu (feridos leves: 40,8%).
Face a 2022, os homens apresentaram aumentos superiores às das mulheres nas
vítimas mortais (11,0% vs 2,0%), tendo também registado um
aumento de feridos graves (+13,5%), enquanto o sexo feminino registou uma
diminuição de 4,7% nestas vítimas.

§  A análise à antiguidade do parque
automóvel envolvido em acidentes com vítimas
, mostrou que os veículos com
idade inferior a 10 anos representaram 38,7% do total, com estabilidade em
relação aos anos anteriores. A quota dos veículos mais velhos foi ampliada, uma
vez que a principal categoria de veículos – os ligeiros - com mais de 25 anos
aumentou de 11,6% para 14,0% em 2023. Estes últimos, os motociclos de
cilindrada mais elevada e os ciclomotores tiveram maior proporção de veículos
antigos (≥ 25 anos). Em contrapartida, os motociclos de menor cilindrada
evidenciaram um parque mais recente.

Fiscalização de veículos e condutores e
processos contraordenacionais no Continente:

·         Durante
o ano de 2023, foram fiscalizados um total de 178,2 milhões de
veículos, evidenciando um aumento de 36,3% em comparação com o ano anterior.
Desse número, 166,0 milhões (93,1%) foram fiscalizados pelo Sistema Nacional de
Controlo de Velocidade (SINCRO), representando um aumento de 39,4%, 7,8 milhões
foram fiscalizados pela GNR (+10,0%), 1,1 milhão pela Polícia Municipal de
Lisboa (+15,2%) e 3,4 milhões pela PSP representando esta última um decréscimo
de 7,5%.

·         Quanto
ao número de infrações registadas, houve um aumento em relação
a 2022, totalizando 1,7 milhão de infrações (+11,1%). O SINCRO registou um
aumento de 25,3%, totalizando 538,9 mil infrações, enquanto a PSP teve um
acréscimo de 44,9%, com 362,1 mil infrações. Por outro lado, a GNR e a PML
registaram decréscimos de 7,9% e 4,5%, respetivamente, contabilizando 458,9 mil
e 311,3 mil infrações, cada uma das entidades pela mesma ordem.

·         A taxa
de infração
 (nº de infrações/nº de veículos+condutores fiscalizados)
foi de 0,81% com um decréscimo de 15,5% face ao ano anterior (0,95%). O SINCRO
registou uma taxa de infração de 0,32% (-10,1% face ao ano anterior), a GNR
assinalou uma taxa de 5,90% (-16,3%), a PSP teve uma taxa de 10,75% (+56,6%) e
a PML registou uma taxa de 8,97% (-9,5%).

·         As infrações
por excesso de velocidade
 aumentaram 8,5% em 2023 face ao ano
anterior, totalizando 951,2 mil infrações, contudo a taxa de infração em 2023
situou-se em 0,41%, uma diminuição de 15,4% face ao registado em 2022 (0,48%).

·         Relativamente
à condução sob o efeito do álcool, em 2023 foram submetidos ao
teste de pesquisa de álcool 2,3 milhões de condutores, o que representa um
aumento de 27,2% no número de testes efetuados, comparativamente a 2022, o que
teve como consequência um aumento de 5,4% nas infrações por influência do
álcool. No entanto a taxa de infração reduziu 17,1% de 2,01% em 2022 para 1,66%
em 2023.

·         Em
relação às outras tipologias de infração, face a 2022 registaram-se
aumentos generalizados em quase todas as principais tipologias, salientando-se
a ausência de seguro (+84,1%), a ausência de inspeção periódica obrigatória
(+38,3%), a utilização de telemóvel (+9,1%) e as referentes aos sistemas de
retenção para crianças (+9,0%). Verificou-se apenas uma ligeira diminuição nas
infrações de não utilização do cinto de segurança (-0,7%).

·         No
que diz respeito a detenções, houve um aumento de 26,0%,
totalizando 43,2 mil detenções. Mais especificamente, as detenções relacionadas
com infrações por efeito de álcool somaram 24,1 mil (+28,3%) e por falta de
habilitação legal totalizaram 15,5 mil (+36,4%).

·         Até
ao final de 2023, 687,5 mil condutores encontravam-se sancionados com a
subtração de pontos na carta, representando um aumento de 32,7% em
relação ao ano anterior.

·         Desde
a entrada do sistema carta por pontos em e de junho de 2016 e até ao final de
2023, 2.987 condutores ficaram com o seu título de condução cassado,
577 dos quais em 2023.

