Notícias sobre campanhas

Balanço da Campanha Ao volante, o telemóvel pode esperar

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​A Campanha de Segurança Rodoviária Ao volante, o telemóvel pode esperar, promovida conjuntamente pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu de 14 a 20 de maio e visou alertar os condutores para as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução.

Esta campanha contou, ainda, com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira na realização de ações de sensibilização, complementando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2025, a campanha foi divulgada nos meios digitais e através de cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas, em simultâneo, com as operações de fiscalização da GNR e da PSP, em Braga (duas ações), Bragança, Sesimbra e Vila Flor. Idênticas ações ocorreram nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Na campanha foram sensibilizados 662 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • Os condutores que utilizam o telemóvel durante a condução são mais lentos a reconhecer e a reagir a perigos;
  • A distração ocorre quando duas tarefas mentais, conduzir e utilizar o telemóvel, são executadas ao mesmo tempo, o que provoca lapsos de atenção e erros de avaliação;
  • O uso de aparelhos eletrónicos durante a condução causa dificuldade na interpretação da sinalização e desrespeito pelas regras de cedência de passagem, designadamente em relação aos peões.

No âmbito desta Campanha, realizada entre 14 e 20 de maio, foram fiscalizados automaticamente por radar 5.387.981 veículos, dos quais 145.011 pelas Forças de Segurança (GNR e PSP) e 5.242.970 pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da ANSR.

As Forças de Segurança fiscalizaram presencialmente 60.745 veículos e condutores.

No total foram fiscalizados, quer através de meios automáticos, quer presencialmente, 5.448.726 veículos.

Do total de 5.448.726 de veículos fiscalizados, durante a campanha, registaram-se 25.098 infrações rodoviárias. Das 815 infrações relativas ao uso indevido do telemóvel durante a condução, 797 registaram-se no Continente e 18 nas Regiões Autónomas, tendo sido 654 detetadas pela GNR e 161 pela PSP.

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Nesta campanha, registou-se um total de 2.723 acidentes, de que resultaram sete vítimas mortais, 54 feridos graves e 854 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2024, verificaram-se menos 40 acidentes, igual número de vítimas mortais, mais 20 feridos graves e mais 55 feridos leves.

As sete vítimas mortais, todas do género masculino, tinham idades compreendidas entre os 19 e os 66 anos.

Os seis acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Aveiro (1), Faro (1), Santarém (3) e Setúbal (1 com 2 vítimas mortais).

Estes acidentes consistiram em quatro colisões (que envolveram 5 veículos ligeiros, 2 ciclomotores e 2 motociclos) e dois despistes (que envolveram 1 veículo ligeiro e 1 motociclo).

Os acidentes acima descritos ocorreram em 1 autoestrada, 1 arruamento, 1 estrada municipal, 1 estrada nacional e 2 em outras vias.

Esta foi a quinta das 11 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2025. Até ao final do ano serão realizadas mais seis campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos. 

O PNF de 2024 consagrou como prioritários os temas: velocidade, álcool, acessórios de segurança, telemóvel e veículos de duas rodas a motor.

À semelhança de 2024, serão realizadas durante este ano campanhas de sensibilização e de fiscalização com as mesmas temáticas.

Das cinco campanhas, que decorreram em 2025, foram realizadas 23 ações, durante as quais 3.480 pessoas foram sensibilizadas, presencialmente. Quanto às ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados, presencialmente, foi de 330.131. Por radar, foram controlados 27.408.299 de veículos.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Consulte o comunicado de balanço aqui.

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Balanço da Campanha “Taxa Zero ao Volante”

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A Campanha de Segurança Rodoviária “Taxa Zero ao Volante”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre os dias 4 e 10 de fevereiro e teve como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução sob a influência do álcool.

Esta campanha contou, uma vez mais, com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira na realização de ações de sensibilização, complementando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2025, a campanha foi divulgada nos meios digitais e através de cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, em Viana do Castelo (duas ações), Castelo Branco (duas ações) e em Lisboa. Idênticas ações ocorreram nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Na campanha “Taxa Zero ao Volante” foram sensibilizados 349 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • Com uma taxa de álcool no sangue de 0,5 g/l, o risco de sofrer um acidente grave ou mortal duplica;
  • O consumo de álcool estreita o campo visual, atrasa a capacidade de decidir e de reagir atempadamente e descoordena os movimentos;
  • A relação entre o que se bebe e a taxa de álcool no sangue depende de vários fatores: idade, género, peso, altura, metabolismo, os alimentos ingeridos e há quanto tempo se ingeriram. Por isso, é tão importante a “Taxa zero ao volante”.

