Notícias sobre segurança rodoviária

A ANSR disponibiliza o Relatório de Sinistralidade a 24h, Fiscalização e Contraordenações de outubro de 2022

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A ANSR divulga hoje o relatório de sinistralidade, fiscalização e contraordenações rodoviárias relativo aos primeiros dez meses de 2022.

Entre janeiro e outubro de 2022 registaram-se no
Continente e nas Regiões Autónomas 28.456 acidentes de viação com vítimas, de
que resultaram 399 vítimas mortais, 2.081 feridos graves e 33.369 feridos
leves.

Em relação a 2019 , ano que a Comissão Europeia
considerou como o ano base de referência para efeitos da avaliação da evolução
da sinistralidade rodoviária durante a presente década , critério que também
foi adotado em Portugal, registaram-se no Continente e nas Regiões Autónomas
menos 2.459 acidentes (-8%), menos 41 vítimas mortais (-9,3%), menos 69 feridos
graves (-3,2%) e menos 4.028 feridos leves (-10,8%).

Dos resultados dos primeiros dez meses de 2022
destacam-se as seguintes conclusões: a colisão foi a natureza de acidente mais
frequente (52,3% dos acidentes), a maioria das vítimas mortais eram condutores
(66,8%), e o tipo de veículo mais envolvido em acidentes foi o automóvel
ligeiro (54,6%). O tipo de infração
mais frequente foi o excesso de velocidade (67,8%).

Entre janeiro e outubro de 2022, 51,3% do número de
vítimas mortais registou-se na rede rodoviária sob a responsabilidade da
Infraestruturas de Portugal (45,4%) e Brisa (5,9%).

Consulte o relatório aqui​.​​​

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Balanço da campanha “Viajar sem Pressa”

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Terminou ontem a campanha de segurança rodoviária “Viajar sem pressa”, da responsabilidade da ANSR, GNR e PSP, que decorreu entre os dias 31 de janeiro e 6 de fevereiro.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2023, a
campanha foi divulgada nos meios digitais e através de cinco ações de
sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de
fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, em Lisboa, Póvoa de Varzim,
Braga, Porto e Seixal. Idênticas ações ocorreram na Região Autónoma da Madeira.

Na campanha
foram sensibilizados 358 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as
seguintes mensagens:

  • A velocidade é a principal causa de um terço de
    todos os acidentes mortais;
  • Quanto mais rápido conduzimos,
    menos tempo dispomos para imobilizar o veículo, quando algo de inesperado
    acontece;
  • Numa viagem de 20 km, aumentar a velocidade de 50
    para 60 km/hora, permite ganhar apenas 4 minutos. Viaje sem pressa.

Nestas ações de proximidade com o cidadão, a ANSR
partilhou dados estatísticos relativamente à condução em excesso de velocidade.
A exibição de um vídeo impactante sobre a temática levou a uma perceção mais
real das consequências deste comportamento. No final das ações foi distribuído
um flyer com informações sobre as estatísticas e os estudos relacionados com
esta temática, bem como as consequências legais dos comportamentos infratores.

Durante as operações das Forças de Segurança no âmbito
desta campanha, realizadas entre os dias 31 de janeiro e 6 de fevereiro, foram
fiscalizados em controlo de velocidade por radar cerca de 2,8 milhões de
veículos, 85,1% dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de
Velocidade, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

Dos veículos fiscalizados, 16,2 mil circulavam com
excesso de velocidade, dos quais 8,7 mil foram detetados pelos radares das
Forças de Segurança e 7,5 mil pelos da ANSR.

No
período da campanha, de 31 de janeiro a 6 de fevereiro, registou-se um total de
2.501 acidentes, de que resultaram 8 vítimas mortais, 40 feridos graves e 738
feridos leves.

Relativamente
ao período homólogo de 2022, verificaram-se mais 279 acidentes, mas menos 3
vítimas mortais e menos 3 feridos graves, ainda que mais 131 feridos leves.