·         Em
2023, relativamente aos autos de contraordenação, foram decididos 1,0 milhão
(+12,5% face a 2022), cobrados 1,0 milhão (+53,9% que no ano anterior),
enquanto 48 prescreveram (-91,8% que em 2022).

Consulte o Relatório Anual
de Sinistralidade a 30 dias, fiscalização e contraordenações 2023 e o
respetivo anexo.

[1] Considerando
que os anos de 2020 e de 2021 registaram quebras significativas da circulação
rodoviária face a 2019 e, consequentemente, na sinistralidade, a Comissão
Europeia decidiu adotar este ano para fixação e monitorização das metas a
atingir em 2030.

[2] https://www.dgeg.gov.pt/pt/estatistica/energia/petroleo-e-derivados/vendas-mensais/

[3] Área
delimitada pelos sinais do Regulamento de Sinalização de Trânsito que
identificam e fixam o início e fim das localidades para, a partir do local em
que estão colocados, começarem a vigorar as regras especialmente previstas para
o trânsito dentro e fora das mesmas.

Dentro das localidades abrange não só arruamentos, mas
também Estradas Nacionais (EN) e Estradas Municipais (EM) que atravessam
localidades, e nem todas correspondem ao ambiente efetivo de rodovia urbana,
uma vez que há sinais de localidade, que são colocados a uma distância
considerável do efetivo início da zona urbanizada.​​

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Aviso: E-mails fraudulentos em nome da ANSR

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) tem conhecimento de que alguns cidadãos estão a receber mensagens de correio eletrónico supostamente provenientes da ANSR, contendo notificações falsas de coimas e/ou solicitação de pagamento nas quais é pedido que se carregue num link.

Exemplo das mensagens:

Estas mensagens são falsas e devem ser ignoradas. O seu objetivo é convencer o destinatário a fornecer informações pessoais ou a realizar pagamentos indevidos.

CUIDADO: Em caso algum deverá efetuar essa operação.

Reforçamos que NÃO DEVE CLICAR NOS LINKS CONTIDOS NESSES E-MAILS NEM REALIZAR QUALQUER PAGAMENTO.

Relembramos que AS NOTIFICAÇÕES DA ANSR SÃO SEMPRE ENVIADAS POR CORREIO FÍSICO.

Em caso de dúvida, contacte-nos pelo 214 236 800 ou através do e-mail: mail@ansr.pt​

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9.º Aniversário do Sistema Carta por Pontos

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O Sistema Carta por Pontos completa hoje nove anos. Este sistema consiste na atribuição a cada condutor de 12 pontos. A subtração do número de pontos varia consoante o tipo de infrações cometidas: grave, muito grave ou crimes rodoviários e conduz à cassação do título de condução, quando é subtraída a totalidade dos pontos.

O Sistema Carta por Pontos prevê, ainda, a atribuição de pontos: três pontos adicionais, até ao máximo de 15 pontos, a todos os condutores que, no final de cada período de três anos , não tenham registo de contraordenações graves ou muito graves ou crimes de natureza rodoviária no registo individual de condutor; e um ponto adicional, a cada período correspondente à revalidação da carta de condução, não podendo ultrapassar o limite máximo de 16 pontos, sempre que o condutor de forma voluntária proceda à frequência de ação de formação de segurança rodoviária e não tenha registo de crimes rodoviários.

Balanço Global

Nos nove anos da sua vigência, foram subtraídos pontos a mais de 991.000 condutores, dos quais cerca de 121.000 no último ano, representando um aumento de 14%, face aos oito anos anteriores. 

Desde a entrada em vigor deste sistema, 3.611 condutores já tiveram o seu título de condução cassado e, consequentemente, estiveram ou estão impedidos de obter novo título de condução pelo período de dois anos, sendo que 492 foram cassados no último ano, um aumento de cerca 14%, face ao número registado nos oito anos anteriores. Encontram-se a decorrer os trâmites em 184 processos de condutores que perderam a totalidade dos pontos.

Consulte o comunicado aqui​​

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Campanha "Os radares salvam vidas"

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​ANSR lança hoje, nas redes sociais, a Campanha “Os Radares Salvam Vidas” que decorre até ao dia 03 de junho com o objetivo de divulgar os 123 radares (100 de velocidade instantânea e 23 de velocidade média) e os locais onde estão instalados.

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Alerta de notificações falsas em nome da PSP

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​Foi identificada a circulação de uma notificação falsa em nome da Polícia de Segurança Pública.

Trata-se de uma tentativa fraudulenta, pelo que as instruções expressas neste tipo de aviso para pagamento devem ser ignoradas.