Durante as operações das Forças de Segurança no âmbito desta campanha, realizadas entre os dias 4 e 10 de fevereiro, foram fiscalizados em controlo de velocidade por radar 4,1 milhões de veículos, 3,7 milhões dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da ANSR.

Em termos de fiscalização presencial, as Forças de Segurança procederam à fiscalização de 75,4 mil veículos.

Do total de 4,2 milhões de veículos fiscalizados durante a campanha, registaram-se 26,0 mil infrações, das quais 876 referentes à condução sob o efeito do álcool.

Das 876 infrações relativas à condução sob o efeito do álcool, 820 registaram-se no Continente e 56 nas Regiões Autónomas, tendo sido 654 detetadas pela GNR e 222 pela PSP.

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Nesta campanha, registou-se um total de 2.477 acidentes, dos quais resultaram sete vítimas mortais, 27 feridos graves e 684 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2024, verificaram-se menos 231 acidentes, igual número de vítimas mortais, menos nove feridos graves e menos 157 feridos leves.

As sete vítimas mortais, todas do género masculino, tinham idades compreendidas entre os 14 e os 69 anos.

Os sete acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Braga (1), Coimbra (1), Faro (1), Leiria (1), Santarém (1) e Setúbal (2).

Estes acidentes consistiram em duas colisões (que envolveram três veículos ligeiros e um velocípede), quatro despistes (que envolveram quatro veículos ligeiros) e um atropelamento (que envolveu um veículo ligeiro).

Os acidentes acima descritos ocorreram em quatro arruamentos, uma estrada nacional, uma estrada municipal e um em outra via.

Esta foi a segunda das 11 campanhas planeadas no âmbito do PNF de 2025. Até ao final do ano, serão realizadas mais nove campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos. O PNF de 2024 consagrou como prioritários os temas Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança, Telemóvel e veículos de duas rodas a motor.

À semelhança de 2024, serão realizadas durante este ano campanhas de sensibilização e de fiscalização com as mesmas temáticas.

Das duas campanhas que decorreram este ano, foram realizadas 10 ações, durante as quais mais de 950 pessoas foram sensibilizadas presencialmente. Quanto a ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados presencialmente foi de 146,3 mil, enquanto cerca de 8,9 milhões de veículos foram fiscalizados por radar.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Consulte aqui o comunicado de balanço da campanha.

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Balanço da Campanha “Viajar sem pressa”

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​A Campanha de Segurança Rodoviária “Viajar sem pressa”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre os dias 3 a 9 de dezembro e teve como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, dado que esta é uma das principais causas dos acidentes nas estradas.

Esta campanha contou, uma vez mais, com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira na realização de ações de sensibilização, complementando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024, a campanha foi divulgada nos meios digitais, nos Painéis de Mensagem Variável e através de cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, em Braga, Setúbal, Sintra, Tomar e Vila Nova de Gaia. Idênticas ações ocorreram nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Na campanha “Viajar sem pressa” foram sensibilizados 423 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • A velocidade é a principal causa de um terço de todos os acidentes mortais;
  • Quanto mais rápido conduzimos, menos tempo dispomos para imobilizar o veículo, quando algo de inesperado acontece;
  • Numa viagem de 20 km, aumentar a velocidade de 50 para 60 km/hora, permite ganhar apenas 4 minutos. Viaje sem pressa.

Durante as operações das Forças de Segurança no âmbito desta campanha, realizadas entre os dias 3 e 9 dezembro, foram fiscalizados em controlo de velocidade por radar 5,0 milhões de veículos, 4,7 milhões dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da ANSR.

Dos veículos fiscalizados, 16,7 mil circulavam com excesso de velocidade, dos quais 5,1 mil foram detetados pelos radares das Forças de Segurança e 11,6 mil pelos da ANSR:

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Nesta campanha, registou-se um total de 2.814 acidentes, de que resultaram nove vítimas mortais, 41 feridos graves e 873 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2023, verificaram-se menos 156 acidentes, mais uma vítima mortal, menos seis feridos graves e mais 107 feridos leves.