Comunicado
de balanço da campanha "Viajar sem pressa"

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ANSR participa em ação de sensibilização no 17.º aniversário do Comando Territorial de Aveiro da GNR

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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) participou, a convite da Guarda Nacional Republicana (GNR), numa ação de sensibilização rodoviária que teve lugar na Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos Dr. Acácio de Azevedo, em Oliveira do Bairro

Hoje, 6 de novembro de 2025, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) participou, a convite da Guarda Nacional Republicana (GNR), numa ação de sensibilização rodoviária que teve lugar na Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos Dr. Acácio de Azevedo, em Oliveira do Bairro, no âmbito das comemorações do 17.º aniversário do Comando Territorial de Aveiro.

O evento decorreu entre as 09h00 e as 17h00 e contou com a presença de cerca de 2.000 crianças e jovens das escolas do concelho, reforçando a importância da educação rodoviária e da sensibilização para comportamentos seguros na estrada.

A ANSR marcou presença com uma dinâmica interativa, através da utilização dos “Óculos Simuladores”, que permitiram aos participantes experimentar, de forma segura, os efeitos da condução sob influência do álcool, drogas ou fadiga.

Esta participação proporcionou uma experiência educativa única, promovendo o aprendizado prático e consciente sobre os riscos da sinistralidade rodoviária e reforçando o compromisso conjunto da ANSR e da GNR com a prevenção e a segurança nas estradas.

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Campanha “Viajar sem pressa”

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​A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam hoje, a Campanha de Segurança Rodoviária “Viajar sem pressa”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024.

A decorrer entre os dias 5 e 11 de junho, a campanha tem como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, dado que esta é uma das principais causas dos acidentes nas estradas e é responsável por mais de 60% das infrações registadas.

Importa lembrar que a probabilidade de existirem vítimas mortais aumenta em função da velocidade a que circulam os veículos.

Por exemplo, num atropelamento se um veículo circular a 30 km/h, a probabilidade das consequências de um atropelamento serem mortais é de 10%. Aumentando a velocidade para 50 km/h, a probabilidade passa a ser de 80%.

A campanha “Viajar sem pressa” integrará:

  • Ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira;
  • Operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário e de acordo com o PNF de 2024, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que respeita à condução em excesso de velocidade.

As ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização nas seguintes localidades:

  • Dia 5 de junho | 09h30: Estrada da Circunvalação (antes do entroncamento com a Rua do Senhor, sentido Areosa/Matosinhos), Matosinhos (41.182971, -8.645921)
  • Dia 6 de junho | 08H00: IC10-km 0,5 – sentido Almeirim/Santarém (39.227847, -8.712337)
  • Dia 11 de junho | 09h00: Avenida do Bocage, Barreiro (acesso ao IC21) (38.656484, -9.056284)

A ANSR, a GNR e a PSP relembram que a condução em excesso de velocidade é um risco para a sua segurança e dos outros:

  • A velocidade é a principal causa de um terço de todos os acidentes mortais;
  • Quanto mais rápido conduzimos, menos tempo dispomos para imobilizar o veículo, quando algo de inesperado acontece;
  • Numa viagem de 20 km, aumentar a velocidade de 50 para 60 km/hora, permite ganhar apenas 4 minutos. Viaje sem pressa.

Esta é a sexta das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas para este ano no âmbito do PNF de 2024. Até ao final do ano serão realizadas mais seis campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

O PNF de 2023 consagrou como prioritários os temas Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança e Telemóvel.

Quanto a 2024, para além dos quatro temas acima referidos, foi ainda adicionado um novo capítulo sobre a fiscalização dos veículos de duas rodas a motor.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Consulte aqui o comunicado da campanha.

Consulte o Flyer da campanha "Viajar sem pressa".