A PSP pede que caso receba este documento ou veja alguém a distribuí-lo, se dirija à esquadra mais próxima.

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Aviso: E-mails fraudulentos em nome da ANSR

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) tem conhecimento de que alguns cidadãos estão a receber mensagens de correio eletrónico supostamente provenientes da ANSR, contendo notificações falsas de coimas e/ou solicitação de pagamento nas quais é pedido que se carregue num link. 

Exemplo das mensagens:

Estas mensagens são falsas e devem ser ignoradas. O seu objetivo é convencer o destinatário a fornecer informações pessoais ou a realizar pagamentos indevidos.

CUIDADO: Em caso algum deverá efetuar essa operação.

Reforçamos que NÃO DEVE CLICAR NOS LINKS CONTIDOS NESSES E-MAILS NEM REALIZAR QUALQUER PAGAMENTO.

Relembramos que AS NOTIFICAÇÕES DA ANSR SÃO SEMPRE ENVIADAS POR CORREIO FÍSICO.

Em caso de dúvida, contacte-nos pelo 214 236 800 ou através do e-mail: mail@ansr.pt 

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ANSR e Liga dos Bombeiros Portugueses assinam Protocolo para a desmaterialização de processos contraordenacionais

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​A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) assinaram hoje, com a homologação do Secretário de Estado da Proteção Civil, Paulo Simões Ribeiro, o Protocolo de Colaboração para a desmaterialização dos processos relativos às infrações ao Código da Estrada a celebrar entre as duas entidades.

O Código da Estrada prevê que os condutores de veículos em missão urgente de prestação de socorro possam deixar de observar certas regras e sinais de trânsito, desde que a marcha esteja sinalizada e não ponha em risco outras pessoas, dispensando a instauração de procedimento pela prática de factos tipificados como contraordenação, desde que justificados.

Contudo, o procedimento e os fundamentos da justificação nos casos de infração e respetiva prova da missão de prestação de socorro, previstos na lei, implicam sucessivas notificações e limites de prazos, são morosos e dispendiosos.

Torna-se, assim, importante alterar o fluxo de tratamento destas ocorrências, potenciando a celeridade quer da resposta quer da validação de justificações, com o objetivo de incrementar a celeridade e economia do referido procedimento.

Desta forma, a ANSR desenvolveu uma medida que irá facilitar, agilizar e promover o cumprimento da justificação da prática de factos tipificados como contraordenação no caso de condutores de veículos em missão urgente de prestação de socorro.

Este protocolo irá, assim, permitir o acesso desmaterializado e expedito à informação relativa à justificação de contraordenações, através da comunicação entre o aplicativo informático Sistema de Gestão de Evento de Trânsito (SIGET) e a base de dados dos veículos afetos a missão urgente de prestação de socorro da LBP e suas associações humanitárias de bombeiros, federações de bombeiros e entidades públicas, sociais e privadas, que mantêm corpos de bombeiros.

Este é mais um passo importante na cooperação entre as duas instituições, visando não só a celeridade e a eficiência, mas também a redução de custos, a pegada ambiental, e principalmente salvar vidas.

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Mais 37 radares a salvar vidas desde o dia 1 de setembro de 2023

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Como anunciado publicamente em agosto, os novos 37 radares da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), 12 dos quais de velocidade média, entraram em funcionamento às 00H00 do dia 1 de setembro de 2023

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Como anunciado publicamente em agosto, os novos 37 radares da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), 12 dos quais de velocidade média, entraram em funcionamento às 00H00 do dia 1 de setembro de 2023.

Trata-se da entrada em funcionamento do primeiro lote de um total de 62 novos Locais de Controlo de Velocidade (LCV), que vão duplicar a capacidade do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (SINCRO), de 61 para 123 LCV.

A instalação dos novos radares insere-se no âmbito do objetivo da ANSR de reforçar o combate à sinistralidade rodoviária, pelo que todos os novos equipamentos estão localizados nas zonas de concentração de acidentes mortais e onde a velocidade excessiva se revelou uma das causas para essa sinistralidade.

Note-se que, nos locais destes 62 LCV já perderam a vida 115 pessoas nos últimos cinco anos: um quarto das mortes que ocorreram nos locais de concentração de acidentes mortais.

Recorde-se que a entrada em funcionamento dos novos radares foi anunciada no passado dia 16 de agosto, estando, desde essa data, sinalizados na estrada e constam também no site https://radaresavista.pt.