As nove vítimas mortais, sete do género masculino e duas do género feminino, tinham idades compreendidas entre os 18 e os 75 anos.

Os nove acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Beja (1), Bragança (1), Castelo Branco (1), Coimbra (1), Leiria (1), Lisboa (2), Porto (1) e Santarém (1).

Estes acidentes consistiram em três colisões (que envolveram três veículos ligeiros, um veículo pesado, um motociclo e um velocípede), três despistes (que envolveram seis veículos ligeiros e um veículo agrícola) e três atropelamentos (que envolveram dois veículos ligeiros e um motociclo).

Os acidentes acima descritos ocorreram em seis estradas nacionais e três arruamentos.

Esta foi a última das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2024.

Destas 12 campanhas que decorreram ao longo de 2024, foram realizadas 54 ações, durante as quais cerca de 6.900 pessoas foram sensibilizadas presencialmente. Quanto a ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados presencialmente foi de 624,5 mil, enquanto cerca de 49,9 milhões de veículos foram fiscalizados por radar.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

O PNF de 2024 consagrou como prioritários os temas Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança, Telemóvel e veículos de duas rodas a motor.

À semelhança de 2024, serão realizadas durante o próximo ano 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização com as mesmas temáticas.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Consulte aqui o Comunicado de balanço da campanha "Viajar sem pressa".

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Balanço da Campanha “Viajar sem pressa”

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​A Campanha de Segurança Rodoviária “Viajar sem pressa”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre os dias 5 a 11 de junho e teve como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, dado que esta é uma das principais causas dos acidentes nas estradas.

Esta campanha contou, uma vez mais, com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira na realização de ações de sensibilização, complementando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024, a campanha foi divulgada nos meios digitais, nos Painéis de Mensagem Variável e através de três ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, no Barreiro, em Matosinhos e em Santarém. Idênticas ações ocorreram nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Na campanha “Viajar sem pressa” foram sensibilizados 442 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • A velocidade é a principal causa de um terço de todos os acidentes mortais;
  • Quanto mais rápido conduzimos, menos tempo dispomos para imobilizar o veículo, quando algo de inesperado acontece;
  • Numa viagem de 20 km, aumentar a velocidade de 50 para 60 km/hora, permite ganhar apenas 4 minutos. Viaje sem pressa.

Durante as operações das Forças de Segurança no âmbito desta campanha, realizadas entre os dias 5 e 11 junho, foram fiscalizados em controlo de velocidade por radar 4,9 milhões de veículos, 4,7 milhões dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da ANSR.

Dos veículos fiscalizados, 17,8 mil circulavam com excesso de velocidade, dos quais 4,0 mil foram detetados pelos radares das Forças de Segurança e 13,9 mil pelos da ANSR:

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Menos 12 vítimas mortais e menos 71 feridos

Nesta campanha, registou-se um total de 2.510 acidentes, de que resultaram 2 vítimas mortais, 42 feridos graves e 749 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2023, verificaram-se menos 186 acidentes, menos 12 vítimas mortais, menos 7 feridos graves e menos 64 feridos leves.

As 2 vítimas mortais, ambas do género masculino, tinham 42 e 66 anos.

Os 2 acidentes com vítimas mortais ocorreram no distrito de Lisboa.

Estes acidentes consistiram em 1 colisão que originou 1 vítima mortal e envolveu 3 veículos ligeiros e 1 despiste que originou 1 vítima mortal e envolveu 1 veículo agrícola.

Os acidentes acima descritos ocorreram em estrada nacional e outra via.

Esta foi a sexta das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2024. Até ao final do ano serão realizadas mais seis campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

O PNF de 2023 consagrou como prioritários os temas Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança e Telemóvel. Relativamente a 2024, para além dos quatro temas acima referidos, foi ainda adicionado um novo capítulo sobre a fiscalização dos veículos de duas rodas a motor.