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ANSR aposta em campanha para utilizadores de duas rodas a motor

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A ANSR apresenta uma nova campanha dirigida aos utilizadores de duas rodas a motor, que arrancou esta semana. Saiba tudo.

​Os utilizadores de ciclomotores e de motociclos, quando envolvidos em acidentes rodoviários, têm um risco mais elevado de sofrer consequências graves do que as pessoas que circulam em outros veículos. Este risco deve-se à sua vulnerabilidade devido a não possuírem a proteção do habitáculo.

No período pré-pandemia e fazendo a média de acidentes nos anos de 2017, de 2018 e de 2019 com motociclos, verificou-se que houve cerca de 8.873 acidentes por ano, dos quais resultaram em média 126 vítimas mortais e 591 feridos graves.

Em 2023, registaram-se nas estradas portuguesas 902 acidentes de viação com motociclos, de que resultaram vítimas, entre os quais registaram-se 127 vítimas mortais e 831 feridos graves.  Isto significa que, relativamente aos motociclos, no ano passado, verificou-se um aumento de 16,4% de acidentes com vítimas relativamente a 2022 e de 25,8% comparativamente a 2019. Já quanto aos ciclomotores, verificou-se um decréscimo de 25% em 2023 face a 2019.

De entre as vítimas mortais em 2023, 22 tinham idade compreendida entre os 35 e os 39 anos, 18 tinham entre 45 e 49 anos e 17 vítimas concentravam-se entre os 25 e os 29 anos.

Relativamente aos feridos graves também no ano passado, 109 tinham entre os 45 e os 49 anos de idade, 106 entre os 25 e os 29 anos e 101 entre os 20 e os 24.

Assim, tendo em conta os números da sinistralidade registada em Portugal Continental e nas Regiões Autónomas, a ANSR continua a apostar na divulgação de campanhas de sensibilização rodoviária, no sentido de contribuir para a redução da sinistralidade rodoviária.

Neste contexto, torna-se essencial direcionar e amplificar as mensagens de sensibilização de segurança rodoviária dirigidas aos utilizadores duas rodas a motor, pelo que arrancou esta semana uma campanha que será divulgada pela Motorcycle Sports, em vários meios de comunicação especializados, que decorrerá entre junho e dezembro de 2023.

Veja aqui os vídeos da parceria entre a ANSR e a Motorcycle Sports:

Segurança Rodoviária para Motociclistas - Utilização de Luvas

Segurança Rodoviária para Motociclistas - Utilização de Casaco

Segurança Rodoviária para Motociclistas - Utilização de Botas

Segurança Rodoviária para Motociclistas - Pneus

Segurança Rodoviária para Motociclistas - Álcool

Segurança Rodoviária para Motociclistas - Condução Defensiva​

Segurança Rodoviária para Motociclistas - Velocidade

Em junho, tendo em conta a realização do 26.º Portugal de Lés-a-Lés, foi ontem divulgada uma Newsletter, com a seguinte informação:

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ANSR em destaque na revista Dependências

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Consulte nova edição da revista Dependências.

​Consulte aqui a nova edição da revista Dependências.

Entre os vários artigos desta revista mensal, salientamos a assinatura do protocolo entre a ANSR e a Cap Magellan, a presença da ANSR na Queima das Fitas do Porto, a presença da ANSR na 3.ª edição do evento “Juntos, Somos Segurança e Saúde”, que decorreu no Mar Shopping, o protocolo de cooperação entre a ANSR e o Município de Bombarral, a apresentação da estratégia “Visão Zero 2030” no “I Seminário sobre a Prevenção Rodoviária – Formar Comportamentos”, o balanço da campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar e a apresentação do relatório anual de sinistralidade a 24H, fiscalização e contraordenações rodoviárias 2023.

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Campanha “Estrada e Consequência”

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Se conduzir, não beba António Costa seguia no banco do pendura, o amigo deixou-se dormir ao volante, depois ingerir álcool, e ele ficou paraplégico. Conselho: Na estrada, o álcool mata os sonhos e interrompe a vida de todos. Se conduzir, não beba.