Com o objetivo de alertar para a entrada em funcionamento de novos radares, a ANSR promoveu a campanha “Os Radares Salvam Vidas”, em diferentes meios de comunicação, assegurando total transparência na sua localização e, desta forma, maximizando a capacidade dos radares para salvar vidas, nomeadamente através da adoção ao volante de comportamentos adequados. Veja o vídeo aqui.

Anteriormente, a ANSR realizou a campanha “Dê Prioridade à Vida” onde identificou em todo o

país os 175 locais de concentração de acidentes mortais. Consulte a informação por distrito, reunida nesta INFOGRAFIA.

SINCRO fiscalizou 550 milhões de veículos e registou 2 milhões de infrações

Quase 550 milhões de veículos/condutores foram fiscalizados pelos radares do SINCRO, entre 2018 e o primeiro semestre de 2023, cerca de 91% do total de veículos fiscalizados/condutores por todos os radares nacionais no mesmo período, e registou cerca de 2 milhões de infrações.

Fruto da política adotada de assegurar total transparência na localização dos radares instalados,a taxa de infração (nº de infrações/n.º de veículos fiscalizados) dos radares SINCRO foi semprereduzida (quando comparada com outros radares), cerca de 0,55%, em 2018, menos de 6

veículos, por cada mil fiscalizados, tendo vindo anualmente a diminuir até atingir, no primeirosemestre de 2023, a taxa de 0,29%, menos de 3 veículos, por cada mil fiscalizados.

Os números de infrações e a evolução verificada demonstram de forma inequívoca a eficácia dos radares na redução da velocidade de quem circula na sua zona de influência, contribuindo para o grande objetivo de salvar vidas.

Os radares salvam vidas

O efeito desta redução das velocidades é comprovado pela diminuição verificada nos números da sinistralidade rodoviária registada nos locais onde foram implementados os radares SINCRO.

Nestes locais, registaram-se menos 36% de acidentes com vítimas, menos 74% de vítimas mortais, menos 44% de feridos graves e menos 36% de feridos leves.

Radares com maior número de infrações registadas (top 5)

De acordo com a política de transparência adotada pela ANSR e com o objetivo de alertar para o reforço das medidas de prudência pelos condutores, comunica-se que nos seguintes 5 locais onde estão localizados radares (em 61 LCV) ocorrem cerca de um terço do total das infrações registadas no sistema SINCRO:

•    Radar da EN125, ao km 102,0 em Faro, sentido Oeste-Este

•    Radar da A1, ao km 188,6 em Coimbra, sentido Sul-Norte

•    Radar da A4, ao km 0,1 em Matosinhos, sentido Este-Oeste

•    Radar da A29, ao km 40,9 em Vila Nova de Gaia, sentido Sul-Norte

•    Radar da A23, ao km 18,6 em Vila Nova da Barquinha, sentido-Este Oeste

Radares colocados nos locais de concentração de acidentes para salvar vidas

Os 62 novos LCV (37 entraram em funcionamento a 1 de setembro) estão instalados nas zonas de concentração de acidentes mortais e onde a velocidade excessiva se revelou uma das causas para essa sinistralidade.

Nos locais destes 62 LCV, nos últimos cinco anos, já perderam a vida 115 pessoas: um quarto das mortes que ocorreu nos locais de concentração de acidentes mortais identificados pela ANSR.

Com a instalação dos 62 novos radares, a ANSR quer salvar vidas e que todos cheguem ao seu destino em segurança. Dê Prioridade à Vida.

Reportagem SIC

Reportagem SIC

Reportagem SIC

Reportagem TVI

Reportagem TVI

Reportagem TVI

Reportagem RTP

Reportagem TSF

Reportagem Sábado

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Presidente da ANSR na SIC Notícias

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​A propósito da entrada em funcionamento de novos radares em Lisboa, o Presidente da ANSR, Rui Ribeiro, esteve no passado sábado, na SIC Notícias, para falar sobre a importância que estes dispositivos têm para a segurança das pessoas nas estradas.

Explicando porque é que é tão importante reduzir a velocidade em alguns pontos por forma a salvar vidas, referiu que “nos primeiros 5 anos de existência do Sistema SINCRO, houve 36% de redução em acidentes com vítimas, e uma redução de 56% de vítimas mortais nos locais onde existem radares”.

O Presidente da ANSR, falou ainda nos cuidados a ter nesta época de férias em que há uma maior circulação de pessoas, deixando alguns conselhos: “cumpra os limites de velocidade, não conduza sob o efeito do álcool, não se distraia com o telemóvel, use sempre os sistemas de retenção, mantenha a distância de segurança e pare para descansar de 2 em 2 horas”.

Veja a entrevista na íntegra aqui.

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