Das seis campanhas que decorreram este ano, foram realizadas 24 ações, durante as quais mais de 3.300 pessoas foram sensibilizadas presencialmente. Quanto a ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados presencialmente foi de 304,3 mil, enquanto cerca de 22,4 milhões de veículos foram fiscalizados por radar.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Consulte aqui o Comunicado do balanço da campanha "Viajar sem pressa"

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Balanço de Natal: Mais quatro vítimas mortais e mais 137 feridos

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No período de Natal, entre 15 e 26 de dezembro de 2023, registaram-se 17 vítimas mortais, mais quatro do que em igual período do ano passado.

No mesmo período registaram-se 4.852 acidentes, menos 307 que no período homólogo, donde resultaram 1.492 feridos, mais 137 do que em igual período de 2022. Dos 1.492 feridos, 80 foram graves (mesmo que no ano anterior) e 1.412 leves (mais 137 que o ano anterior).

Deste modo, face aos mesmos dias de 2022, os acidentes evidenciaram uma diminuição de 6,0%, enquanto as vítimas totais registaram um aumento de 10,3%.

As 17 vítimas mortais registadas entre os dias 15 e 26 de dezembro de 2023 foram provenientes de acidentes nos distritos de Beja (3), Portalegre (3), Coimbra (2), Setúbal (2), Braga, Leiria, Lisboa, Porto, Santarém, Vila Real e na região autónoma dos Açores.

Nos restantes distritos do país - Aveiro, Bragança, Castelo Branco, Évora, Faro, Guarda, Viana do Castelo e Viseu – e na região autónoma da Madeira, o objetivo de zero mortos nas estradas foi atingido.

Os acidentes com vítimas mortais ocorreram na rede rodoviária nacional (12): estradas nacionais (7), autoestradas (3) e itinerários principais (2), na rede municipal (4): em arruamentos (3) e estrada municipal (1) e um na rede de estradas dos Açores.

Predominaram as colisões (7, envolvendo 7 veículos ligeiros, 3 motociclos, 2 pesados e 1 velocípede), tendo havido ainda 6 despistes (5 veículos ligeiros e 1 motociclo) bem como 1 atropelamento (num arruamento).

Das 17 vítimas mortais, 14 eram do sexo masculino e tinham idades compreendidas entre 22 e 84 anos.

Mais de 7 milhões de veículos fiscalizados

No período de 15 a 26 de dezembro de 2023, foram fiscalizados 7,2 milhões de veículos, quer presencialmente, pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pela Polícia de Segurança Pública (PSP), quer através de controlo por radar, pela GNR, pela PSP e pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Do total dos veículos fiscalizados, foram registadas 48,9 mil infrações, distribuídas conforme quadro abaixo, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de veículos fiscalizados) de 0,68% (0,81% no período homólogo de 2022).

Relativamente à velocidade, foram fiscalizados 7,1 milhões de veículos, dos quais 6,7 milhões pelo SINCRO - Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (94,8% do total), da responsabilidade da ANSR.

Dos veículos fiscalizados por radar de velocidade, 29,8 mil circulavam com excesso de velocidade, dos quais 7,6 mil foram detetados pelos radares da GNR e da PSP e 22,2 mil pelos da ANSR, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de veículos fiscalizados) de 0,42% (0,39% no período homólogo de 2022).

No que diz respeito à condução sob o efeito do álcool, foram submetidos ao teste de pesquisa de álcool 82,3 mil condutores, tendo 1,3 mil apresentado uma taxa de alcoolemia superior à máxima permitida, do que resultou um total de 681 detenções. A taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de testes de pesquisa de álcool realizados) foi de 1,58% (1,28% no período homólogo de 2022).

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Com a expetativa de contribuir para a descida da sinistralidade no período de Natal e Ano Novo, decorre até 2 de janeiro de 2024 a campanha de segurança rodoviária “O melhor presente é estar presente”, uma iniciativa da ANSR, em parceria com a GNR, PSP e mais de 240 entidades, que apela a todos os portugueses para que nas deslocações no período da passagem de ano, adotem comportamentos seguros na estrada, designadamente, viajar sem pressa, sem álcool, sem telemóvel e parar para descansar.

Pretende-se com esta campanha dar mais um passo para o envolvimento dos portugueses no desígnio de tornar a segurança rodoviária uma prioridade de todos. Só assim será possível consolidar a diminuição da sinistralidade rodoviária até ao único número aceitável de vítimas mortais: Zero.