​Se conduzir, não beba

António Costa seguia no banco do pendura, o amigo deixou-se dormir ao volante, depois ingerir álcool, e ele ficou paraplégico. Conselho: Na estrada, o álcool mata os sonhos e interrompe a vida de todos. Se conduzir, não beba.

Clique aqui para ouvir o testemunho do António

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8.º Aniversário do Sistema Carta por Pontos

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O Sistema Carta por Pontos completa hoje, dia 1 de junho de 2024, oito anos. Este sistema consiste na atribuição a cada condutor de 12 pontos. A subtração do número de pontos varia consoante o tipo de infrações cometidas: grave, muito grave ou crimes rodoviários, levando à cassação do título de condução quando é subtraída a totalidade dos pontos.

O Sistema Carta por Pontos prevê ainda a atribuição de pontos adicionais: três pontos adicionais, até ao máximo de 15 pontos, a todos os condutores que, no final de cada período de três anos[1], não tenham de registo de contraordenações graves ou muito graves ou crimes de natureza rodoviária no registo individual de condutor; e um ponto adicional, a cada período correspondente à revalidação da carta de condução, não podendo ultrapassar o limite máximo de 16 pontos, sempre que o condutor de forma voluntária proceda à frequência de ação de formação de segurança rodoviária e não tenha registo de crimes rodoviários.

[1] Para os condutores de veículos de socorro ou de serviço urgente, de transportes coletivo de crianças e jovens até aos 16 anos, de táxis, de automóveis pesados de passageiros ou de mercadorias ou de transporte de mercadorias perigosas, no exercício das suas funções profissionais, o período é de dois anos.

Balanço Global

Nos oito anos da sua vigência, foram subtraídos pontos a cerca de 871 mil condutores, dos quais cerca de 300 mil no último ano, representando um aumento de 53% face aos sete anos anteriores.

Desde a entrada em vigor deste sistema, 3.119 condutores já tiveram o seu título de condução cassado e, consequentemente, estiveram ou estão impedidos de obter novo título de condução pelo período de dois anos, sendo que 512 foram cassados no último ano, correspondendo a um aumento de cerca 20% face ao número registado nos sete anos anteriores. Encontram-se a decorrer os trâmites em 533 processos de condutores que perderam a totalidade dos pontos.

Durante estes oito anos 510 mil condutores já ganharam 3 pontos, ou seja, 510 mil condutores estiveram pelo menos um período de três1 anos sem o registo de qualquer contraordenação grave ou muito grave ou crime de natureza rodoviária.

Frequência de Ações de Formação pelos condutores com cinco ou quatro ponto

O Sistema Carta por Pontos prevê que os condutores que disponham de apenas cinco ou quatro pontos tenham que de frequentar a ação de formação (alínea a) do nº 4 do artigo 148º do Código da Estrada) no prazo máximo de 180 dias a contar da data da receção da notificação, sob pena de cassação do título de condução.

Assim, neste universo atualmente temos 3.715 condutores dos quais:

2.441 foram notificados, e destes:

  • 1.236 frequentaram a ação de formação;
  • 257 não frequentaram a ação de formação, tendo sido aberto o respetivo processo de cassação, nos termos do nº 8 do artigo 148º do CE. Destes, foram já cassados 42 títulos de condução e os restantes encontram-se em fase de instrução e/ou notificação
  • 948 encontram-se ainda dentro do prazo para frequentar a ação de formação, prazo esse definido no nº 6 do artigo 2º do Decreto-Regulamentar nº 1-A/2016, de 30 de maio.

1.274 em fase de notificação.