Comunicado de balanço da campanha de Natal "O melhor presente é estar presente"

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Balanço da Campanha "DUAS RODAS ─ AGARRE-SE À VIDA"

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A ANSR, a GNR e a PSP, divulgam publicamente o balanço da quinta campanha do Plano Nacional de Fiscalização de 2026 “Duas Rodas ─ Agarre-se à Vida”.

​A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP), divulgam publicamente o balanço da quinta campanha do Plano Nacional de Fiscalização de 2026 “Duas Rodas ─ Agarre-se à Vida”, focada nos veículos de duas rodas a motor, que decorreu entre 19 e 25 de maio nos distritos de Bragança, da Guarda e de Lisboa.

Esta campanha teve como objetivo sensibilizar os condutores de motociclos e ciclomotores para os comportamentos de risco associados à condução, promovendo uma condução mais segura, defensiva e responsável. A iniciativa alertou, igualmente, os restantes utilizadores da via para a necessidade de partilha segura do espaço rodoviário, atendendo à especial vulnerabilidade dos utilizadores de veículos de duas rodas a motor em caso de acidente.

Durante o período da campanha, entre 19 e 25 de maio, as forças de segurança fiscalizaram presencialmente 54 945 veículos e condutores, tendo sido registadas 23 769 infrações rodoviárias, destacando-se:

  • O excesso de velocidade; 
  • A ausência ou incorreta utilização de capacete; 
  • Ultrapassagens irregulares; 
  • Infrações relacionadas com documentos e condições técnicas dos veículos; 
  • Condução sob o efeito do álcool; 
  • Utilização indevida do telemóvel durante a condução. 
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No âmbito desta campanha, foram sensibilizados 500 condutores e passageiros de motociclos e ciclomotores, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • Utilizar sempre capacete homologado e devidamente ajustado; 
  • Adotar uma condução defensiva e adequada às condições da via; 
  • Evitar comportamentos de risco, como excesso de velocidade e ultrapassagens perigosas; 
  • Aumentar a visibilidade e a perceção por parte dos restantes utilizadores da estrada; 
  • Respeitar as regras de trânsito e manter distâncias de segurança. 

À semelhança de campanhas anteriores, esta ação contou com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira, complementando o trabalho de sensibilização e fiscalização desenvolvido no Continente.

Entre os dias 19 e 25 de maio de 2026, no território nacional registaram-se 2 731 acidentes, dos quais resultaram 11 vítimas mortais, 58 feridos graves e 886 feridos leves.

Deste total, no Continente, registaram-se 2 603 acidentes (95%), com nove (9) vítimas mortais (82%), 55 feridos graves (95%) e 846 feridos leves (95%).

Relativamente às Regiões Autónomas, verificaram-se 128 acidentes (5%), resultando em duas (2) vítimas mortais (18%), três (3) feridos graves (5%) e 40 feridos leves (5%).

Quanto à distribuição por entidade fiscalizadora, sob a jurisdição da GNR registaram-se 1 688 acidentes (62%), oito (8) vítimas mortais (73%), 48 feridos graves (83%) e 521 feridos leves (59%).

Já na área de atuação da PSP, verificaram-se 1 403 acidentes (28%), três (3) vítimas mortais (27%), dez (10) feridos graves (17%) e 365 feridos leves (41%).

Relativamente ao período homólogo de 2025, verificaram-se menos 108 acidentes, mais duas (2) vítimas mortais, menos um (1) ferido grave e menos 54 feridos leves.

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Entre 1 de janeiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025, registaram-se 34 177 acidentes com vítimas que envolveram veículos de duas rodas a motor (ciclomotores ou motociclos), dos quais resultaram 439 vítimas mortais, 3 028 feridos graves e 34 514 feridos leves. A maioria destas vítimas são condutores e passageiros de veículos de duas rodas a motor, mas também estão incluídos nestes valores outros envolvidos nestes acidentes, como peões e ocupantes de outros veículos.

A quinta das 11 campanhas previstas no Plano Nacional de Fiscalização (PNF 2026) teve divulgação nos meios de comunicação digital e integrou cinco ações presenciais de sensibilização, promovidas pela ANSR, realizadas em simultâneo com operações de fiscalização da GNR e da PSP, em locais onde se registam níveis mais elevados de sinistralidade, envolvendo veículos de duas rodas a motor.

As campanhas inseridas nos Planos Nacionais de Fiscalização são promovidas, anualmente, desde 2020, pela ANSR, pela GNR e pela PSP, com temáticas definidas de acordo com as recomendações europeias. Até ao final do ano, realizar-se-ão mais seis campanhas PNF 2026, integrando ações de sensibilização e de fiscalização.

Em 2026, o PNF mantém os temas trabalhados em 2025 — velocidade, álcool, dispositivos de segurança, uso do telemóvel e veículos de duas rodas a motor — integrando também um novo eixo dedicado aos utilizadores vulneráveis.

A sinistralidade rodoviária não constitui uma fatalidade. As suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos responsáveis e seguros por todos os utilizadores da estrada.

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Balanço da Campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”

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​A Campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública, decorreu entre os dias 14 e 20 de janeiro.

​A Campanha de Segurança Rodoviária “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre os dias 14 e 20 de janeiro e teve como objetivo alertar os condutores para as consequências negativas e mesmo fatais do uso indevido do telemóvel durante a condução.

Esta campanha contou, uma vez mais, com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira na realização de ações de sensibilização, complementando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2025, a campanha foi divulgada nos meios digitais e através de cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, na Batalha, Braga (duas ações), Leiria e no Seixal. Idênticas ações ocorreram nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Na campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar” foram sensibilizados 446 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • Os condutores que utilizam o telemóvel durante a condução são mais lentos a reconhecer e a reagir a perigos;
  • A distração ocorre quando duas tarefas mentais, conduzir e utilizar o telemóvel, são executadas ao mesmo tempo, o que provoca lapsos de atenção e erros de avaliação;
  • O uso de aparelhos eletrónicos durante a condução causa dificuldade na interpretação da sinalização e desrespeito pelas regras de cedência de passagem, designadamente em relação aos peões.

Durante as operações das Forças de Segurança no âmbito desta campanha, realizadas entre os dias 14 e 20 de janeiro, foram fiscalizados em controlo de velocidade por radar 4,8 milhões de veículos, 4,3 milhões dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da ANSR.

Em termos de fiscalização presencial, as Forças de Segurança procederam à fiscalização de 70,9 mil veículos.

Do total de 4,9 milhões de veículos fiscalizados durante a campanha, registaram-se 28,0 mil infrações.

Das 954 infrações relativas ao uso indevido do telemóvel durante a condução, 937 registaram-se no Continente e 17 nas Regiões Autónomas, tendo sido 707 detetadas pela GNR e 247 pela PSP.

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Nesta campanha, registou-se um total de 2.560 acidentes, de que resultaram nove vítimas mortais, 34 feridos graves e 715 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2024, verificaram-se menos 198 acidentes, mais três vítimas mortais, menos nove feridos graves e menos 23 feridos leves.

As nove vítimas mortais, sete do género masculino e duas do género feminino, tinham idades compreendidas entre os 18 e os 66 anos.

Os acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Aveiro (1), Beja (1), Braga (2), Bragança (1), Coimbra (2), Évora (1) e Porto (1). Estes acidentes consistiram em quatro colisões (que envolveram três veículos ligeiros, dois veículos pesados, dois motociclos e um velocípede), três despistes (que envolveram um veículo ligeiro, um motociclo e um velocípede) e dois atropelamentos (que envolveram dois veículos ligeiros).

Os acidentes acima descritos ocorreram em seis arruamentos, uma autoestrada, uma estrada regional e um em outra via.

Esta foi a primeira das 11 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2025. Até ao final do ano serão realizadas mais dez campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

O PNF de 2024 consagrou como prioritários os temas Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança, Telemóvel e veículos de duas rodas a motor.

À semelhança de 2024, serão realizadas durante este ano campanhas de sensibilização e de fiscalização com as mesmas temáticas.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Consulte o comunicado de balanço da campanha aqui.

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Balanço da Campanha "Taxa Zero ao Volante"

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A Campanha “Taxa Zero ao Volante”, da responsabilidade da ANSR, da GNR e da PSP, decorreu nos dias 20 a 26 de agosto, e teve como objetivo alertar os condutores dos veículos para os riscos da condução sob a influência do álcool.