Realização de Provas Teóricas pelos condutores com três, dois ou um ponto

Por outro lado, o Sistema Carta por Pontos estabelece que os condutores que disponham de três, dois ou um ponto têm de realizar uma prova teórica do exame de condução (alínea b) do nº 4 do artigo 148º do CE), no prazo máximo de 90 dias a contar da data da receção da notificação. Assim, neste universo temos atualmente 5.519 condutores dos quais:

3.697 já notificados, e destes:

  • 2.289 realizaram a prova teórica;
  • 543 faltaram/reprovaram à prova, tendo já sido aberto o respetivo processo de cassação, nos termos do nº 8 do artigo 148º do CE, sendo que destes foram cassados 102 títulos de condução e os restantes encontram-se em fase de instrução e/ou notificação;
  • 865 ainda não realizaram a prova, mas encontram-se a aguardar o agendamento e realização da prova;

1. 822 em fase de notificação.

No que concerne à ação de formação voluntária prevista no nº 7 do artigo 148º do CE, a mesma foi já frequentada por 89 condutores.

Tipologia de infrações

As infrações que mais concorrem para a perda de pontos continuam a ser o excesso de velocidade (71,5% de condutores), seguindo-se a utilização indevida do telemóvel (9,3% de condutores), a violação de regras e sinais (8,7% dos condutores), a condução sob influência de álcool ou substâncias psicotrópicas (3,3% de condutores) e incumprimento da luz vermelha, linha longitudinal contínua, não utilização de equipamentos de segurança, não utilização de luzes quando obrigatórias (3,3% dos condutores).

Distritos com mais contraordenações

Nos distritos de Lisboa e Porto são registadas cerca de 5.700 contraordenações por mês em cada um, seguido de Aveiro, com cerca de 3.500, e de Braga e Leiria, com cerca de 2.800 em cada. É, pois, nesses distritos maioritariamente que se verificam o maior número de condutores que perde pontos na carta de condução: 28% dos condutores que perde pontos circulavam em Lisboa, 16% do Porto, 7% de Leiria, 7% Aveiro e 6% de Braga.

Consulte o comunicado aqui.

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Campanha “Peões e Condutores Seguros”

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​A ANSR lança hoje, nas redes sociais, a nova campanha de segurança rodoviária “Peões e Condutores Seguros”.

O lema da campanha é “Pense antes de agir”, que relembra aos peões e aos condutores que, tal como num jogo de xadrez, um erro pode ser fatal. O movimento de apenas uma peça pode mudar o destino de todas as outras. No xadrez, como na estrada, é fundamental antecipar o perigo.

Os objetivos desta campanha são:

  • Alertar condutores e peões para a importância de cumprirem as regras de segurança rodoviária e de redobrarem os cuidados na estrada, garantindo uma coexistência segura, sem riscos e sem acidentes;
  • Promover a adoção de comportamentos seguros;
  • Contribuir para a melhoria das condições de segurança e mobilidade dos peões, que são os mais vulneráveis na estrada.

As falhas humanas praticadas no exercício efetivo da condução de veículos, bem como as cometidas por peões em trânsito na via pública, constituem fatores dominantes dos acidentes de viação, com ou sem atropelamentos.

Os peões são os utilizadores das vias públicas que maiores e especiais cuidados requerem por parte dos condutores, por não apresentarem qualquer tipo de proteção, o que os torna fisicamente mais frágeis em caso de acidente rodoviário. A ter em conta é também a imprevisibilidade dos seus comportamentos, sobretudo quando se trata de crianças. Há que ter atenção especial relativamente aos seniores, pessoas com mobilidade reduzida e pessoas com deficiência.

Em 2022, relativamente ao número de peões, houve 107 vítimas mortais. Entre estas, cinco crianças/jovens até aos 19 anos e 64 seniores com 60 ou mais anos.

Em 2023, registaram-se 59 vítimas mortais em acidentes com peões, o que corresponde a 12,3% do total de vítimas mortais em Portugal.