​A Campanha de Segurança Rodoviária “Taxa Zero ao Volante”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu nos dias 20 a 26 de agosto, e teve como objetivo alertar os condutores dos veículos para os riscos da condução sob a influência do álcool.

Esta campanha contou, uma vez mais, com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira na realização de ações de sensibilização, complementando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024, a campanha foi divulgada nos meios digitais, nos Painéis de Mensagem Variável e através de cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, nos concelhos de Almada, Ermesinde, Lisboa, Salvaterra de Magos e de Viseu. Idênticas ações ocorreram nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

A terceira ação de sensibilização e de fiscalização, que teve lugar no Largo de São Mamede, em Lisboa, no dia 22 de agosto, contou com a presença da Ministra da Administração Interna, Margarida Blasco, e do Secretário de Estado da Proteção Civil, Paulo Simões Ribeiro.

Na campanha “Taxa zero ao volante”, foram sensibilizados 284 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • Com uma taxa de álcool no sangue de 0,5 g/l, o risco de sofrer um acidente grave ou mortal duplica;
  • Os acidentes que decorrem da condução sob a influência do álcool são particularmente graves;
  • O álcool diminui o campo visual, provocando a chamada visão em túnel. Esta perda de capacidades, bem como as alterações de comportamento que podem levar a estados de euforia e de desinibição, aumentam de forma muito significativa o risco de envolvimento em acidentes rodoviários. 

Durante as operações das Forças de Segurança, no âmbito desta campanha, foram fiscalizados presencialmente 52,5 mil veículos, tendo sido registado um total de 24,5 mil infrações, das quais 979 relativas à condução sob o efeito do álcool.

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No período desta campanha, registou-se um total de 2.232 acidentes, de que resultaram 8 vítimas mortais, 39 feridos graves e 680 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2023, verificaram-se menos 529 acidentes, mais 1 vítima mortal, menos 22 feridos graves e menos 277 feridos leves.

As 8 vítimas mortais, 4 do género masculino e 4 do género feminino, tinham idades compreendidas entre os 21 e os 54 anos.

Os 8 acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Aveiro (1), Beja (3), Braga (1), Faro (1), Porto (1) e Viana do Castelo (1). 

Estes acidentes, consistiram em 4 colisões que originaram 4 vítimas mortais e envolveram 6 veículos ligeiros, 1 motociclo e 2 velocípedes, bem como em 4 despistes que originaram 4 vítimas mortais e envolveram 2 veículos ligeiros, 1 motociclo e 1 velocípede.

Os acidentes acima descritos ocorreram em 4 arruamentos e em 4 estradas nacionais.

Esta foi a oitava das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2024. Até ao final do ano, serão realizadas mais quatro campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela ANSR, a GNR e a PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos. 

Das oito campanhas que decorreram este ano, foram realizadas 34 ações, durante as quais mais de 4.900 pessoas foram sensibilizadas presencialmente. Quanto a ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados presencialmente foi aproximadamente de 403,0 mil e cerca de 33,1 milhões de veículos foram fiscalizados através de radares.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

Consulte aqui o comunicado de balanço da campanha.

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Balanço da Campanha “2 Rodas: Agarre-se à Vida”

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Terminou ontem a campanha “2 Rodas: Agarre-se à Vida”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre os dias 10 e 16 de julho.

​A Campanha de Segurança Rodoviária “2 Rodas: Agarre-se à Vida”, da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia de Segurança Pública (PSP), decorreu entre os dias 10 e 16 de julho e teve como objetivo alertar os condutores, nomeadamente os de duas rodas a motor, para uma condução segura, cumprindo as regras do Código da Estrada e evitando comportamentos de risco, como: a condução sob influência do álcool, o excesso de velocidade e a incorreta utilização dos dispositivos de segurança.

Esta campanha contou, uma vez mais, com a participação dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira na realização de ações de sensibilização, complementando o trabalho de fiscalização que tem sido realizado pelos comandos Regionais da PSP.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024, a campanha foi divulgada nos meios digitais, nos Painéis de Mensagem Variável e através de cinco ações de sensibilização da ANSR, realizadas em simultâneo com as operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, em Braga, Coimbra, Pombal, Santa Maria da Feira e Torres Vedras. Idênticas ações ocorreram nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Na campanha “2 Rodas: Agarre-se à Vida” foram sensibilizados 521 condutores e passageiros, a quem foram transmitidas as seguintes mensagens:

  • Os utilizadores de motociclos e de ciclomotores, quando envolvidos em acidentes rodoviários, têm um risco mais elevado de sofrer consequências graves do que as pessoas que circulam noutros veículos. Este risco deve-se à sua vulnerabilidade por não possuírem a proteção do habitáculo;
  • O uso de capacete de modelo homologado, devidamente apertado e ajustado, reduz em 40% o risco de morte em caso de acidente. A utilização de outros equipamentos de proteção como luvas, botas, blusão com proteções, calças com proteção CE e airbag, contribuem para reduzir a gravidade das consequências em caso de acidente.

Durante as operações das Forças de Segurança no âmbito desta campanha, realizadas entre os dias 10 e 16 de julho, foram fiscalizados em controlo de velocidade por radar 5,3 milhões de veículos, 5,2 milhões dos quais pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade, da responsabilidade da ANSR.

Em termos de fiscalização presencial, as Forças de Segurança procederam à fiscalização de 46,2 mil veículos. Do total de 5,4 milhões de veículos fiscalizados durante a campanha, registaram-se 22,9 mil infrações.

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Nesta campanha, registou-se um total de 1.761 acidentes, de que resultaram 16 vítimas mortais, 43 feridos graves e 550 feridos leves.

Relativamente ao período homólogo de 2023, verificaram-se menos 1.194 acidentes, mais cinco vítimas mortais, menos 28 feridos graves e menos 464 feridos leves.

As 16 vítimas mortais, 11 do género masculino e cinco do género feminino, tinham idades compreendidas entre os 18 e os 73 anos.

Os acidentes com vítimas mortais ocorreram nos distritos de Aveiro (2), Bragança (2), Coimbra, Guarda, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo (4) e Viseu (2).

Estes acidentes consistiram em oito colisões (envolvendo 10 veículos ligeiros, três motociclos de cilindrada >125cc, um motociclo de cilindrada <=125cc, um velocípede e um veículo desconhecido) que resultaram em oito vítimas mortais e seis despistes (de três veículos ligeiros, dois motociclos de cilindrada >125cc e um ciclomotor) que também resultaram em oito vítimas mortais.

Os acidentes acima descritos ocorreram em seis estradas nacionais, três arruamentos, duas autoestradas, duas estradas municipais e uma estrada regional.

Esta foi a sétima das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do PNF de 2024. Até ao final do ano serão realizadas mais cinco campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas pela ANSR, GNR e PSP, desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

O PNF de 2023 consagrou como prioritários os temas: Velocidade, Álcool, Acessórios de segurança e Telemóvel. Relativamente a 2024, para além dos quatro temas acima referidos, foi ainda adicionado um novo capítulo sobre a fiscalização dos veículos de duas rodas a motor.

Das sete campanhas que decorreram este ano, foram realizadas 29 ações, durante as quais foram sensibilizadas mais de 4.420 pessoas presencialmente. Quanto a ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados presencialmente foi de 350,5 mil, enquanto cerca de 27,7 milhões de veículos foram fiscalizados por radar.

A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.

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Vídeo “Diminuir as mortes na estrada depende de ti”

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O programa 100% Cool, com o apoio da ANSR, por ocasião da quadra de Natal e Ano Novo, lança no dia 30 de dezembro um vídeo motivacional onde apela a um comportamento responsável de todos os condutores em 2021.

O vídeo faz uma analogia entre o cumprimento das regras impostas durante a pandemia provocada pela Covid-19 e o cumprimento das regras da estrada, apelando a todos os condutores para que cumpram, com o mesmo empenho, civismo e determinação, as regras do Código da Estrada.

Procura sensibilizar para a importância de uma condução segura e para a adoção de comportamentos responsáveis ao volante, sendo determinante o uso de cinto de segurança, a atenção à sinalização e o cumprimento dos limites de velocidade, alertando e promovendo a não ingestão de álcool, junto dos condutores.

Vídeo "Diminuir as mortes na estrada depende de ti"

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