Esta campanha aborda sobretudo o tema dos peões vulneráveis: crianças, seniores, pessoas com mobilidade reduzida e pessoas com deficiência, a quem tem de ser dada especial atenção pelos restantes utilizadores da via, particularmente pelos condutores.

Crianças enquanto peões

As crianças, pelo seu comportamento distraído e irrefletido são, grande parte das vezes, imprevisíveis no trânsito. As principais razões que explicam este comportamento devem-se, em parte, à sua pequena estatura, que reduz o seu campo de visão em comparação com o dos adultos. Por outro lado, caracterizam-se por revelarem dificuldade de concentração, mesmo perante perigos rodoviários explícitos, não adaptando o seu comportamento às exigências do trânsito. Concorre também para o agravamento do risco a falta de exemplo pedagógico de muitos adultos, que acabam por assumir, inúmeras vezes, comportamentos desadequados às condições adversas que encontram no trânsito.

Seniores enquanto peões

Com o processo natural de envelhecimento, algumas capacidades físicas e psicológicas tendem a diminuir, o que contribui para aumentar a vulnerabilidade ao risco de atropelamento.

As limitações funcionais têm também influência na segurança rodoviária e fazem com que o risco de atropelamento nos seniores seja maior. Por exemplo, ao atravessar a estrada os peões deste grupo etário deslocam-se mais devagar do que os mais novos, aumentando a exposição ao risco de atropelamento; demoram mais tempo a iniciar o atravessamento; têm mais dificuldade em detetar a aproximação de veículos e de estimar a sua velocidade; devido à deterioração da visão periférica e à menor flexibilidade, têm mais dificuldade em detetar os veículos que se aproximam lateralmente.

Pessoas com mobilidade reduzida ou pessoas com deficiência enquanto peões

Incluem-se neste grupo, as pessoas que têm dificuldades de locomoção, sensoriais (cegos, surdos) e/ou psíquicas. Face a estas limitações, os condutores devem dar-lhes mais tempo, sempre que os encontram na estrada. Estes cidadãos deparam-se diariamente com dificuldades acrescidas no seu relacionamento com a envolvente rodoviária, dado que, muitas vezes, esta não está devidamente preparada com infraestruturas que sejam adequadas às suas necessidades de mobilidade.

A segurança rodoviária é uma responsabilidade partilhada, por isso todos nós, peões e condutores, somos convocados a cumprir as regras do Código da Estrada e a contribuir para as Zero Mortes na estrada.

Acompanhe a informação veiculada nas redes sociais da ANSR e escolha fazer parte da construção de um ambiente rodoviário cada vez mais seguro.

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ANSR e Município de Bombarral assinam Protocolo de Colaboração

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A ANSR e o Município de Bombarral celebraram hoje um protocolo de colaboração, que estabelece uma parceria estratégica para a partilha de informações relativas à sinistralidade rodoviária e características da rede rodoviária do concelho.

Este acordo, assinado pela Vice-Presidente da ANSR, Ana Tomaz e pelo Presidente da Câmara Municipal de Bombarral, Ricardo Fernandes, visa otimizar a utilização dos dados em posse de ambas as entidades para aperfeiçoar as condições de segurança nas estradas do Município.

Através desta cooperação, espera-se que a conjugação de esforços entre a administração central e local conduza a uma redução significativa dos acidentes rodoviários, através de uma intervenção mais eficaz na infraestrutura e na implementação de medidas corretivas e preventivas ajustadas à realidade específica do Bombarral.

As partes envolvidas reiteram o seu compromisso com a promoção da segurança rodoviária e a prevenção da sinistralidade, assegurando que a sinergia resultante deste protocolo será um valor acrescentado para a comunidade, alinhado com os objetivos de desenvolvimento e bem-estar de todos os utilizadores das vias públicas.

Este protocolo representa mais um passo importante na estratégia de segurança rodoviária nacional, sublinhando o papel ativo do Município de Bombarral na implementação de políticas eficazes neste domínio.

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